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A Petrobrás espera obter um maior aproveitamento de suas reservas de petróleo em campos antigos com a entrada em operação em janeiro da nova plataforma batizada ontem de Cidade de Armação dos Búzios, a primeira unidade de grande porte voltada para manutenção e revitalização de plataformas na Bacia de Campos. “A recuperação desses campos é como se tivéssemos feito nova grande descoberta”, explicou o gerente-geral da Unidade de Negócios da Bacia de Campos, Carlos Eugenio Melro. Com as inovações tecnológicas da nova plataforma, a Petrobrás espera aumentar em 1,5 ponto porcentual a capacidade de recuperação de óleo em suas descobertas na Bacia de Campos. Atualmente, a companhia extrai 35% do petróleo descoberto. A estimativa é que, com esse trabalho de modernização, seja possível elevar em 400 milhões de barris de óleo equivalente à capacidade de extração pela Petrobrás na região. Segundo Melro, o desafio é ampliar para 1 milhão de barris de petróleo por dia a extração nos 35 campos antigos operados pela estatal na bacia até 2010. Hoje, os campos com mais 15 anos de idade produzem cerca de 800 mil barris dia de petróleo. Ele acrescentou que a nova plataforma será importante para que a estatal consiga aumentar o tempo de produção em suas unidades mais antigas. Funcionando como uma espécie de hotel com capacidade para 280 pessoas, a unidade será a base dos trabalhadores da estatal e prestadores de serviço para reparos das plataformas fixas dos campos de Garoupa; Pampo; Pargo; Namorado I e II, Cherne I e II e Anchova. A unidade será ancorada perto da plataforma, onde serão feitos os trabalhos de reparo. CONTRATONa cerimônia de ontem, a Petrobrás fechou ainda um contrato de US$ 68 milhões com Etesco Milenium, responsável pela construção da unidade, para aluguel da plataforma pelos próximos quatro anos. Além dos recursos destinados ao fretamento da Cidade de Armação dos Búzios, a Petrobrás espera ainda investir mais US$ 140 milhões em melhorias e recuperação dos campos mais antigos da Bacia de Campos. “Vamos revitalizar as plataformas. É preciso investir na melhoria dessas unidades para que consigam aumentar sua vida útil”, anunciou. “E essa unidade de Armação de Búzios é de manutenção, de movimentação de carga e equipamentos, de hospedagem. Ela permitirá uma maior segurança, o que é fundamental para o nosso trabalho”, acrescentou.A Cidade de Armação dos Búzios foi construída inicialmente para ser uma plataforma semi-submersível de perfuração. Por isso, tem características de grande porte como uma capacidade de geração elétrica de nove mil quilowatts, o suficiente para abastecer uma cidade com 20 mil pessoas. Sua estrutura suporta até mil toneladas em depósito de materiais e equipamentos, e está equipada com dois guindastes com capacidade para 20 toneladas cada um. Seu peso, de 21.514 toneladas, corresponde a 21,5 mil carros populares, e sua altura, de 42 metros, equivalente a um prédio de 14 andares.

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Mesmo com o ano de 2006 ficando abaixo das expectativas, as empresas de fomento mercantil, conhecidas como factorings, esperam que 2007 seja um ano aquecido para o setor. Este ano, a carteira de recebíveis comprados pelas factorings deve fechar em cerca de R$ 55 bilhões este ano, contra um saldo de R$ 50 bilhões ao final do ano passado. “A economia está desaquecida, mas a Lei Geral de Micro e Pequenas Empresas vai abrir novas perspectivas para o fomento mercantil”, afirma Luiz Lemos Leite, presidente da Associação Nacional das Sociedades de Fomento Mercantil (Anfac). Ele espera um crescimento acima dos 10% deste ano, o que faria o setor superar os R$ 60 bilhões em recebíveis adquiridos de pequenas empresas.

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Câmbio valorizado esfriou mercado; recuperação dos preços só ocorreu com apoio oficial. As intervenções do governo no mercado de algodão foram determinantes para o bom desempenho do setor em 2006. Ajuda estatal poderá ser o fiel da balança no próximo ano.

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Publicações cheias de fotos coloridas e, muitas vezes, impressas em papéis caros vêm acompanhando relatórios anuais e demonstrações financeiras de companhias atentas à própria imagem. Criado para abrir o diálogo entre empresas e sociedade, o balanço social virou diferencial competitivo e, no Brasil, as firmas vêm publicando edições com os mais diversos níveis de qualidade.

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A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) concluiu acordo com um sindicato dos bancos para a realização de uma operação de pré-pagamento de exportações no valor de US$ 6 bilhões. Em nota, a companhia informou que a operação compreende uma ‘tranche’ (parte de uma transação) de US$ 5 bilhões, com prazo de cinco anos e custo de Libor (taxa básica de juros da Inglaterra) mais 0,625% ao ano, e outra de US$ 1 bilhão, com prazo de sete anos e custo de Libor mais 0,75% ao ano.

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