Alessandro Atanes

Jornalista e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público de Cubatão, atua na assessoria de imprensa da prefeitura do município.

Assim como na semana anterior, Porto Literário continua navegando pelas rotas argentinas. Começamos com um visitante norte-americano que conhece a capital portenha e apontamos de volta ao porto de Santos a partir de um dos mais marcantes contos de Jorge Luis Borges.

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Semana passada tracei uma imagem dos aparelhos repressivos em que seu principal combustível é a paranóia do “todos culpados até última palavra”; e exemplifiquei apontando prontuários da polícia política do Estado Novo nos anos 30 em que prosaicas reuniões sociais em Santos são acompanhadas por agentes do DEOPS.

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A história do romance de identidade portuária Navios Iluminados acontece entre o final de 1926 e 1931 ou 32, data imprecisa mas que pode ser suposta pelo desenvolvimento do enredo. Esse período cobre a vida de José Severino de Jesus em Santos, desde quando chega, aos 23 anos, de Patrocínio do Coité, no sertão da Bahia, para buscar trabalho como estivador. O bairro portuário do Macuco é o cenário da história de gente pobre e migrante de José Severino, personagem que, no universo da ficção, é parente de Fabiano e Macabéa, personagens de Graciliano Ramos (Vidas Secas, 1938) e Clarice Lispector (A Hora da Estrela, 1977).

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Hoje, Porto Literário faz uma pequena salada de artefatos literários. Retomo um romance que já apareceu bem por aqui; releio três poemas e apresento um ensaio de viagem. Têm em comum a presença de Santos como escala de viagem e é isso que os une. O que os diferencia são os percursos.

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O valor de uma obra de arte está em seu próprio conteúdo. Para muitos, isso é motivo suficiente para torcer o nariz para a crítica. Mas mesmo estas pessoas não podem negar que, se a crítica não afeta o desempenho da obra em seus apreciadores (o que é muito controverso), pelo menos mostra um pouco (ou muito) do momento intelectual em que foi escrita.

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