Carla Diéguez

Mestre em Sociologia pela USP (2007), com ênfase em sociologia do trabalho, e bacharel em Ciências Sociais pela Unesp (2001). Atualmente, é docente e pesquisadora da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

Chegou o Natal, a celebração do nascimento daquele que veio para salvar os homens. Por todos os lados vemos mensagens de esperança e solidariedade, que nos convidam a reflexões. Porém, este não é tempo apenas de cuidar do espírito, a “carne” fala mais alto e milhares de pessoas vão às ruas para comprar aquela lembrancinha para os parentes e amigos. As lojas de comércio popular ficam repletas, assim como os shoppings. Mas, em tempos de crise, este Natal pode ser o último farto dos próximos 2 anos (ou quem sabe mais).

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13 de dezembro de 1968. Vivíamos o período do regime militar desde 31 de março de 1964, data conhecida e difundida pelos militares como a Revolução de 1964. As coisas não corriam bem no Brasil. Passeatas, manifestações, embates entre população e, principalmente, estudantes e a polícia corriam o Brasil inteiro desde a implantação do regime militar.

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Na última terça-feira, dia 04 de novembro, fomos agraciados com um programa no maior canal de TV da rede aberta que versou sobre a vida no maior porto do hemisfério Sul: o Porto de Santos. Caco Barcellos e sua turma de repórteres passearam por entre navios, armazéns, guindastes e portêineres, mostrando como por ali passam diariamente milhares de pessoas. Entretanto, estas milhares de pessoas estão divididas em diversas categorias trabalhistas, que no programa ficaram restritas a duas categorias de trabalhadores: a estiva e os operadores de guindastes. Talvez pela natureza do programa, que é rápido, ágil e pretende mostrar diversos aspectos de um tema, não foi possível apresentar tal diversidade, porém isto ratifica o que vemos para além dos portos e, principalmente, das cidades portuárias.

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Olá, família portuária. Semana passada, de 27 a 30 de outubro, participei do 32º Encontro Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs). Tal encontro reúne boa parte da comunidade de sociólogos, antropólogos e cientistas políticos do Brasil, assim como alguns membros da comunidade científica internacional.

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Hoje, 28/10 é comemorado o dia de São Judas Tadeu. Conhecido como santo dos desesperados ou das causas desesperadas, São Judas Tadeu foi um dos apóstolos de Jesus Cristo, era irmão de Tiago e também primo de Jesus. Mas, vocês devem estar se perguntando: Porque uma cientista vem falar sobre santos? Um cientista para alcançar seus objetivos, ou seja, chegar o mais próximo da verdade, não deve ser cético? Com certeza, como cientista e, principalmente, cientista social, devo encarar este mundo como produto dos homens convivendo socialmente e não como produto de Deus ou de elementos divinos. Já diria Karl Marx e Friedrich Engels em seu célebre A Ideologia Alemã que o próprio Deus é uma criação dos homens. Entretanto, devemos encarar que os tempos não estão fáceis e que talvez pedir uma ajuda divina não faça mal a ninguém.

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