Frederico Bussinger

Consultor. Foi presidente da Companhia Docas de São Sebastião (CDSS), SPTrans, CPTM e Confea. Diretor da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), do Departamento Hidroviário de SP e do Metrô de SP. Presidiu também o Conselho de Administração da CET/SP, SPTrans, Codesa (Porto de Vitória), RFFSA, CNTU e Comitê de Estadualizações da CBTU. Coordenador do GT de Transportes da Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC-SP). Membro da Comissão Diretora do Programa Nacional de Desestatização e do Conselho Fiscal da Eletrobrás.

Congestionamentos no trânsito e emissões são marcas da maioria das grandes cidades do planeta - suas metrópoles, em particular. Gerenciá-los e reduzi-los é desafio para autoridades e toda a sociedade. No caso da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), a quarta maior conurbação mundial (quase 20 milhões de hab.), esse desafio é ainda maior. Os números das cargas, p.ex., são expressivos: 25.000 viagens/dia só para a construção civil (110 milhões ton/ano – mais que o Porto de Santos!); e mais de 400 mil/dia para o conjunto das cargas que abastecem a população e garantem o funcionamento do maior polo econômico da América Latina.

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Se somos cidadãos urbanos (80% da população), todos sentimos: horas e horas perdidas no trânsito já não é um problema apenas das megalópoles... tampouco dos dias da semana.

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Já não se fazem portos (e hidrovias) como antigamente! É o que se depreendeu do 7º Congresso dos “Green Port”, realizado no início do mês, em Marselha, na França. Além das novas tecnologias, equipamentos, sistemas, concepções e normativas, dentre tantas contribuições, quatro podem ser particularmente úteis para os desafios brasileiros do momento:

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Daqui a três dias vamos às urnas para eleger prefeitos e vereadores dos municípios brasileiros. Teoricamente, estaremos decidindo seus futuros (ao menos imediato). A se julgar pelo rádio e TV, e pelos programas protocolados nos TREs, o futuro dos portos, e de suas interações com sua(s) cidades(s) (tema tão caro mundo afora e, incidentalmente, centro da agenda do 7º Congresso dos “Green Port”, em Marseille, na França, hoje!), é uma incógnita. Uma página quase que em branco.

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Institucionalmente a “Lei dos Portos” já era uma realidade ao se iniciar a 2º metade dos anos 90: “Portos organizados”, CAPs, OGMOs, “Regulamento de Exploração” e “Norma de Pré-Qualificação de Operadores”. O impulso reformista, dialeticamente anabolizado pela Lei, além das salas de reunião, chegava às “pedras pisadas do cais”. As reformas, enfim, se tornavam mais visíveis e concretas para a comunidade portuária e para a sociedade, em geral.

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