Alessandro Atanes

Jornalista e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público de Cubatão, atua na assessoria de imprensa da prefeitura do município.

O acontecimento inusitado de “Danielle…” é o convite do amigo cuja irmã foi o primeiro amor do protagonista. Enquanto chega de trem à residência do amigo na Suíça Saxônica, ele começa a lembrar de como conheceu Danielle e dos dias em Santos durante a guerra.

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IComeço este texto explicando a ausência do Porto Literário nas últimas semanas. O motivo foi a finalização de meu primeiro livro, “Esquinas do mundo: Ensaios sobre História e Literatura a partir do Porto de Santos” (Dobra / Fundo Municipal de Cultura), que será lançado em 5 de abril, na Estação da Cidadania, a antiga Sorocabana, na Avenida Ana Costa, em Santos. Ficou difícil escrever sobre novos temas sem que desse vontade de levá-los para o livro. A solução para essa esquizofrenia ensaística foi dar um tempo na coluna.

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... a Lua de Virgílio e a Lua de Shakespeare já eram ilustres antes do descobrimento, não?

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O mundo não acabou, mas o tema da última coluna resiste. Afinal, a ideia de se fazer uma coletânea com o fim do mundo como assunto nada mais é do que pretexto para publicar mais poesia. Hoje, traduzo mais dois poemas da coletânea “Poesía para el fin del mundo”, da editora artesanal Kodama Cartonera, de Tijuana, México.

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O fim do mundo é nossa última utopiaÉ mais fácil imaginar o fim do mundo que o fim do capitalismoPepe Rojo

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