Alessandro Atanes

Jornalista e mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Servidor público de Cubatão, atua na assessoria de imprensa da prefeitura do município.

Nos últimos anos, o Porto Literário tem se valido da mais recente produção historiográfica sobre a cidade e o porto de Santos. São livros publicados na última década, frutos de pesquisas, dissertações de mestrado e teses de doutorado, e os de divulgação jornalística.

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No próximo sábado, às 18 horas, no Sesc Santos, apresento uma série de traduções dentro do evento “Porto – Um Portal Poético. O tema do mar e da viagem na poesia ibero-americana a partir do porto de Santos”, no qual estarão alguns poemas que venho traduzindo aqui no Porto Literário.

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Apresentei o poeta peruano Javier Heraud (1942-1963) neste espaço quando Porto Literário traduziu trechos de suas “Viagens Imaginárias”. Escrevi sobre ele que “o tema das chegadas e partidas, de pessoas, de rios e de estações, atravessa sua obra poética”. Hoje, ficamos com seu primeiro livro “O rio” (1960), metáfora do percurso humano em que canta em primeira pessoa a travessia de um rio, da nascente ao mar, o que se manifesta desde o primeiro verso, “Eu sou um rio”.

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Em seu ensaio “Borges e a minha angústia da influência”, Umberto Eco [foto] ressalta que mais do que a influência direta entre dois autores (A e B), há sempre forças literárias e históricas que se posicionam acima deles, formando mais um ponto (X) na cadeia. A triangulação entre A, B e X chamamos de “cultura”, “cadeia de influências precedentes” ou, na preferência do teórico e ficcionista italiano, “universo da enciclopédia”. E por ele que Porto Literário navega hoje.

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Pablo Neruda (1904-1973), poeta chileno Nobel de Literatura de 1971, passou algumas vezes por Santos. No primeiro verso de seu poema “Santos Revisitado (1927-1967)”, do livro “A Barcarola” (1967), muito lido neste Porto Literário, ele escreveu: “Santos! É no Brasil, e faz já quatro vezes dez anos”, referindo-se às datas do título.

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