Alessandro Atanes

Jornalista e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público de Cubatão, atua na assessoria de imprensa da prefeitura do município.

Escrevi uma vez aqui sobre o poema “Santos”, de Rui Ribeiro Couto, publicado em “Noroeste e outros poemas”, livro de 1933. No artigo “Uma infância em torno do porto”, de 2006, apontava como a memória do poeta servia de matéria-prima para o poema.

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I No jornalÉ exercendo seu papel de nó na trama das trocas internacionais que o porto de Santos aparece em “O ano da morte de Ricardo Reis”. Nesse romance de José Saramago de 1984, o mesmo contexto histórico tem a função de abrir a trama, pondo a viagem como possibilidade desde o primeiro parágrafo:

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O Centro Cultural de Espanha em Montevidéu publicou em outubro de 2011 a coletânea “Urgente: poesia emergente”, com nomes entre 20 e 30 anos da poesia uruguaia, fruto de uma convocatória. Na apresentação, a seleção é justificada porque “se sustenta sobre a pretensão de iluminar ou talvez prefigurar, o mapa possível de uma voz original que se insinua no panorama da poesia uruguaia. Aqui, então, apresentamos uma amostra da poesia atual e, possivelmente, um gérmen da poesia que virá”.

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I O pianista no marNa segunda edição da revista guaiaó, lançada nesta quarta-feira (23), um texto de Flávio Viegas Amoreira, acompanhado por um desenho de Paulo von Poser, trata do filme “A lenda do pianista do mar” (1998), de Giuseppe Tornatore, e seu protagonista: uma criança encontrada dentro de um navio de cruzeiros internacionais na virada do século XIX para o século XX – é a razão de seu nome. Adulto, ele se torna o pianista da embarcação. É descrito no texto assim:

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Nesta situação, o jornalista Mario Wainfeld contextualiza o momento do nascimento da Eloisa Cartonera:

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