Domingo, 01 Março 2026
 

Terminal MCP01 receberá R$ 150 milhões

 

Maior valor entre os terminais leiloados, projeto amplia capacidade do Porto de Santana e reforça o Arco Norte.

Terminal MCP01 foi arrematado pela empresa CS Infra S.A. - Foto: Jonilton Lima/MPor

Com capacidade projetada de 1,2 milhão de toneladas anuais, o MCP01 será preparado para receber embarcações de grande porte e ampliar a competitividade do Arco Norte.
R$ 150 mi
Investimento Total
1,2 mi t
Capacidade Anual
25 anos
Prazo de Contrato

Arrematado no leilão do 1º bloco de arrendamentos portuários de 2025, promovido pelo Ministério de Portos e Aeroportos e pela Antaq, o terminal MCP01, no Porto de Santana (AP), receberá cerca de R$ 150 milhões ao longo de 25 anos de contrato com a CS Infra S.A.

O terminal possui área de 30.546 m² e passará por obras de pavimentação, drenagem, sistema de combate a incêndios, edificações, revitalização da sinalização aquaviária, reforço do píer e instalação de shiploader com capacidade de 1.500 toneladas por hora.

Impulso ao Arco Norte

As intervenções irão ampliar a movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais, como soja e milho, fortalecendo o corredor logístico do Norte do país.

"Com esse novo arrendamento, ampliamos a capacidade logística e fortalecemos a competitividade do Brasil no comércio exterior."

— Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos

Porto estratégico

Localizado às margens do Rio Amazonas, com acesso facilitado ao Oceano Atlântico, o Porto de Santana é um dos principais corredores logísticos do Amapá e do Arco Norte.

Em 2025, o porto movimentou 3,6 milhões de toneladas, crescimento de 17,3% frente ao ano anterior. As exportações aumentaram 7,28% e a navegação de longo curso somou 2,4 milhões de toneladas.

"O foco é atuar com metas claras, transparência e execução para ampliar eficiência e competitividade."

— Fernando Quintas, presidente da CS Infra

Sinergia com o MCP03

O MCP01 soma-se ao terminal MCP03, cujo contrato foi assinado em fevereiro de 2025, ampliando significativamente a capacidade operacional do Porto de Santana e consolidando o complexo como eixo logístico central do agronegócio na região Norte.

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