Carlos Pimentel

Jornalista formado pela Universidade Católica de Santos e especialista em Gestão Pública Municipal. Edita o site Novo Milênio (www.novomilenio.inf.br).

Muito antes que o espaço possa ser reservado para uma carga de exportação nos porões de um navio, é necessário vendê-la, garantir sua qualidade e entrega no prazo, oferecer valor competitivo. Óbvio para o leitor, mas não tanto para autoridades que deveriam, no interesse do país, montar uma excelente "máquina" exportadora, bem lubrificada para que nada emperre e tire sua eficiência.

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Produzir até que é fácil, se o adubo é bom, a semente excelente, as chuvas chegam na hora certa e o apoio financeiro é correto. Ou se os insumos estão disponíveis na porta da fábrica, as máquinas lubrificadas, o pessoal treinado e motivado. Exportar também não seria problema, pois o Brasil tem imagem positiva, mínimo de conflitos ideológicos com outras nações, o futebol e o samba ajudam a vender. O problema é que os brasileiros conseguem criar dificuldades cada vez maiores para si mesmos. E as mercadorias estão cada vez mais distantes dos navios, a considerar os saldos da balança comercial brasileira.

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Há séculos, vejo as reclamações da indústria nacional contra a concorrência predatória estrangeira. Num momento, eram os estaleiros a reclamar. Noutro, os fabricantes de contêineres. Ah, se desmanchássemos um contêiner vindo da Ásia, só o aço resultante valia mais que o contêiner importado. Em anos recentes, a reclamação principal tem sido da indústria têxtil, que não resiste à concorrência chinesa.

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Depois das bombásticas declarações da sra. Dilma Roussef na abertura dos trabalhos das Nações Unidas, fazendo tremer o presidente estadunidense com as críticas sobre espionagem, os principais integrantes do governo brasileiro se reuniram com empresários em New York, aproveitando a viagem, para solicitar que eles ampliem seus investimentos em logística no Brasil.

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Na coluna anterior, comentei que a infraestrutura de transportes – rodovias, ferrovias, portos... – representam para um país o mesmo que os músculos para um atleta. E afirmei que, além de não ter músculos para competir no mercado internacional – continua patinando no rodapé das estatísticas internacionais -, o Brasil também não tem cérebro, para repensar seu posicionamento no mercado internacional.

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