Laire Giraud

Despachante aduaneiro, colecionador de cartões-postais, especialmente de transatlânticos. Colaborador da Revista de Marinha de Portugal. Publicou cinco livros, como autor e co-autor, sobre temas da Santos antiga.

A tragédia ocorrida com o transatlântico italiano Andrea Doria aconteceu há 56 anos. Durante todo esse período, sempre atraiu caçadores de tesouros e aventureiros, além de fascinar estudiosos e pesquisadores (leia Naufrágio do ‘Andrea Doria’ completa 50 anos).

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Entre as décadas de 1910 e 1980, teve a oportunidade de viajar em navios famosos, como o Principe di Udine, o Cap Polonio, o Neptunia, os gêmeos Conte Grande e Conte Biancamano, o Stella Polaris, a dupla Giulio Cesare e Augustus, o Caronia, o Rotterdam e o Eugenio C, entre outros.

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No início deste ano de 2012, recebi um e-mail da Fundação Eva Klabin, do Rio de Janeiro, enviado pela museóloga Ruth Levy.

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Clique aqui para ler a primeira parte deste artigo. Como queria viajar de navio, custasse o que custasse, consegui trocar minha passagem aérea para o Rio, num voo pela Alitalia para Montevidéu e lá embarquei no Federico C, pois o Eugenio C tinha já saído semanas antes numa de suas viagens chamadas inaugurais. Menos mal. Viajei num belo navio na primeira classe. O Austral não teve muita sorte também, pois em dezembro daquele ano pegou fogo em Santos, sendo dado como perdido. Foi uma grande perda. Era um ótimo navio.

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O transatlântico português ‘Serpa Pinto’, durante os 14 anos em que pertenceu à Companhia Colonial de Navegação (CCN), ficou conhecido como o Navio da Amizade, ligando Brasil e Portugal na década de 1940 e na primeira metade dos anos 1950.

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