Terça, 24 Fevereiro 2026
Além dos embarques recordes de milho, o Porto de Paranaguá também tem registrado movimento maior de soja transgênica nas últimas semanas. O fato coincide com a liberação do silo público para o grão geneticamente modificado. Do início do mês até a tarde de ontem, o porto havia recebido 8.796 caminhões carregados com soja transgênica. No mesmo período de julho, foram apenas 4.101. O volume de milho descarregado no porto foi um pouco maior em julho: 8.933 contra 8.025. O grande movimento dos últimos dias gerou fila de caminhões na BR-277, que foi eliminada na madrugada de ontem, após trabalho intenso no pátio de triagem. Após meses de disputa judicial, o silo público foi liberado para a soja transgênica em 20 de julho. Na prática, os operadores só começaram a usar a estrutura a partir de 10 de agosto. O silão tem capacidade para armazenar 107 mil toneladas, cerca de 10% do total do terminal. Para a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), a fila dos últimos dias não tem relação com a soja transgênica. De acordo com o chefe do departamento de operações da Appa, Cláuber Candian, operadores enviaram carga em excesso para o porto, sem ter local onde armazenar. “Alguns mandaram mais cargas. Pelo sistema que temos, poderemos penalizar os operadores que erraram.”

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As empresas cerâmicas do Sul do Estado perde- ram desde junho a linha marítima que ligava o Porto de Imbituba à Costa do Golfo - porta de entrada para o mercado da América do Norte - por onde escoava cerca de 25% dos revestimentos cerâmicos destinados ao mercado externo. Desde então, as indústrias tiveram que recorrer aos portos de São Francisco do Sul e de Itajaí para embarcar os produtos destinados àquela região. A mudança aumentou os custos das empresas em 40% com o transporte rodoviário.

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pelo baixo custo da matéria-prima, a empresa sul-coreana Cheil Jedang Corporation (CJ Corp) do Brasil, ex-filiada da Samsung, irá investir no Brasil R$ 1 bilhão até 2015. A companhia acaba de inaugurar em Piracicaba, no Estado de São Paulo, uma fábrica produtora de lisina - aminoácido para ração animal a partir da cana-de-açúcar.

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A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI), voltada à área de incorporação imobiliária do Grupo Camargo Corrêa, anuncia a chegada às cidades de Belém, Vitória, Recife, Porto Alegre e Brasília, seguindo a estratégia de expansão territorial adotada pelos concorrentes como a Rossi Residencial, que atua em 36 cidades e Cyrela, que acaba de fechar uma joint venture para expandir na Argentina.

Ao acumular um landbank (banco de terrenos) de R$ 6,4 bilhões para novos lançamentos, a CCDI reviu metas de lançamentos até o ano que vem. Os valores saltarão de R$ 2,7 bilhões previstos anteriormente para R$ 3 bilhões. Do total, R$ 1,2 bilhão será aplicado ainda este ano. As vendas do primeiro semestre chegaram a R$ 500 milhões. "A expectativa é fazer pelo menos um lançamento por ano em novas regiões", afirma Roberto Perroni, diretor superintendente da CCDI. A empresa já atua em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Criada em 1996 para administrar os imóveis do Grupo Camargo Corrêa, a empresa ampliou sua atuação há quatro anos, quando passou a atuar no segmento de incorporação de imóveis residenciais e comerciais. Ao ingressar no Novo Mercado da Bovespa, em janeiro deste ano, a companhia captou R$ 522 milhões. Com os negócios em alta, ela acaba de fechar o primeiro semestre com uma receita de R$ 43 milhões, 54,3% maior que a do ano anterior.

Parcerias

Para atender à demanda de lançamentos, a empresa tem apostado em parcerias. A mais recente foi com o Bradesco, para financiar as vendas de conjuntos de escritórios de um empreendimento comercial que será lançado no próximo mês, em São Paulo.

A incorporadora já trabalhava com os bancos Unibanco e Itaú. "O Empresarial Jardim Sul, terá conjuntos de escritório de 35 a 500 metros quadrados. Todos serão financiados da mesma forma que os produtos residenciais", afirma Roberto.

Outra parceria em processo é com a Fernandez Mera, para terceirizar as vendas. "A terceirização nos ajuda a manter o foco na incorporação e nas estratégias de lançamentos. Trabalhamos em parcerias com a Abyara, Coelho da Fonseca e Lopes e estamos em negociações com a Fernandez Mera", ressalta o superintendente. Segundo ele, as vendas contratadas no primeiro semestre totalizaram R$ 170 milhões, praticamente o mesmo valor atingido durante o ano de 2006 (que foi de R$ 171,2 milhões).

Aquisições

Assim como as suas concorrentes Cyrela e Rossi, os próximos lançamentos da CCDI poderão ser feitos através de parceria com incorporadoras regionais. Para obter mais autonomia na gestão de preços e na comercialização dos empreendimentos, a empresa tem priorizado a aquisição de terrenos através de permutas financeiras.

Segundo o diretor, 84% dos terrenos adquiridos após a abertura de capital foram negociados desta forma. A empresa também prefere não participar de leilões.

"As permutas financeiras são mais eficientes que as físicas, pois pagamento é feito sob uma porcentagem do valor do empreendimento e não em unidades. Com isso, ficamos livres para fazer eventuais mudanças em tamanhos e preços dos imóveis, o que nos dá total controle sobre a comercialização", afirma Perroni.

Ampliação em São Paulo

Ampliar sua atuação no Estado de São Paulo também tem sido uma das metas, com aquisições recentes em Ribeirão Preto, Taboão da Serra, Bertioga e São Vicente.

A empresa tem investido em parcerias com prefeituras para projetos de urbanização e revitalização de áreas para conseguir terrenos atrativos, em regiões que não concorram entre si.

"Estamos procurando voltar nossos lançamentos a bairros diferenciados. Investimos R$ 5 milhões para urbanizar uma área no bairro do Jardim Sul, em São Paulo, e acabamos de fechar uma parceria com a prefeitura de Osasco, onde faremos a construção de uma avenida próxima a um empreendimento que vamos lançar no mês que vem", afirma.

O segmento de média renda já corresponde a 43% dos próximos lançamentos da empresa.

"Estamos estudando entrar no segmento de baixa renda, com imóveis de R$ 40 mil a R$ 100 mil. Já adquirimos terrenos com esta intenção, mas estamos analisando a melhor forma de atuar, pois as margens e o modelo de negócios são diferentes do que estamos atuando", conclui Roberto Perroni.

Fonte: DCI - 23 AGO 2007
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Na última semana, São Paulo enfrentou quatro acidentes com caminhões que transportavam cargas perigosas. Ontem, foi a vez da Rodovia Régis Bittencourt, na altura de Itapecerica da Serra, no km 296, ser o local de mais uma ocorrência desse tipo. O produto tolueno diisocianato (TDI) transportado no tanque vazou e equipes da Companhia de Tecnologia Ambiental (Cetesb) precisaram isolar a área para evitar um desastre ecológico. Trata-se de um líquido combustível que forma com o ar uma atmosfera explosiva. Tem efeitos tóxicos , mas não houve vítimas. A empresa pode ser multada.Segundo o Instituto de Pesos e Medidas de São Paulo (Ipem) há uma explicação para o perigo constante nas rodovias paulistas: três em cada dez veículos que transportam cargas perigosas nas estradas circulam de forma irregular.Entre janeiro e junho deste ano foram inspecionados 1.192 caminhões que transportavam cargas tóxicas e inflamáveis, como gasolina, ácido e inseticidas. Desse total, 384 não estavam em condições ideais, uma média de 30%. Em um único dia, 10 mil caminhões desse tipo circulam pela Capital e Grande São Paulo.’’Os principais problemas constatados nos caminhões são relacionados à manutenção dos veículos. Pneus carecas, furos no tanque, falhas no sistema de direção’’, conta o chefe da Divisão de Produtos Perigosos do Ipem, Jair Camporeze. ’’A agravante é que os caminhões circulam por vias com muito movimento e, em qualquer acidente, podem contaminar o solo, a água ou o ar e causar danos à saúde.’’Quinta-feira da semana passada pode servir como termômetro do perigo provocado pelos ’’caminhões-bomba’’. Um acidente na Rodovia dos Bandeirantes derramou ácido clorídrico no asfalto. Horas antes, às 9h20, um caminhão que transportava água oxigenada deixou 1.300 litros em plena Marginal do Pinheiros, próximo à Ponte João Dias. O resultado foi o registro de 9 quilômetros de congestionamento.Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), apenas este ano quatro acidentes com caminhões de carga tóxica foram registrados nas ruas e avenidas da Cidade, envolvendo enxofre, ácido acrílico, hidróxido de sódio, derivados de petróleo e tintas. Em 2006, foram dez acidentes desse tipo no total. A Cetesb, de janeiro até a última sexta-feira deste ano, precisou atender 141 ocorrências de emergências químicas, provocadas pelas falhas de manutenção no transporte de cargas perigosas nas estradas que servem a Capital paulista.No ano passado, foram 198 atendimentos químicos. A estrada campeã de acidentes foi a Régis Bittencourt, com 27 ocorrências, seguida pela Anhangüera ( 22) e pela Dutra(13).O excesso de acidentes com caminhões que transportam produtos perigosos fez a Polícia Rodoviária Estadual, que atua na Dutra, reforçar a fiscalização. Os dados das inspeções realizadas nessa estrada também assustam. De acordo com a concessionária Nova Dutra, dos 174 caminhões avaliados, 99 estavam irregulares, uma média de 56%.’’Um simples vazamento de carga química implica na mobilização de policiais rodoviários, bombeiros, equipes da Cetesb, Polícias Civil e Militar, além de empresas especializadas em contenção de danos ambientais’’, disse o inspetor chefe da Polícia Rodoviária da Nova Dutra, Normildo Oliveira.O presidente da Associação Brasileira de Transporte de Carga (ABTC), Newton Guido, aponta mais um componente. ’’As péssimas condições das estradas contribuem, e muito, para o perigo. Você precisa de um motorista altamente qualificado, além de realizar troca constante de equipamentos.’’ONDE OCORREM MAIS ACIDENTESRODOVIASRégis Bittencourt (27)Anhangüera (22)Presidente Dutra (13)Castello Branco (11)Bandeirantes (9)Washington Luiz (7)Marechal Rondon (6)Dom Pedro I (5)Raposo Tavares (5)Piaçagüera Guarujá (5)Raposo Tavares (5)Imigrantes (4)Índio Tibiriçá (3)Transbasiliana (3)Padre Manuel da Nóbrega (2)Fernão Dias (1)Tamoios (1)Santos Dumont (1)RUAS E AVENIDAS19 ocorrências registradasBALANÇO DOS ACIDENTES47% das cargas envolvidas em acidentes eram de produtos inflamáveis8% dos produtos das ocorrências químicas eram de ácidos e substânciasCorrosivas5% das substâncias derramadas nas rodovias de São Paulo e avenidas da Capital eram tóxicas e infectantes

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