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Mesmo com o ano de 2006 ficando abaixo das expectativas, as empresas de fomento mercantil, conhecidas como factorings, esperam que 2007 seja um ano aquecido para o setor. Este ano, a carteira de recebíveis comprados pelas factorings deve fechar em cerca de R$ 55 bilhões este ano, contra um saldo de R$ 50 bilhões ao final do ano passado. “A economia está desaquecida, mas a Lei Geral de Micro e Pequenas Empresas vai abrir novas perspectivas para o fomento mercantil”, afirma Luiz Lemos Leite, presidente da Associação Nacional das Sociedades de Fomento Mercantil (Anfac). Ele espera um crescimento acima dos 10% deste ano, o que faria o setor superar os R$ 60 bilhões em recebíveis adquiridos de pequenas empresas.

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Câmbio valorizado esfriou mercado; recuperação dos preços só ocorreu com apoio oficial. As intervenções do governo no mercado de algodão foram determinantes para o bom desempenho do setor em 2006. Ajuda estatal poderá ser o fiel da balança no próximo ano.

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Publicações cheias de fotos coloridas e, muitas vezes, impressas em papéis caros vêm acompanhando relatórios anuais e demonstrações financeiras de companhias atentas à própria imagem. Criado para abrir o diálogo entre empresas e sociedade, o balanço social virou diferencial competitivo e, no Brasil, as firmas vêm publicando edições com os mais diversos níveis de qualidade.

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A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) concluiu acordo com um sindicato dos bancos para a realização de uma operação de pré-pagamento de exportações no valor de US$ 6 bilhões. Em nota, a companhia informou que a operação compreende uma ‘tranche’ (parte de uma transação) de US$ 5 bilhões, com prazo de cinco anos e custo de Libor (taxa básica de juros da Inglaterra) mais 0,625% ao ano, e outra de US$ 1 bilhão, com prazo de sete anos e custo de Libor mais 0,75% ao ano.

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A siderúrgica Nippon Steel, segunda maior produtora de aço do mundo, elevou em 23,3% a participação na Usiminas. A empresa anunciou ontem que comprou 50,9% das ações da Nippon Usiminas, até agora o maior acionista da companhia brasileira. O valor do negócio não foi revelado.Juntas, Nippon Steel e Usiminas são grandes fornecedores de aços planos para a indústria automobilística brasileira. Ambas produzem produtos laminados para veículos. 'O mercado siderúrgico brasileiro está em expansão contínua. Esperamos fortalecer continuamente. Esperamos uma complementação de produtos como placas de aço e produtos laminados', disse Yuki Iriyama, diretor-gerente da Nippon Steel, durante uma conferência de imprensa.A Nippon Steel espera receber cerca de US$ 42.3 milhões anuais em dividendos da Usiminas como resultado dos investimentos agregados a partir de agora.A companhia tem avançado numa estratégia de alianças e incremento de participações cruzadas com companhias aliadas, como a Usiminas, para criar uma rede de interesses e reduzir a possibilidade de ser alvo de uma oferta hostil, como ocorreu com a Arcelor. A estratégia tem sido realizada com a Posco.A união de Arcelor e Mittal criou o maior grupo siderúrgico do mundo, três vezes superior a produção da Nippon Steel. No mês passado, a Nippon Steel já havia comprado 1,7% da Usiminas. Fonte: O Estado de S.Paulo - 22/12/06

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