Alessandro Atanes

Jornalista e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público de Cubatão, atua na assessoria de imprensa da prefeitura do município.

No decorrer do processo de mudança política, os cargos rendosos e decisórios – antigos e novos – passaram rapidamente para as mãos desses grupos de recém-chegados à distinção social, premiados com as ondas sucessivas e fartas de “nomeações”, “indenizações”, “concessões”, “garantias”, “subvenções”, “favores”, “privilégios” e “proteções” do novo governo.

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Nas páginas finais de seu diário, o médico louco protagonista do romance “Diário de um Médico Louco”, de Edson Amâncio, passa a ouvir uma voz que lhe sugere se suicidar em uma banheira de ácido prússico. No mesmo dia, após um passeio de quatro horas pela praia em que descobre a natureza de Deus, a voz volta com carga total à mente do médico louco, a lhe dizer coisas como “Você vai liquidar com todos, um por um vão cair a seus pés”, ou “Seu pensamento é o melhor, sua teoria está perfeita” e ainda outros dois: “O Deus do Mundo é um embuste” e “O seu é o único verdadeiro” (leia mais sobre o livro, lançado há algumas semanas na Pinacoteca Benedito Calixto, no site da editora LetraSelvagem).

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"Os políticos podem dar o balanço do número de mortos, do número de cassados, refugiados, banidos, mas quem dará o balanço dos projetos humanos que se frustraram, dos abraços que se negaram, dos beijos paralisados, tudo por medo? Quem dará o balanço do medo que nós tivemos?"Fernando Gabeira, em epígrafe ao livro “Raul Soares: um navio tatuado em nós”, de Lídia Maria de Melo

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A série de matérias que o jornal Diário do Litoral, de São Paulo, vem publicando desde domingo, dia 21, sobre o navio-presídio Raul Soares (que esteve ancorado no Porto de Santos entre abril e outubro de 1964, após o golpe militar) vem acrescentar mais alguns relatos à série de textos que existem sobre o tema. É o do médico alemão Thomas Maack, que hoje mora em Nova York, que vivia no Brasil na ocasião do golpe e acabou sendo também levado para o navio acusado de subversão.

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“... a história que tenho escrito traz as marcas, antecedentes, convicções e experiências de vida de um homem de minha idade” Eric Hobsbawn, em 1997

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