André de Seixas

Diretor Comercial da IRO-LOG Logistics & Trading, especializado nos ramos de transporte rodoviário e marítimo, logística, armazenagem, logística portuária e comércio exterior. Comissário de avarias e regulador de sinistros.

escrito por André de Seixas, editor do site dos Usuários dos Portos do Rio de Janeiro

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Foi noticiado pelo Jornal Valor Econômico de ontem (22/05), que durante evento de infraestrutura realizado pela FIESP, Fernando Fonseca, diretor da ANTAQ, tratando dos armadores estrangeiros sem outorgas de autorização, afirmou que a “agência não tem a prerrogativa de emitir outorga para esses operadores realizarem a atividade no país, ao contrário do que acontece com empresas de bandeira brasileira". E continuou, dizendo que "O que podemos fazer é um ato normativo para regulamentar, regular e fiscalizar a atuação dessas empresas. A gente pretende baixar um ato normativo", disse, sem dar data.”

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escrito por André de Seixas, editor do site dos Usuários dos Portos do Rio de Janeiro

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Foi publicada no Diário Oficial da União do último dia 9 de maio a exoneração do antigo Superintendente de Navegação e Apoio da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), sr. André Luiz Souto de Arruda Coelho, e a nomeação do novo superintendente, o sr. Rogério de Abreu Menescal. O antigo superintendente é advogado e filho de deputado federal, nomeado por apadrinhamento político, ao que tudo indica, seja pela notícia veiculada no Jornal O Globo, dando conta de que esteve envolvido com problemas de nepotismo na Câmara de Deputados, seja pelos terríveis resultados do seu trabalho. Estamos mencionando fatos facilmente encontrados através de pesquisas na internet.

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Uma das coisas que mais nos marcam quando temos contato com os funcionários da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) é a insatisfação deles com a empresa, principalmente com a gestão engessada da estatal que é feita através de cargos políticos, o chamado apadrinhamento. Muitos funcionários concursados da CDRJ, alguns bem preparados, inclusive com formação acadêmica no exterior, não podem colocar em prática suas expertises, pois, geralmente, tem sempre um sujeito acima deles que não é do ramo, que está ali por indicação política e que, com efeito, acaba por emperrar uma engrenagem que poderia funcionar muito bem. Infelizmente, como em todos os setores que envolvem a administração pública, sejam ministérios, secretarias, autarquias, estatais, etc., verificamos a existência de verdadeiros bunkers de partidos políticos, ávidos por sugarem tudo que podem do Brasil, dando como contrapartida muita incompetência, desinteresse e tudo de ruim que podem oferecer. Isso está diariamente na mídia e não é algo inventado por nós. Basta ver o momento que enfrenta o país! Por que seríamos obrigados a acreditar que na CDRJ a coisa funciona de forma diferente?

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