Laire Giraud

Despachante aduaneiro, colecionador de cartões-postais, especialmente de transatlânticos. Colaborador da Revista de Marinha de Portugal. Publicou cinco livros, como autor e co-autor, sobre temas da Santos antiga.

Numa das minhas visitas à cidade de Nova Iorque, mais precisamente no verão de 1998, fiz passeios e visitas aos locais atraentes, mas o principal intuito foi o de visitar três importantes locais para quem gosta das coisas do mar.

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Pouco depois das 10h30, a Alfândega de Santos havia terminado a conferência. Esse memorável acontecimento foi em 10 de julho de 1953, uma sexta-feira.

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Bons tempos! Santos era outra cidade em 1953. Tudo era bem simples, pelo menos na minha concepção de menino – eu tinha 8 anos de idade.

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A armadora epanhola Pinillos Y Ysquierdo Cia, fundada em 1884, começou operar na linha da Costa Leste da América do Sul em 1908 com dois navios: Cadiz e Barcelona.

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Com o término da Segunda Guerra Mundial, em 1945, a paz voltou a reinar no mundo e as grandes e pequenas companhias de navegação aos poucos foram recebendo de volta os seus transatlânticos que haviam sido requisitados por seus governos para utilização como transporte de tropas.

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