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Pelo menos seis pessoas morreram em meio ao terror promovido por bandidos na madrugada desta quinta-feira no Rio de Janeiro. Uma mulher morreu após ser atingida em meio a um tiroteio entre polícia e criminosos, um policial foi morto com 12 tiros e outras duas pessoas morreram carbonizadas dentro de um ônibus que foi incendiados pelos bandidos.

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O eletricista Tiago Ramos Constantino, de 22 anos, que prestava serviço terceirizado para o Terminal Açucareiro Copersucar, instalado no Armazém 21 do Porto de Santos, morreu nesta madrugada enquanto realizava a manutenção em um aparelho carregador de navio 2 (ship louder).

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Um caminhão-guindaste despencou ontem, por volta das 11h30, no cais do Armazém 12. No momento do acidente, o equipamento estava sendo descarregado do navio BBC Rússia, de bandeira cipriota, para ser transportado para o terminal alfandegado da NST, empresa pertencente ao Grupo Transchem. Apesar de ninguém ter se machucado, o acidente provocou vazamento de óleo hidráulico, que caiu no cais e escorreu para o estuário.

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Os ministérios públicos Estadual e Federal entram hoje, ou mais tardar amanhã, com um agravo de instrumento no Tribunal Regional Federal (TRF) para reformar a decisão da juíza da 4ª Vara Federal de Santos, Alessandra Nuyens Aguiar Aranha. Na semana passada, a magistrada negou o pedido de liminar (decisão provisória) dos órgãos para suspender a disposição oceânica de dragagens já realizadas ou planejadas para a região do Porto de Santos.

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Os investidores de venture capital - ou capital de risco - estão abrindo espaço para os chamados negócios verdes. Especializados em garimpar empresas emergentes, esses investidores dizem que o ambiente de negócios está favorável a companhias com boas práticas sociais e ambientais.Empresas de reciclagem, energia limpa, produtos florestais certificados e orgânicos estão entre as preferidas do capital de risco. No Brasil, fundos como Stratus, AxialPar e Rio Bravo e a Finep, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, já apostam suas fichas nessa tendência.Lá fora, esse mercado é forte: entre 2000 e 2004, os investimentos superaram os US$ 7 bilhões, segundo a Cleantech Venture Network, rede internacional que reúne investidores em tecnologias limpas. Até 2009, esse mercado deve movimentar mais US$ 10 bilhões.EMPRESAS INOVADORASAtrair investidores para empresas inovadoras com foco em sustentabilidade é o desafio do Programa New Ventures, realizado no Brasil pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pela ONG americana World Resources Institute (WRI). Com orçamento anual de US$ 80 mil - bancados por parceiros como ABN Amro Real, Natura e Fundação Alcoa - o programa já apresentou 33 empresas para investidores. O programa existe há três anos no Brasil, mas já atuava desde 1999 em países como México, Peru e Índia. Desde então, atraiu US$ 18 milhões em investimentos para negócios verdes. O Brasil responde por 30% do total. “Buscamos boas idéias de negócios, que possam atrair o interesse de investidores e financiadores, como bancos”, diz André Carvalho, pesquisador da FGV e coordenador do New Ventures Brasil.A Florestas Cosméticos, de Guarulhos, é uma das finalistas da última edição do programa. A empresa foi criada em 2002, para explorar o crescente mercado para cosméticos naturais e orgânicos. Seu foco é o mercado externo, em especial Europa, EUA e Japão. A empresa aposta em ativos fitoterápicos brasileiros - buriti, cupuaçu, andiroba, copaíba - sem aditivos químicos, e conquistou a certificação Ecocert, para produtos orgânicos, o que abriu as portas do mercado internacional para sua marca Ikove.“O segmento de cosméticos orgânicos cresce em torno de 20% ao ano nos países desenvolvidos. Só na França, cresceu 40% em 2005. E isso enquanto o mercado de cosméticos convencionais cresce 3,5%”, diz Fernando Lima, sócio da Florestas.A partir da iniciativa New Ventures, a empresa negocia um investimento de R$ 3,2 milhões com fundos de venture capital. “Com os recursos, vamos criar dois centros de bem-estar para divulgar a marca, em São Paulo e Nova York”, diz Lima.RISCODe acordo com André Carvalho, da FGV, esse é o típico perfil de empresa que os investidores brasileiros buscam. “Os fundos querem investir em empresas que já caminham com as próprias pernas, que têm negócios estruturados e produtos com mercado garantido ”, explica. “Curiosamente, o investidor de capital de risco aqui é bastante avesso ao risco”, brinca. Investidores institucionais, como fundos de pensão - Petros, Previ - e o próprio governo já começam a se interessar por essa indústria. A Finep lançou, há duas semanas, um edital para um programa que prevê R$ 80 milhões para projetos de energias limpas, que proporcionem a redução do efeito estufa. “Vamos financiar empresas que queiram, depois, comercializar créditos de carbono”, diz Eduardo Adauto da Costa, chefe do departamento de energia e TI da Finep.A AxialPar administra fundos de venture capital especializados em sustentabilidade. “Buscamos empresas que dominem tecnologias ambientais, promovam a inclusão social e sejam rentáveis”, explica Paulo Bellotti, diretor da AxialPar. O fundo já fez investimentos de R$ 50 milhões em cinco empresas, sendo que três delas cresceram acima de 50% este ano: a Naturalle,de sojas funcionais e orgânicas; a Mar&Terra, de piscicultura, e a Rio de Una, de vegetais e frutas orgânicas. “Cada uma das três faturou de R$ 10 milhões a R$ 15 milhões em 2006”, diz Bellotti. Agora, o fundo está captando recursos junto ao BNDES e o Banco do Brasil para investir R$ 60 milhões em novos empreendimentos, provavelmente nas áreas de microcrédito e energias alternativas.Já o Stratus Banco de Negócios, especializado em fundos de venture capital, criou o Stratus VC III, com R$ 60 milhões (obtidos junto a instituições como o BNDES, BID, Finep e Petros) para investir em empresas nas áreas de commodities diferenciadas (alimentos orgânicos e funcionais), tecnologias limpas e biodiversidade brasileira. “Devemos definir dois investimentos já nesse primeiro semestre de 2007”, diz Philippe Lisbona, diretor do fundo.

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