Alessandro Atanes

Jornalista e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público de Cubatão, atua na assessoria de imprensa da prefeitura do município.

As duas peças estão na coletânea “Rota rota” (1985), editada em Santos pelo autor e amigos, com capa e ilustrações de Elisa Villares de Freitas. O primeiro, sem título, faz parte da seção Moeda Nacional, com poemas de 1974 a 1976, e começa com um jogo de pergunta e resposta…

0
0
0
s2smodern
powered by social2s
Como um recomeço, retomo hoje uma afirmação que fiz no primeiro texto para o Porto Literário, lá em 2005, e na apresentação do livro “Esquinas do Mundo: Ensaios sobre História e Literatura a partir do Porto de Santos”. É uma ideia que tem norteado minha pesquisa sobre como os portos são retratados na ficção: a de que, na sentença de Franco Moretti, “cada espaço determina, ou pelo menos encoraja, sua própria espécie de história”. Como exemplo eu dava as histórias de naufrágio, que não podem abdicar de um porto.

0
0
0
s2smodern
powered by social2s
Luiz Fernando Veríssimo mantém um sua coluna no Estadão a seção “Poesia numa hora dessas?”, uma defesa, ainda que no tom humorado do escritor, do espaço da beleza em meio ao noticiário. Hoje, enquanto muita gente séria debate nas ruas e nas redes sociais se Santos passa ou não por um apagão cultural (eu acho que a lâmpada está falhando, querendo queimar), quero tratar dos ensaios do escritor Milan Kundera reunidos no livro “Um encontro”, com textos reunidos, lançamento agora da Companhia das Letras.

0
0
0
s2smodern
powered by social2s
IDesde meu tempo de faculdade, na primeira metade dos anos 90, acompanho o dilema difuso entre os jovens da Cidade entre permanecer na amada Santos, mas de limitações profissionais, principalmente em relação a salários, ou buscar trabalho em São Paulo, mudando para lá ou deixando horas diárias na ponte rodoviária.

0
0
0
s2smodern
powered by social2s
Escrevo desde Navegantes, Santa Catarina, cidade que divide terminais do porto de Itajaí com a cidade vizinha. Junto com o poeta e editor Ademir Demarchi, criador da editora artesanal Sereia Ca(n)tadora, e a jornalista Ana D’Angelo, da editora Dulcineia Catadora, fui convidado para falar sobre a experiência das editoras cartoneras, em que livros são feitos com capas de papelão (cartón é papelão em espanhol) tirado das ruas por catadores ou pelos próprios escritores.

0
0
0
s2smodern
powered by social2s