Alessandro Atanes

Jornalista e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público de Cubatão, atua na assessoria de imprensa da prefeitura do município.

Podemos olhar para o Porto de Santos como um espaço que comporta diversos territórios; no tempo e no espaço. Entre eles, uma série formada por elementos do tipo fronteira: a própria fronteira internacional que é um porto; os muros, cercas e atribuições que dividem a jurisdição federal da esfera municipal, coisas concretas, demarcadas.

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O texto da semana poderia repetir o título da anterior (veja aqui) e ser chamado 'Sobre Literatura e História (3)', porque é exatamente a tensão entre a ficção e a realidade o fio condutor da obra do escritor argentino Juan José Saer, falecido em 2005.

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As narrativas que envolvem o Porto de Santos costumam estar ligadas ao mundo do trabalho ou à natureza mesmo da sua atividade. Temos no primeiro caso a vida dura dos estivadores em “Navios Iluminados” e a batalha ideológica de “Agonia na Noite”, e, no segundo, os poemas de Alberto Martins ou Roldão Mendes Rosa.

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Pesquisas históricas às vezes se voltam aos estudos do presente. A prática, controversa entre historiadores, é resultado das aproximações entre as ciências humanas nas últimas décadas, principalmente, no caso do presente, da antropologia e da etnologia. Talvez seja assim que se possa dar sentido histórico à disposição das padarias de nosso bairro ou da distribuição de energia elétrica pelos bairros de uma metrópole ou de subestações pelo interior do país.

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Em um perfil sobre Narciso de Andrade escrito para a revista da Academia Brasileira de Letras, Adelto Gonçalves, autor de Barcelona Brasileira, nos informa sobre uma passagem da infância de Andrade quando havia conhecido Martins Fontes, um poeta de voz fascinante, mas, que na década de 20, já era um poeta fora de moda: “nunca mais se recuperara desde que Mário de Andrade ridicularizava o seu fazer poético na revista Klaxon”.

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