Notícias do dia

Empresa siderúrgica, atendida pela Cemig, começa reformar sua subestação e constrói nova termelétrica. A Usiminas não terá boas notícias neste começo de 2007 para a sua fornecedora de energia elétrica, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), de quem é cliente cativo - autorizado a comprar o insumo somente de uma única concessionária que atua na rede a qual está conectada. A empresa siderúrgica está construindo a sua segunda termelétrica e, com essa obra, que será inaugurada no primeiro semestre do ano, a sua produção própria de eletricidade chegará a 60 megawatts, volume corresponde a cerca de 50% do seu consumo de energia elétrica. Essa nova usina terá baixo custo de produção, pois utilizará como matéria-prima os gases que emanam dos altos fornos e que, atualmente, desaparecem na atmosfera.

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O presidente disse, ao tomar posse para o segundo mandato, que seu governo cuidará primeiro dos mais necessitados O governador José Serra, de São Paulo, criticou a política econômica federal e disse que o País vive uma crise moral Em Minas, o governador reeleito Aécio Neves advertiu que não há crescimento sem desconcentração de recursos

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O economista Ricardo Knoepfelmacher sempre foi precoce. Nasceu prematuro, aos seis meses de gestação, entrou para a faculdade aos 16, virou gerente-geral de uma agência do Citibank aos 23 e assumiu a presidência da Caloi aos 29. Hoje, aos 40, está à frente da Brasil Telecom, uma das maiores empresas do Brasil, com faturamento de R$ 15 bilhões e 13 milhões de clientes. Ricardo K. (como é conhecido) não é um desses casos fora da curva e nem mais um garoto prodígio da internet. Ele faz parte de uma nova geração de profissionais que está chegando cada vez mais cedo ao poder nas empresas. Essa turma, que ainda tem pouco cabelo branco, é ambiciosa, ousada e quase nunca tira férias de 30 dias. “O CEO de hoje adora o que faz. Para mim, por exemplo, é difícil definir a fronteira entre trabalho e lazer”, diz, por telefone, Ricardo K., enquanto aguarda a balsa para atravessar de Porto Seguro a Trancoso com a mulher e os três filhos, numa de suas três “pausas” de uma semana no ano. A mulher, no banco ao lado, reclama: “Ele não desliga nunca, fica constantemente plugado na internet.”Segundo levantamento feito pelo Estado, um em cada cinco presidentes das 50 maiores companhias do País segundo a publicação ranking Melhores e Maiores, da revista Exame, tem menos de 45 anos. Se fossem excluídas as estatais ou empresas de capital misto, o percentual subiria para 25%. A estatística ainda não leva em conta aqueles que assumiram o poder nessa idade, como o presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agnelli. Em 2001, quando assumiu a direção da companhia, ele tinha 41 anos. O fenômeno é mundial e aparece com mais força nos Estados Unidos. Uma compilação recente feita pela empresa americana Capital IQ detectou no mundo 140 executivos com 40 anos ou menos à frente de grandes companhias de capital aberto. Cerca de 100 estavam nos EUA. “A nova geração de executivos tem uma ambição maior que a da geração anterior. Ela tem pressa em chegar ao cargo de gerente antes dos 30 e ao de presidente antes dos 50”, diz Sérgio Lozinsky, líder de estratégia corporativa da IBM Consultoria. “O nível de informação que eles têm também lhes dá condições para chegar mais rápido à presidência”, acredita Os jovens presidentes de hoje entraram no mercado de trabalho num momento de transição. As empresas descobriam a informática e a economia brasileira se abria ao resto do mundo. Por falar mais de uma língua e dominar programas de computador, muitos deles começaram a se destacar ali. O primeiro microcomputador da Odebrecht, por exemplo, ficava na sala do economista carioca João Cox, na época com menos de 30 anos. Hoje, aos 43, ocupa a presidência da operadora Claro. Seu primeiro cargo de presidente havia sido na Telemig Celular, há seis anos. “Da mesma forma que a minha geração chegou cedo, vai ficar obsoleta cedo. Meus filhos têm melhor formação que eu na idade deles”, diz Cox, pai de filhos de 14, 15 e 19 anos.Até pouco tempo atrás, ser presidente de uma empresa era um plano para o fim da carreira. Era um cargo cobiçado pelos cinquentões (pelo menos). “Vários deles recebiam a promoção mais por tempo de casa do que pelo resultado financeiro dado aos acionistas”, diz Lozinsky. COMPORTAMENTOOs presidentes da nova geração têm um perfil parecido. Eles têm boa formação acadêmica e financeira, cumprem metas consideradas impossíveis, fazem longas jornadas, suportam pressão, têm vivência global e mais facilidade em impor novas culturas e reestruturar empresas. É o tipo de executivo que coloca a mão na massa, que comporta-se como dono do negócio. Fazem parte desse time os novos dirigentes da Embraer, Frederico Curado (45), e da Volkswagen, Thomas Schmall (42), e os presidentes da Natura, Alessandro Carlucci (40), da Telemar, Eduardo Falco (45), da ALL Logística, Bernardo Hees (37) e da Minute Maid Mais, empresa da Coca-Cola, Ricardo Grau (39).Esse novo executivo foi treinado para fazer acontecer. Ele não viveu os tempos de mudanças dos pacotes econômicos - que exigiam enorme jogo de cintura -, mas começou a assumir os primeiros cargos de chefia na década de 90, quando as empresas iniciaram um ciclo de execução de metas de planejamento surgido do redesenho de suas operações nos últimos cinco ou dez anos. “Esse é o executivo da era da estabilidade e da globalização”, diz Luiz Alberto Panelli, sócio da Panelli Motta Cabrera & Associados, empresa de recrutamento. Isso não significa que o presidente jovem seja a fórmula mágica para o sucesso de uma empresa. “O presidente jovem tem de saber usar bem a capacidade de liderança. Ele corre um grande risco de agir como o gênio jovem que se isola dos outros”, adverte Lozinsky, da IBM. “Diferentemente das gerações anteriores, esse executivo não fica muito tempo nas empresas, o que pode criar um buraco de uma gestão para outra.”

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Milhares de cidadãos da Bulgária e Romênia comemoram ontem a entrada dos países na União Européia (UE), que agora passa a contar com 27 Estados-membros e uma população de 492,8 milhões de habitantes.A Bulgária vive sua adesão ao bloco como um dos eventos mais significativos de sua história e um sonho realizado, fruto de grandes esforços que, segundo a opinião da classe política, trarão ao país prosperidade e um futuro melhor. 'O dia 1º de janeiro de 2007 será, sem dúvida, uma das datas mais importantes de nossa história nacional', destacou o presidente búlgaro, Georgi Parvanov.Ele destacou que a adesão 'não foi dada' ao país e assegurou que o futuro sucesso da Bulgária 'não dependerá tanto dos fundos e dos recursos europeus, mas sim do trabalho' dos búlgaros. As cidades e os povoados do país balcânico comemoraram em grande estilo a adesão à UE e alguns dos atos foram realizados em diversos locais da fronteira entre Bulgária e Romênia. Muitos búlgaros e romenos se reuniram na única ponte que liga os dois países, para celebrar o fato.O presidente da Romênia, Traian Basescu, encorajou o povo a aproveitar as vantagens trazidas pela adesão. 'Parabéns, romenos, entramos na Europa!'Ao sul da Bulgária, em ato solene, foi destruída a barreira no principal posto de fiscalização na fronteira grega e foram fechadas 15 unidades de controle alfandegário nos limites do país com a Grécia e com a Romênia.A Bulgária, um dos países mais pobres da Europa, se orgulha da tolerância étnica em que vivem seus 7,7 milhões de habitantes, entre os quais há muitos turcos e ciganos.

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O ganho de produtividade associada à redução de custos é cada vez mais acentuado no agronegócio. A produção cresce em menores áreas plantadas e um indicador dessa tendência é dada pelo produtor, que está precisando dispor de menos produto para comprar fertilizantes.

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