Carla Diéguez

Mestre em Sociologia pela USP (2007), com ênfase em sociologia do trabalho, e bacharel em Ciências Sociais pela Unesp (2001). Atualmente, é docente e pesquisadora da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

O texto apresentado por esta coluna na semana passada produziu um debate rico e interessante. A idéia apresentada pelos comentadores, independente dos pontos de vista, é que o sindicato atual não se relaciona com a base, tornou-se distante e seus dirigentes foram cooptados pela atual estrutura, distanciando-se não apenas corporalmente, mas ideologicamente.

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Tenho um grande prazer na vida: a leitura. Desde pequena, aprendi a importância da leitura para aquisição de conhecimento e também para momentos de lazer, nos quais nos transportamos do mundo real para o mundo da imaginação e nos tornamos princesas, cavaleiros, detetives, etc. Penso que a leitura tem o poder de nos tornar pessoas melhores.

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Há algum tempo esta coluna vem apresentando livros, artigos, dissertações de mestrado e teses de doutorado escritos a partir de resultados de pesquisas científicas, realizados nas faculdades e universidades de todo Brasil, tendo por objeto de estudo os trabalhadores e suas entidades representativas. Um desses trabalhos é a tese de doutorado de Euler David de Siqueira sobre os trabalhadores dos portos do Rio de Janeiro e de Sepetiba/RJ.

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Em artigo publicado no Jornal do Comércio no último dia 28 de julho e reproduzido no clipping PortoGente (’’Mais empregos exigem maior qualificação’’) fala-se sobre a criação de mais empregos formais. Porém, esse aumento vem associado à necessidade de maior qualificação. Será? Um dos pontos levantados é que há um aumento do nível dos candidatos, o que também faz crescer a exigência das empresas. Ou seja, segundo essa afirmação, só se exige qualificação porque há pessoal qualificado no mercado.

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O processo de trabalho nos portos é de extrema importância, porém, pouco estudado. Existem trabalhos que se referem a importância do processo de trabalho para a organização dos trabalhadores portuários, para o estabelecimento dos laços de solidariedade, para a criação da cultura do trabalho [1], porém, poucos se detém em apresentar detalhadamente como se estabelece e se desenvolve o processo de trabalho nos portos. Um desses trabalhos é o artigo de Anna Green, The work process [2], publicado na coletânea organizada por Sam Davies, sob o título Dock workers. International Explorations in Comparative Labour History. 1790-1970.

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