Terça, 24 Fevereiro 2026
Segundo ela, o governo brasileiro também defende novo valor do peso mínimo, limite mínimo do comprimento do produto e mudanças para a designação de tamanhos.O Brasil vai propor ao Codex Alimentarius, programa conjunto da OMS (Organização Mundial da Saúde) e do FAO (Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), alterações na definição do palmito, ampliando-a para todas as palmeiras comestíveis, com a possível exclusão das referências ao produto cultivado e silvestre. A informação é da diretora do Dipov/Mapa (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal/Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Ângela Peres. Segundo ela, o governo brasileiro também defende novo valor do peso mínimo, limite mínimo do comprimento do produto e mudanças para a designação de tamanhos, conforme os diâmetros dos palmitos.As propostas foram discutidas durante as reuniões do GTPFV (Grupo Técnico de Frutas e Hortaliças Processadas do Codex Alimentarius no Brasil), coordenado pelo Dipov/Mapa, nos Estados do Pará e Espírito Santo.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
Mesmo durante o período de definição e discussão sobre os valores a serem praticados, a administração do porto já estava praticando a nova tabela desde o último dia 1o de agosto. A decisão beneficia, diretamente, com taxas mais competitivas, os empresários da cadeia de fruticultura do Vale do São Francisco interessados em exportar, especificamente, manga e uva.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
A prisão de um paulista e uma pernambucana pela Polícia Civil, na Zona Sul de Natal, no dia 21, revelou uma nova forma de atuação dos clonadores de contas bancárias e cartões de crédito. A estudante Rafaella Daphine, 22 anos, foi flagrada com dois cartões clonados, mas ao invés de ter de assinar o canhoto autorizando a compra, ela possuía a senha da conta bancária da vítima, “pagando” pelos produtos adquiridos à vista. O delegado que cuida do caso, Everaldo Fonseca, disse que os registros de cartões clonados são diários na Especializada de Falsificações e Defraudações, mas a forma utilizada pela acusada é sofisticada e inédita.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
Carlos Slim, cujo monopólio no setor de telefonia no México o ajudou a se tornar o homem mais rico do mundo, está usando brechas legais para incorporar clientes no mercado brasileiro, que apresenta crescimento mais acelerado do que o mexicano.

Após investir US$ 2,76 bilhões nos últimos três anos no Brasil, Slim conseguiu abocanhar vendas da empresa de telefonia dominante em São Paulo, a Telefônica. Agora, a empresa entra na disputa pelos serviços de triple play no Estado de São Paulo, via DTH, cabo e MMDS, com a compra das empresas DTHi e TVA - o que ameaça a hegemonia da Net nesse mercado. "Slim viu a grande oportunidade de negócios no Brasil e foi atrás dela", disse Arthur Barrionuevo Filho, professor de Administração da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo e especialista em telecomunicações. "A Telefónica chegou atrasada e ainda não conseguiu equiparar esse tipo de oferta".

Slim não precisa criar um outro monopólio no Brasil, país que é o quinto maior do mundo em extensão territorial. Até mesmo o controle de uma pequena parcela do mercado de telecomunicações do País se traduziria em aumento dos lucros. No ano que vem, o Brasil poderá responder por 26% da receita da Teléfonos de México SAB (Telmex), de Slim, contra os 19% de 2005, disse Rodrigo Ortega Salazar, analista do BBVA Bancomer no México.

Ao adquirir operadoras de longa distância falidas e uma participação na principal operadora de tevê a cabo do Brasil, o bilionário de 67 anos criou uma divisão brasileira que está crescendo ao dobro do ritmo de sua controladora mexicana.

Após três anos operando no Brasil, as vendas alcançaram R$ 2,9 bilhões no trimestre passado e os lucros obtidos no País poderão ajudar a impulsionar alta de 25% nos papéis da empresa até o final do ano, diz Salazar. Até ontem, as ações da Telmex haviam valorizado 22%.

Fonte: DCI - 24 AGO 2007
0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
O setor de ferramentaria e usinagem do PIM fechou os primeiros sete meses de 2007 com faturamento próximo dos US$ 3 milhões, retração de 18% frente ao mesmo período de 2006, quando encerrou com a receita superior a US$ 3.650 milhões.
A informação, divulgada pelo Sindusfam (Sindicato das Indústrias de Usinagem e Ferramentaria no Amazonas e Roraima), na manhã de ontem, chama a atenção pela promessa de investimentos próximos aos US$ 9.32 milhões como forma de manter a operacionalidade do setor em Manaus.

O presidente do Sindusfam, Amadeu Gomes Ferreira, disse que uma das conseqüências das inúmeras paralisações no setor de fiscalização, por conta das greves de órgãos federais durante o primeiro semestre, foi a queda na produção fabril em relação a igual período do ano passado. O impacto negativo emperrou a abertura de novas frentes de trabalho resultando na perda de aproximadamente 12% da mão-de-obra do setor. “Tivemos uma diminuição no número de operários durante os meses de abril e junho, porque as empresas não tinham como produzir seu material, ficando sem condições de arcar com as despesas”, afirmou o dirigente.

Amadeu Gomes defendeu a geração de trabalho cooperativono setor de ferramentaria e usinagem em Manaus, o que segundo ele implicaria na minimização do tempo de fabricação e entrega de moldes para 10 dias.

De acordo com o empresário, o Sindusfan tem planos para suprir as carências das indústrias do PIM (Pólo Industrial de Manaus), através do fortalecimento das relações entre os associados e melhoria nos processos de fabricação de moldes. “Esse intercâmbio de relações vai assegurar investimentos na melhoria ou aquisição de sistemas computacionais, máquinas pesadas, equipamentos, ferramentas e processos de corte e estratégias de usinagem, tópicos nos quais a ferramentaria e a usinagem terão condições de avançar muito mais”, asseverou Gomes.

Segundo o socioproprietário da Suam (Serviço de Usinagem Amazonas), Adilson Oliveira, os cortes para redução de custos durante os primeiros meses do ano não influenciaram de forma substancial no projeto de ampliação dos negócios da empresa, que já anunciou a transferência de todo o parque fabril para uma área no Distrito 2 em meados de janeiro de 2008.

O empresário assegurou que os investimentos para o terceiro quadrimestre ainda envolvem a criação de novas frentes de trabalho e ampliação de toda a estrutura física para expandir o leque de clientes e alcançar mercados em outros Estados da região. “Simultaneamente à nossa transferência, queremos ampliar em pelo menos 40% nosso atual quadro de operários, obtendo o acréscimo de 25 especialistas para manutenção da qualidade dos serviços”, disse Oliveira.

Cisper sofre impactos da depreciação cambial
Para o gerente da Cisper da Amazônia, José Machado, o duro impacto sofrido pelo setor de usinagem foi conseqüência da desvalorização da moeda estadunidense frente ao real, o que influenciou nas exportações no período de janeiro a julho de 2007.

“Além disso, o alto valor do níquel no mercado internacional praticamente durante todo o ano de 2006 influenciou nos custos de produção e interrompeu qualquer plano de investimento em curto ou médio prazo”, ressaltou o executivo, acrescentando que ainda assim a Cisper manteve a produção média mensal de 14 equipamentos, cuja capacidade total produz cerca de 70 milhões de embalagens de vidro.

As informações do titular do Sindusfan vão ao encontro da opinião do presidente do Sinmem (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas de Manaus), Athaydes Félix Mariano, segundo o qual o único setor ligado à metalurgia com bons resultados durante os últimos sete meses foi o segmento motorizado de duas rodas, que alavancou em mais de 9% o desempenho das indústrias locais.
Na análise do empresário, é preciso abrir os horizontes das indústrias, mostrando o quanto Manaus perde em oportunidades pela falta de integração das ferramentarias e maior agilidade nos prazos para a construção de moldes.

Fonte: Jornal do Commercio - 23 AGO 2007
0
0
0
s2sdefault
powered by social2s

topo oms2

Deixe sua opinião! Comente!