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Do auge – o Brasil foi um dos grandes construtores de navios em todo o mundo –, o livro trafega para o declínio da indústria naval brasileira até a falência e fechamento de vários estaleiros.

Depois do grande marasmo, o País vivencia o renascimento da construção naval, através de encomendas feitas pela Transpetro (ex-Fronape, a Frota Nacional de Petroleiros) e pela armadora Log-In.


Foto da primeira e festiva escala do Log-In Jacarandá no Porto de
Santos, em maio de 2011. Uma prova do renascimento da indústria
naval brasileira. Foto: Silvio Roberto Smera

O livro é ilustrado por uma excelente seleção de fotografias, gravuras e pinturas pertencentes ao acervo da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha do Brasil.

Graças ao afinco e ao amor de Cornejo pelas pesquisas e pelo que faz, a história da indústria naval brasileira está preservada, pois as lacunas que existiam foram preenchidas através de Nau Brasilis.

Diga-se de passagem, é o livro certo para os apreciadores de navios. Principalmente para os que gostam de fotografias de navios, de todos os tipos!


Bela imagem retrata o lançamento do Log-In Jacarandá. Foto: acervo Log-In

Vale enfatizar que a navegação marítima comercial é dependente de uma indústria naval forte e ativa.

Parabéns! Que Carlos Cornejo continue a trabalhar em prol da memória da navegação marítima e de outros temas importantes para o patrimônio cultural.

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