Laire Giraud

Despachante aduaneiro, colecionador de cartões-postais, especialmente de transatlânticos. Colaborador da Revista de Marinha de Portugal. Publicou cinco livros, como autor e co-autor, sobre temas da Santos antiga.

Como homenagem ao ilustre colega prático Zé Peixe, vou narrar aqui uma pitoresca viagem marítima que fiz a Aracaju em 1979, ocasião em que tive interessante e breve convívio com ele, pois era eu quem comandava o navio que lá chegou nesta ocasião.

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A primeira vez que ouvi o nome do conhecido prático Zé Peixe – falecido recentemente - foi através do comandante do inesquecível navio de passageiros Funchal, Amadeu Albuquerque, durante cruzeiro em 1995.

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Como navio-escola Guanabara, o Sagres participou de várias viagens de instrução pela costa brasileira.

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Tempos atrás, recebi do amigo soamarino Eduardo Lopes, diretor executivo da Brazil P&I, um belo folder, com um texto acompanhado de fotografias espetaculares do notável navio-escola Sagres, da Marinha de Portugal. Repasso aos leitores informações sobre a embarcação.

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Por volta de 1908, data aproximada dos cartões-postais que ilustram o artigo, não existiam os guindastes de primeira geração ou qualquer outro tipo de equipamentos para embarque de cargas em número suficiente. As sacas de café eram transportadas dos armazéns de café, como o da São Paulo Railway, até os navios em carroças e carretões. Lá chegando, eram carregadas para bordo sobre os ombros dos trabalhadores. Estes realmente demonstravam grande força física.

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