Alessandro Atanes

Jornalista e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público de Cubatão, atua na assessoria de imprensa da prefeitura do município.

Esse mundo da leitura na era digital, entre outros temas sobre os quais Porto Literário se debruçará em outra ocasião, está bem caracterizado na leitura feita por Sagrado Sebakis (pseudônimo de Sebastian Kirzner): o último capítulo de sua trilogia “Gordo”, romance cujos parágrafos são divididos em blocos como os textos de internet. Perceba também, leitor, a enumeração à moda de Jorge Luis Borges que Roberto Bolaño também praticou (ver aqui):

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Na última sexta-feira (4), durante a Feira do Livro de Buenos Aires (19 abril-7 de maio), houve a apresentação de livros da editora independente Milena Caserola, que chega aos cinco anos com mais de 130 títulos. Embora tenha havido algum problema na organização, a ideia divulgada na programação era que qualquer um que chegasse com um pen drive, celular, laptop ou qualquer outro dispositivo com memória pudesse baixar livros da editora no formato em PDF.

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Em um texto sobre propagandas de banco, terminei a última coluna defendendo o acento diferencial em “pára” (que o editor de texto adaptado à reforma ortográfica sublinha com uma linha ondulada vermelha). O poeta Ademir Demarchi usa a palavra no poema “Alguém morre para”:

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ISabem aquela discussão muito assídua na imprensa sobre os livros de História feitos por jornalistas, que são mais bem escritos e que livros de historiadores são naturalmente chatos. Bem, preconceito, jornalistas e historiadores escrevem bem, jornalistas e historiadores escrevem mal.

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Em 1949, apenas quarto anos após o fim da Segunda Guerra (1939-1945), o mesmo Borges (1899-1986) já havia publicado em “O Aleph” a narrativa “Deutsches Requiem”, em que o narrador, nos mesmos moldes do romance de 2006, um oficial nazista, o subdiretor do campo de concentração de Tarnowitz, Otto Dietrich zur Linde, registra seu próprio epitáfio:

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