Carlos Pimentel

Jornalista formado pela Universidade Católica de Santos e especialista em Gestão Pública Municipal. Edita o site Novo Milênio (www.novomilenio.inf.br).

Uma velha afirmação, demonstrada historicamente, é que o Brasil herdou de Portugal a tradição cartorialista, em que tudo precisa ser registrado, carimbado, rotulado, pagando-se taxas, selos, emolumentos e tudo o mais que garanta a generosa renda dos cartórios e demais intermediários que nada agregam ao processo produtivo.

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Dito isto, cabem duas perguntas: por quê o Brasil não consegue produzir trigo que baste para as necessidades internas, se o preço é atraente, a demanda constante e todo ano,há muitas décadas, importamos tão grande volume, seja da Argentina, seja da América do Norte?

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Nosso planeta tem passado por guerras por causa de um recurso natural que a sociedade contemporânea ainda considera essencial, o petróleo. A mais recente questão militar ligada ao petróleo é a anexação da Crimeia pela Rússia. No Iraque, os EUA não tiveram dúvidas criar pretextos falsos para iniciar uma invasão em defesa de seus interesses na área. E é só confrontar os outros lugares do mundo em que o petróleo é extraído com o mapa das instabilidades políticas para se chegar a significativas conclusões sobre o que não costuma ser dito pelos governos.

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Dizem os antigos árabes que os cães ladram enquanto a caravana passa. Os cães ladram porque é o que sabem fazer, quando algo incomum acontece em seu território. A caravana passa porque é de sua natureza seguir em frente. Em termos de logística, o Brasil da Copa do Mundo perdeu vinte pontos na classificação do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird, instituição integrante do Banco Mundial), caindo da 45ª para a 65ª posição, a pior desde que esse indicativo foi lançado em 2007.

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É engraçado quando Nelson Freitas Júnior se enrola nas explicações e Fabiana Karla Simões Barbosa tem de pedir: "Desenrola, Carretel!". Mas que a graça dos dois fique restrita ao programa de televisão. Não tem graça nenhuma o desleixo das concessionárias de serviços públicos que passaram a deixar verdadeiros carretéis de fiação inútil pendurada nos postes das cidades, às vezes encostando em outros fios e se esparramando pelo chão, com evidente risco para os pedestres.

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