Iris Geiger

Graduada em Arquitetura e especialista em gestão ambiental e patrimônio cultural, escreve sobre a relação Porto e Cidade nas páginas do Portogente.

A cidade de Santos, que como vila é só um pouco menos idosa do que o País, desenvolveu-se muito em função da cultura cafeeira no Estado de São Paulo a partir da segunda metade do século XIX. Este desenvolvimento associou Santos ao crescimento econômico do Estado, firmando o município como pólo regional, o que favoreceu o aparecimento e a consolidação das cidades do entorno.

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Para buscarmos a compreensão de um objeto de estudo precisamos resgatar sua origem e analisar sua evolução. A cidade como objeto ou ente guarda complexas questões relacionadas ao fenômeno urbano e ao patrimônio cultural.

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Podemos dizer que o Porto do Rio de Janeiro, no final do século XIX, assemelhava-se ao de Santos. Ambos, então, funcionavam por meio de instalações dispersas. No Rio de Janeiro, com os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa.

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Nas primeiras sessões a bilheteria foi fraca, pois o cartaz afixado nas janelas do Grand Café do boulevard des Capucines no inverno europeu de 1895, na cidade de Paris (França), não convencia de tal inusitada invenção.

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Foto: http://veja.abril.com.br - Claudio Santana/AFPNuvem de cinzas do vulcão Puyehue vista da cidade de Osorno, Chile

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