Iris Geiger

Graduada em Arquitetura e especialista em gestão ambiental e patrimônio cultural, escreve sobre a relação Porto e Cidade nas páginas do Portogente.

“Sem terras próprias para o cultivo de cana. Longe dos distritos da mineração, abandonada pela própria população local, Santos caiu no marasmo, que durou até o século XIX. Desapareceu a moeda corrente, passando as trocas a serem feitas em espécie; fugiram das águas tranquilas do estuário os cinco ou seis navios que anualmente o procuravam, interrompendo-se mesmo a ligação direta com Portugal e Angola...”

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Foto: www.novomilenio.inf.brMapa de São Vicente, de Luiz Teixeira, cerca de 1586

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A história da ocupação da Baixada Santista relaciona-se a uma sucessão de portos. No início do século XVI (até a década de 1540), o porto principal localizava-se na atual Ponta da Praia da cidade de Santos, que se encontra na ilha de São Vicente e onde Martim Afonso havia ancorado. Naquela década de 40, as embarcações começaram a entrar pelo canal da Barra Grande (conhecido hoje como canal do Estuário de Santos).

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A cidade, sob o ponto de vista de sua origem, entendida como um aglomerado de instalações provenientes de uma relação urbano-rural, resulta do desenvolvimento de uma capacidade técnica instalada e de um nível de organização social existente.

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O caráter obrigatório do plano diretor municipal, estabelecido pela Constituição Federal de 1988, levou muitas cidades a fazerem o plano apenas pela imposição constitucional. O ordenamento do crescimento urbano e a racionalização da administração municipal também costumam ser motivos para a elaboração do Plano Diretor, mas diversas cidades elaboraram o instrumento para obter financiamentos ou ainda por pressão de organismos estaduais.

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