Notícias do dia

O eletricista Tiago Ramos Constantino, de 22 anos, que prestava serviço terceirizado para o Terminal Açucareiro Copersucar, instalado no Armazém 21 do Porto de Santos, morreu nesta madrugada enquanto realizava a manutenção em um aparelho carregador de navio 2 (ship louder).

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Um caminhão-guindaste despencou ontem, por volta das 11h30, no cais do Armazém 12. No momento do acidente, o equipamento estava sendo descarregado do navio BBC Rússia, de bandeira cipriota, para ser transportado para o terminal alfandegado da NST, empresa pertencente ao Grupo Transchem. Apesar de ninguém ter se machucado, o acidente provocou vazamento de óleo hidráulico, que caiu no cais e escorreu para o estuário.

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Os ministérios públicos Estadual e Federal entram hoje, ou mais tardar amanhã, com um agravo de instrumento no Tribunal Regional Federal (TRF) para reformar a decisão da juíza da 4ª Vara Federal de Santos, Alessandra Nuyens Aguiar Aranha. Na semana passada, a magistrada negou o pedido de liminar (decisão provisória) dos órgãos para suspender a disposição oceânica de dragagens já realizadas ou planejadas para a região do Porto de Santos.

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Os investidores de venture capital - ou capital de risco - estão abrindo espaço para os chamados negócios verdes. Especializados em garimpar empresas emergentes, esses investidores dizem que o ambiente de negócios está favorável a companhias com boas práticas sociais e ambientais.Empresas de reciclagem, energia limpa, produtos florestais certificados e orgânicos estão entre as preferidas do capital de risco. No Brasil, fundos como Stratus, AxialPar e Rio Bravo e a Finep, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, já apostam suas fichas nessa tendência.Lá fora, esse mercado é forte: entre 2000 e 2004, os investimentos superaram os US$ 7 bilhões, segundo a Cleantech Venture Network, rede internacional que reúne investidores em tecnologias limpas. Até 2009, esse mercado deve movimentar mais US$ 10 bilhões.EMPRESAS INOVADORASAtrair investidores para empresas inovadoras com foco em sustentabilidade é o desafio do Programa New Ventures, realizado no Brasil pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pela ONG americana World Resources Institute (WRI). Com orçamento anual de US$ 80 mil - bancados por parceiros como ABN Amro Real, Natura e Fundação Alcoa - o programa já apresentou 33 empresas para investidores. O programa existe há três anos no Brasil, mas já atuava desde 1999 em países como México, Peru e Índia. Desde então, atraiu US$ 18 milhões em investimentos para negócios verdes. O Brasil responde por 30% do total. “Buscamos boas idéias de negócios, que possam atrair o interesse de investidores e financiadores, como bancos”, diz André Carvalho, pesquisador da FGV e coordenador do New Ventures Brasil.A Florestas Cosméticos, de Guarulhos, é uma das finalistas da última edição do programa. A empresa foi criada em 2002, para explorar o crescente mercado para cosméticos naturais e orgânicos. Seu foco é o mercado externo, em especial Europa, EUA e Japão. A empresa aposta em ativos fitoterápicos brasileiros - buriti, cupuaçu, andiroba, copaíba - sem aditivos químicos, e conquistou a certificação Ecocert, para produtos orgânicos, o que abriu as portas do mercado internacional para sua marca Ikove.“O segmento de cosméticos orgânicos cresce em torno de 20% ao ano nos países desenvolvidos. Só na França, cresceu 40% em 2005. E isso enquanto o mercado de cosméticos convencionais cresce 3,5%”, diz Fernando Lima, sócio da Florestas.A partir da iniciativa New Ventures, a empresa negocia um investimento de R$ 3,2 milhões com fundos de venture capital. “Com os recursos, vamos criar dois centros de bem-estar para divulgar a marca, em São Paulo e Nova York”, diz Lima.RISCODe acordo com André Carvalho, da FGV, esse é o típico perfil de empresa que os investidores brasileiros buscam. “Os fundos querem investir em empresas que já caminham com as próprias pernas, que têm negócios estruturados e produtos com mercado garantido ”, explica. “Curiosamente, o investidor de capital de risco aqui é bastante avesso ao risco”, brinca. Investidores institucionais, como fundos de pensão - Petros, Previ - e o próprio governo já começam a se interessar por essa indústria. A Finep lançou, há duas semanas, um edital para um programa que prevê R$ 80 milhões para projetos de energias limpas, que proporcionem a redução do efeito estufa. “Vamos financiar empresas que queiram, depois, comercializar créditos de carbono”, diz Eduardo Adauto da Costa, chefe do departamento de energia e TI da Finep.A AxialPar administra fundos de venture capital especializados em sustentabilidade. “Buscamos empresas que dominem tecnologias ambientais, promovam a inclusão social e sejam rentáveis”, explica Paulo Bellotti, diretor da AxialPar. O fundo já fez investimentos de R$ 50 milhões em cinco empresas, sendo que três delas cresceram acima de 50% este ano: a Naturalle,de sojas funcionais e orgânicas; a Mar&Terra, de piscicultura, e a Rio de Una, de vegetais e frutas orgânicas. “Cada uma das três faturou de R$ 10 milhões a R$ 15 milhões em 2006”, diz Bellotti. Agora, o fundo está captando recursos junto ao BNDES e o Banco do Brasil para investir R$ 60 milhões em novos empreendimentos, provavelmente nas áreas de microcrédito e energias alternativas.Já o Stratus Banco de Negócios, especializado em fundos de venture capital, criou o Stratus VC III, com R$ 60 milhões (obtidos junto a instituições como o BNDES, BID, Finep e Petros) para investir em empresas nas áreas de commodities diferenciadas (alimentos orgânicos e funcionais), tecnologias limpas e biodiversidade brasileira. “Devemos definir dois investimentos já nesse primeiro semestre de 2007”, diz Philippe Lisbona, diretor do fundo.

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A Petrobrás espera obter um maior aproveitamento de suas reservas de petróleo em campos antigos com a entrada em operação em janeiro da nova plataforma batizada ontem de Cidade de Armação dos Búzios, a primeira unidade de grande porte voltada para manutenção e revitalização de plataformas na Bacia de Campos. “A recuperação desses campos é como se tivéssemos feito nova grande descoberta”, explicou o gerente-geral da Unidade de Negócios da Bacia de Campos, Carlos Eugenio Melro. Com as inovações tecnológicas da nova plataforma, a Petrobrás espera aumentar em 1,5 ponto porcentual a capacidade de recuperação de óleo em suas descobertas na Bacia de Campos. Atualmente, a companhia extrai 35% do petróleo descoberto. A estimativa é que, com esse trabalho de modernização, seja possível elevar em 400 milhões de barris de óleo equivalente à capacidade de extração pela Petrobrás na região. Segundo Melro, o desafio é ampliar para 1 milhão de barris de petróleo por dia a extração nos 35 campos antigos operados pela estatal na bacia até 2010. Hoje, os campos com mais 15 anos de idade produzem cerca de 800 mil barris dia de petróleo. Ele acrescentou que a nova plataforma será importante para que a estatal consiga aumentar o tempo de produção em suas unidades mais antigas. Funcionando como uma espécie de hotel com capacidade para 280 pessoas, a unidade será a base dos trabalhadores da estatal e prestadores de serviço para reparos das plataformas fixas dos campos de Garoupa; Pampo; Pargo; Namorado I e II, Cherne I e II e Anchova. A unidade será ancorada perto da plataforma, onde serão feitos os trabalhos de reparo. CONTRATONa cerimônia de ontem, a Petrobrás fechou ainda um contrato de US$ 68 milhões com Etesco Milenium, responsável pela construção da unidade, para aluguel da plataforma pelos próximos quatro anos. Além dos recursos destinados ao fretamento da Cidade de Armação dos Búzios, a Petrobrás espera ainda investir mais US$ 140 milhões em melhorias e recuperação dos campos mais antigos da Bacia de Campos. “Vamos revitalizar as plataformas. É preciso investir na melhoria dessas unidades para que consigam aumentar sua vida útil”, anunciou. “E essa unidade de Armação de Búzios é de manutenção, de movimentação de carga e equipamentos, de hospedagem. Ela permitirá uma maior segurança, o que é fundamental para o nosso trabalho”, acrescentou.A Cidade de Armação dos Búzios foi construída inicialmente para ser uma plataforma semi-submersível de perfuração. Por isso, tem características de grande porte como uma capacidade de geração elétrica de nove mil quilowatts, o suficiente para abastecer uma cidade com 20 mil pessoas. Sua estrutura suporta até mil toneladas em depósito de materiais e equipamentos, e está equipada com dois guindastes com capacidade para 20 toneladas cada um. Seu peso, de 21.514 toneladas, corresponde a 21,5 mil carros populares, e sua altura, de 42 metros, equivalente a um prédio de 14 andares.

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