Silvio dos Santos

Engenheiro civil, opção transportes, formado pela Escola Politécnica da USP. Desde 2003 é engenheiro do Laboratório de Transportes e Logística da UFSC, onde trabalhou nos convênios com a ANTT e com a Secretaria de Portos para a realização do Plano Nacional de Logística Portuária

Segundo o livro “Naus no Brasil Colônia”, a armada da expedição exploradora e preparatória para a colonização do Brasil zarpou de Lisboa, em Portugal, com cinco navios e 500 homens, em 3 de dezembro de 1530. Aportou no Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, em 1 de fevereiro de 1531. A armada era composta por cinco embarcações: a nau capitânia cujo nome é desconhecido, a São Miguel, a São Vicente, a Princesa e a Rosa.

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Segundo o livro “Naus no Brasil Colônia”, a flotilha de Gonçalo Coelho teria vindo ao Brasil em 1501, com apenas três navios. Alguns historiadores, como Cunha Matos, sustentam que a bordo de uma das naus estava presente o cosmógrafo italiano Américo Vespúcio.

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Segundo o livro “Naus no Brasil Colônia”, a esquadra do descobridor do Brasil partiu de Lisboa em 9 de março de 1500, oficialmente com destino à Índia, mas hoje se acredita que já tinha a missão de encontrar as evidentes terras no Atlântico Sul, após do descobrimento da América em 1492 por Cristovam Colombo e o Tradado das Tordesilhas de 1494.

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Como descreve o livro “Naus no Brasil Colônia”, o litoral brasileiro era frequentado por esquadras, frotas e flotilhas militarmente organizadas e muitas delas eram hostis, como as holandesas, francesas ou espanholas, e mesmo as esquadras britânicas chegaram a despertar preocupações em várias ocasiões, assim como os muitos piratas ingleses autores de muitas agressões a navios de carga.

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No início dos descobrimentos, as esquadras se compunham geralmente de caravelas, galeões e naus, embarcações armadas com canhões e movidas a vela. Os navios a remo não foram utilizados nas longas travessias oceânicas, tendo sido usadas pelos vikings no Atlântico Norte e por diversos povos no Mar Mediterrâneo.

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