Laire Giraud

Despachante aduaneiro, colecionador de cartões-postais, especialmente de transatlânticos. Colaborador da Revista de Marinha de Portugal. Publicou cinco livros, como autor e co-autor, sobre temas da Santos antiga.

A embarcação transportava 324 passageiros na primeira classe e 204 passageiros na segunda. Tinha estabilizador Denny-Brown, equipamento para diminuir o balanço.

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Nos dourados anos dos transatlânticos, a travessia da Europa para a costa leste da América do Sul era considerada uma rota importante, tanto para os armadores, quanto para os passageiros e imigrantes que buscavam uma nova vida no Brasil e em outros países do continente.

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Com satisfação reapresento o artigo publicado no dia do aniversário da cidade de Santos – no último 26 de janeiro , no Caderno Especial do Jornal A Tribuna. Trata-se da lembrança do mais belo ônibus urbano que a Cidade já teve.

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A coluna Recordar registra abaixo o lançamento do livro “Armação Mercante do Brasil 1890-1945 – Primeira Parte e Praticagem de Santos 1890-1969 – Segunda Parte”. A foto foi tirada no Espaço Cultural Forte da Barra, em Santos, no litoral paulista.

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As boas ancoragens que dava o Lagamar e o sucesso inicial do povoado fez com que Brás Cubas construísse um hospital para atender os casos de saúde dos marinheiros e das pessoas que ali residiam. O nome escolhido foi Hospital da Misericórdia de Santos. Nos princípios de 1547, o hospital teve anexo uma igreja dedicada a Nossa Senhora da Misericórdia.

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