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Ao tomar conhecimento, em 1803, de que o presidente Thomas Jefferson acelerava os negócios com Napoleão Bonaparte para a aquisição do território da Lousiana, DeWitt Clinton, o prefeito de Nova York entrou em ação. Clinton, filho de um ex-governador, um mandão, um grandalhão de 1,90 m que facilmente era tomado de furores, percebeu de imediato as conseqüências negativas que aquilo poderia trazer para a sua cidade. Desde os metade do século XVII, Nova York se transformara num dos portões da América. O estuário do rio Hudson, de fácil navegação, a proteção que a ilha de Mannhattan dava ao barco desejoso de lançar ferros, a posição estratégica da cidade - a meio-caminho entre a Nova Inglaterra, ao norte, e a rica Virgínia do tabaco, ao sul, fizera dela o local ideal para quem vinha tentar a sorte no Novo Mundo.

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