Laire Giraud

Despachante aduaneiro, colecionador de cartões-postais, especialmente de transatlânticos. Colaborador da Revista de Marinha de Portugal. Publicou cinco livros, como autor e co-autor, sobre temas da Santos antiga.

Este primeiro artigo do venturoso 2013 – tomara que se confirme pleno de ventura! – vai com um diferencial dos anos anteriores. Não vou recordar réveillons a bordo, nem a virada na praia ou em um luxuoso resort, nem a passagem do ano em casa, na companhia dos entes queridos.

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Confesso que fico impressionado como chegam e-mails de diversas regiões do Brasil e de outros países, com solicitações e comentários por parte dos leitores do portal Portogente sobre os mais variados assuntos. Vale ressaltar que o total de page views do site gira em torno de 1,5 milhão por mês.

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Estava eu na redação de A Tribuna quando comentei com Schiavon, que meu tio por afinidade, o prático aposentado Gerson da Costa Fonseca, então com 88 anos, foi quem avistou na companhia de Mário de Azevedo o navio entrando no porto disfarçado como sendo de outra nação.

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Na tarde de 7 de dezembro de 1939, com a Europa em guerra, o transatlântico “Windhuk”, de bandeira germânica, entrou no Porto de Santos fugindo de bloqueios navais britânicos e disfarçado de navio japonês, o “Santos Maru”.

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1816–1990’’, de autoria de Clas Broder Hansen)Era outubro de 1926. A Alemanha, no esforço de voltar ao cenário marítimo internacional, encomendou dois grandes transatlânticos, o ‘Bremen’ e o ‘Europa’, visto que a maioria dos navios passou para as nações vitoriosas da Primeira Guerra Mundial, a título de indenização.O ‘Bremen’ foi batizado pelo presidente da Alemanha, marechal Von Hindenburg. Na viagem inaugural, em 16 de julho de 1929, quando deixou o porto alemão de Bremerhaven rumo a Nova York, nos Estados Unidos, com escalas em Cherburgo (França) e Southampton (Inglaterra), obteve a fita azul – da travessia atlântica mais rápida.A travessia foi feita no tempo recorde de 4 dias, 17 horas e 42 minutos, no percurso compreendido entre Bishop Rocks, nas Ilhas Scilly, na Inglaterra, e o navio-farol ‘Ambrose’, que fica perto de Nova York.O percurso é de 2.903 milhas (5.376 quilômetros). A velocidade média do ‘Bremen’ foi de 27,5 nós (50,9 quilômetros horários).

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