Carlos Pimentel

Jornalista formado pela Universidade Católica de Santos e especialista em Gestão Pública Municipal. Edita o site Novo Milênio (www.novomilenio.inf.br).

"Tempo bom não volta mais...", dizia Olívio Henrique da Silva Fortes, que se destacou como o indignado humorista da televisão Lilico, no programa "Balança mas não cai". E ele tem tudo a ver com o tema desta coluna, como veremos ao comparar o porto de Santos em 1892 com o que neste domingo, 2 de fevereiro, completou 122 anos de existência. Inegável o progresso desde então, mas também ressaltam os problemas logísticos – estes em essência exatamente os mesmos.

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O texto que os pacientes leitores têm à sua frente é extremamente negativo. Contém possivelmente a maior quantidade de negativas por linha que se poderia escrever sem pretender entrar para o Livro dos Recordes. Não é apenas sobre a ALL, mas sobre a infraestrutura que permitiu a essa empresa crescer e chegar à situação atual, nada confortável para a própria economia nacional.

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A expressão "aumentar a garrafa, mas não o gargalo", usada durante as reuniões nos últimos dias, em Santos, com o ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos (SEP), Antonio Henrique Pinheiro Silveira, define bem o problema. Da mesma forma como é o gargalo que limita a quantidade do que pode entrar ou sair de uma garrafa, nos acessos ao porto existem gargalos históricos, que não desaparecem apenas aumentando-se o tamanho da garrafa. E é o que o governo federal está tentando fazer para esta safra, depois do caos registrado no ano passado. Ainda mais que terá de escoar 10% mais que na temporada anterior, segundo as previsões federais para o setor.

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Da mesma forma que você, leitor, eu também abro as páginas dos jornais, ouço os noticiários na TV. Mas eu também comparo os tempos atuais com outros que conheci, mais dinâmicos, melhor planejados e menos corruptos. Tempos em que a caixinha máxima de 20% num contrato já era motivo de escândalo.

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Ah, o infinito mar oceano! Talvez para o poeta, mas não para quem dele depende e sabe que seus recursos são bem finitos, a começar pela sua capacidade de regeneração após desastres ambientais. Para alguns, uma latinha aqui, um saquinho acolá, não parecem nada diante da vastidão aquática a perder de vista, mas diversas organizações já têm mostrado que o problema pode assumir contornos muito graves em certos locais. Afinal, lembra o Instituto EcoFaxina, são 7 milhões de toneladas de lixo caindo no mar a cada ano, matando no mesmo período cerca de 100 mil mamíferos marinhos e tartarugas marinhas e mais de um milhão de aves aquáticas...

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