Frederico Bussinger

Consultor. Foi presidente da Companhia Docas de São Sebastião (CDSS), SPTrans, CPTM e Confea. Diretor da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), do Departamento Hidroviário de SP e do Metrô de SP. Presidiu também o Conselho de Administração da CET/SP, SPTrans, Codesa (Porto de Vitória), RFFSA, CNTU e Comitê de Estadualizações da CBTU. Coordenador do GT de Transportes da Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC-SP). Membro da Comissão Diretora do Programa Nacional de Desestatização e do Conselho Fiscal da Eletrobrás.

Algumas das FAQ sobre tarifas portuárias estão arroladas no artigo inicial dessa série. Recorde-se que, por serem elas instrumentos, não há certos ou errados absolutos: depende dos objetivos estabelecidos! Isto posto, referenciado nos conceitos dos artigos anteriores e para discussão, arriscamos propor respostas para um primeiro bloco delas:

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Autoridades-Administradoras Portuárias – AAP, conclui o primeiro artigo desta série, têm basicamente duas fontes de receitas: i) Patrimonial (remunerações pelos ativos que ela disponibiliza); e ii) Tarifária (para a infraestrutura básica e serviços condominiais providos).

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Muitos portos estão revisando seu Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ). Alguns pela enésima vez. Só a frequência, abrangência e profundidade de tais revisões recomenda-nos reflexões. Também seus conteúdos (de alguns, verdadeiras teses acadêmicas!) e focados mais no zoneamento.

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Quantas vezes você já ouviu, em um discurso de posse ou em uma entrevista, promessas de administrar/gerir (um órgão ou empresa pública) “como se fosse uma empresa privada”? Lógico: com suas virtudes... apenas!

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“As bolas difíceis não sei: pego umas... outras entram... O que procuro garantir é que as fáceis não entrem!”(Gilmar – grande goleiro da Copa/58:questionado como pegar bolas difíceis).

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