Terça, 24 Fevereiro 2026
Os cerca de 2. 600 ambulantes que atuam nas ruas do Brás estão sendo impedidos de trabalhar nas madrugadas desde o dia 17 por uma operação da Polícia Militar em conjunto com a Guarda Municipal. São cerca de 400 PMs, dezenas de guardas civis, homens da Subprefeitura da Mooca, e de outros órgãos, envolvidos na denominada Operação Oriente.

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O órgão especial do Ministério Público Estadual (MPE) efetivou ontem Thales Ferri Schoedl no cargo de promotor de Justiça com apenas um voto de diferença. Com a decisão, Thales - que é acusado de assassinato - deve voltar a suas atividades de promotor substituto nos próximos dias e continuará a receber o salário de R$ 10.500.

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A diretoria de Suape justifica que as aeronaves serão utilizadas para agilizar as viagens consideradas estratégicas e para fazer apresentações do complexo aos empresários interessados em investir no Estado. “Hoje mesmo (ontem), empresários da empresa argentina Impsa, que vão construir uma fábrica no complexo, pediram para fazer um sobrevôo em Suape e temos que estar preparados para atendê-los”, defende a coordenadora administrativa de Suape, Euza Pires.

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As prestadoras de serviços de terceirização de atividades de Recursos Humanos (RH) estão de olho em consolidação do setor para expandir este mercado no País. Em 2006, a atividade movimentou R$ 700 milhões, em um universo de 200 médias e grandes empresas, sendo apenas 40 especializadas nesta área. O setor estima crescer 20% este ano e prevê dobrar de tamanho até 2010, graças ao aumento da concentração do mercado. "Há um grande potencial de crescimento, com a entrada de grupos estrangeiros no País e um movimento de fusões e aquisições. Até 2010, o mercado deve se concentrar nas mãos de cerca de 10 grandes empresas", avalia Eduardo Quadrado, presidente da Associação Brasileira dos Provedores de Outsourcing de RH (Abpo-RH) e diretor da RM Outsourcing. Segundo ele, o Brasil representa apenas 5% do mercado de terceirização, enquanto este índice chega a 35% na Europa e nos Estados Unidos.Em 2006, as empresas fornecedoras de terceirização de todas as atividades de RH de uma empresa, chamada de Business Process Outsourcing (BPO), representavam 74% deste mercado. "A área de RH está cada vez mais estratégica, por isso terceiriza cada vez mais seus processos operacionais. E um dos requisitos para oferecer o melhor serviço é a alta disponibilidade de tecnologia, por isso as empresas investem até 30% do faturamento em tecnologia", afirma o presidente.O BPO reúne tecnologia e prestação de serviços e deve continuar em expansão. A própria RM Outsourcing é um exemplo deste movimento, pois surgiu da aquisição da operação de outsourcing de RH da Holomática Assessoria pela RM Sistemas, do grupo Totvs, desenvolvedora de softwares de gestão."Com a consolidação dos sistemas de gestão empresarial, esperamos aumentar a participação na informatização da área de Recursos Humanos", indica Célio Valnaia, diretor executivo da Datasul Human Capital Management. "Entramos recentemente na área de treinamento a distância, com a aquisição da Ilog. Há uma demanda crescente nesta área", completa.No início do ano, a Datasul comprou a Ilog, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de ensino a distância. Com a aquisição, a companhia espera expandir suas atividades além da prestação de serviços operacionais. "Queremos avançar nas áreas estratégicas, como as de gestão de competências e treinamento", explica o diretor.Folha de pagamentoNos próximos cinco anos a terceirização da gestão de folhas de pagamento deve continuar se expandindo. Segundo a Abpo-RH, há um déficit de 25 milhões de contracheques de funcionários a ser processados. Uma das que estuda entrar nesta área é a Hewitt.A empresa está revendo sua estratégia global e espera crescer 20% nos próximos três anos com a terceirização de RH a empresas de médio porte. "Uma pesquisa que fizemos na América Latina recentemente indica que há um grande objetivo de terceirização por parte das médias empresas. Por isso, estamos reformulando nossa estratégia, focando não só em empresas globais, mas também em empresas locais. Queremos ampliar nossa atuação a empresas de 2 mil a 5 mil funcionários", revela Carlos Raposo, diretor-geral da Hewitt na América Latina.A receita global da Hewitt foi de US$ 3 bilhões em 2006 e a empresa está presente em 35 países, com escritórios na Ásia, Europa e Américas. O Brasil representa 60% do mercado latino-americano. A empresa iniciou sua atuação com terceirização no País com a aquisição global da empresa Exult. A Hewitt assumiu as operações no Brasil, controlando o Centro de Serviços situado na cidade de Uberlândia (MG), onde está a sede de um dos principais clientes nesta área, o Grupo Algar.Especializada em soluções de recrutamento e seleção, a Manpower espera atingir faturamento de R$ 180 milhões no Brasil, graças a conquista de novos clientes, como a Unisys. Em 2006, a empresa, que atende clientes globais, em conjunto com os 4,5 mil escritórios espalhados por 73 países, entre eles Motorola, IBM, Unisys e Cisco, faturou R$ 140 mihões. "Lançamos nova ferramenta que possibilita realizar processos de seleção de um grande número de candidatos, que pode ser realizado via Internet em todo o País. O foco é atender empresas com processos de estágio e trainee, demanda que só conseguíamos atender através de parcerias", diz Augusto Costa, presidente da Manpower.

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Apesar de considerarem que não existe um ambiente 100% seguro no mercado de capitais, alguns analistas estrangeiros avaliam que o uso de derivativos (ativos que derivam de outros ativos) cada vez mais sofisticados é a melhor saída para o mercado munir-se de proteção contra oscilações futuras. Essa foi a opinião unânime de Prêmios Nobel em economia e especialistas durante o 3º Congresso Internacional de Derivativos e Mercado Financeiro da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), na sexta-feira passada. De acordo com informações da BM&F, principal reduto do mercado de derivativos nacional, o número de contratos negociados no mês de julho apresentou crescimento de 81% de 2006 para 2007, passando de 21,24 milhões para 38,45 milhões.

A ampliação desse setor no Brasil poderá vir também através de parcerias entre as Bolsas de Londres e a BM&F, principal reduto do mercado de derivativos nacional, segundo projeções do prefeito do centro financeiro de Londres, sir John Stuttard.

Ele diz que há grande interesse do Reino Unido de que essa parceria ocorra, o que poderia ampliar ainda mais o número de negócios da BM&F, como os mercados futuros de juro (DI), dólar e Ibovespa. "Um exemplo do potencial de expansão é que o Brasil representa apenas 6% do mecanismo de desenvolvimento limpo do mundo, enquanto Londres tem mais de 50%", diz. Stuttard acredita que essa parceria poderá aumentar a porcentagem brasileira. "A maior parte dos títulos ligados à emissão de carbono são operados em Londres", analisa.

Segundo os especialistas, a expansão desse setor no Brasil nos últimos anos é um dos motivos da rápida recuperação apresentada pela economia durante o período de crise originada no setor hipotecário norte-americano. "Não existe, no entanto, uma saída simples para se diminuir os riscos de evento de crédito , mas uma boa alternativa é o maior uso de instrumentos derivativos para proteção", afirma Kenneth Singleton, professor de finanças da Universidade Stanford.

Ele explica que durante os períodos de crise, há migração de títulos mais líquidos para títulos menos líquidos, como os de renda fixa, mas esse quadro tende a se reinverter à medida que a crise passa. Segundo o analista, durante essas oscilações pode-se utilizar instrumentos derivativos que garantem preços futuros, ou mesmo realizando troca de indexadores. "Países como o Brasil e a Rússia poderão apresentar riscos menores no futuro, pois registram uma queda muito grande de seus spreads nos últimos anos", diz. No caso do Brasil essa queda, para ele, é decorrente em parte pela redução do risco político e estabilidade da inflação.

Singleton diz que os países que possuem títulos com maior liquidez tendem a correr mais riscos em períodos de turbulência. A preocupação agora, diz, é como ficará a demanda de liquidez externa, que pode ter um reajuste para baixo. "Caso esse reajuste ocorra, países emergentes como o Brasil poderão apoiar-se no fato dos investimentos externos estarem mais atentos aos países de forma individual".

Para Robert Merton, professor da Harvard Business Schooll e Prêmio Nobel de Economia em 1997, a decomposição dos derivativos de crédito seria uma possibilidade de inovação e sofisticação desses instrumentos. "Quando se examina o patrimônio dos investidores para se fazer a análise de risco, é preciso analisar também o capital humano, pois eles embutem riscos variados que precisam ser levados em conta. Essa poderia ser uma mudança". Ele explica que a quantidade de patrimônio não é uma estatística suficiente para o crédito, pois é preciso saber qual o potencial de rendimento desse patrimônio. "É preciso saber quais são os ativos e quais são os passivos para se ter uma meta", diz. "Hoje em dia temos muito mais informações para movermos o risco", completa.

Fonte: DCI - 27 AGO 07
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