Alessandro Atanes

Jornalista e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público de Cubatão, atua na assessoria de imprensa da prefeitura do município.

Porto Literário inicia uma série sobre os sebos de Santos e o que podemos encontrar neles. O desta semana é sobre a Disqueria.

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Aproveitando o mote da série sobre a Operação Unitas, “Diário de Bordo”, sob responsabilidade da colega de PortoGente Cláudia Dominguez, o Porto Literário desta semana deixa um pouco a ficção de lado para dar vez a um comentário sobre o “Diário da Navegação”, diário de bordo escrito por Pero Lopes de Sousa, irmão de Martim Afonso de Sousa e imediato na expedição exploratória enviada às terras brasileiras por Dom João III, rei de Portugal, que resultaria na fundação da Vila de São Vicente.

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Lá atrás, em maio, a coluna informava como pretendia elaborar o diálogo entre literatura e história (veja aqui). Seguidos artigos mostravam as ruas do Macuco e as condições de trabalho registradas no romance “Navios Iluminados”, o porto e a formação da cidade no romance “A carne”, e por aí afora.

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“Correspondência de Lima Barreto” reúne em dois volumes da editora Brasiliense as cartas trocadas entre o autor e diversas personalidades do mundo intelectual. O final do Tomo II traz seis páginas com a transcrição de algumas trocadas com o médico e escritor Ranulpho Prata, autor de “Navios Iluminados”, obra das mais freqüentadas pela coluna.

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Em “O Brasil dos imigrantes no cais de Santos” (18/07), a coluna mostrava como o romance “Navios Iluminados” (1937) apreendia o espaço nacional devido à movimentação de seus principais personagens, todos migrantes. Desta vez, veremos qual era o contexto político-intelectual em que Ranulpho Prata escreveu sua principal obra.

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