Terça, 24 Fevereiro 2026
A Usiminas assinou contrato de trinta meses com o fornecedores chineses MinMetals,MCC e ACRE para a construção de sua terceira coqueria, que ficará localizada na usina da empresa em Ipatinga (MG). O investimento total é de aproximadamente US$ 250 milhões. As obras deverão se iniciar em maio do ano que vem, com a montagem do equipamento em outubro. A previsão é que no segundo semestre de 2009 a coqueria entre em operação.

A siderúrgica mineira segue os passos da Gerdau e da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), que também contrataram fornecedores asiáticos para a construção de suas coquerias. No caso da CSA, um projeto conjunto da alemã ThyssenKrupp e da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), além dos equipamentos serão "importados" também cerca de 600 trabalhadores chineses. Segundo a empresa, a maioria são engenheiros com mão-de-obra qualificada essencial para a construção da coqueria. O contrato, fechado com a empresa Citic, tem valor aproximado de US$ 450 milhões.

Já a Gerdau Açominas fechou em 2005 contrato com cinco companhias chinesas para as obras de ampliação de 50% da capacidade de sua usina em Ouro Branco (MG). A soma dos equipamentos chegou a R$ 650 milhões, ou 21% do total do investimento de R$ 3 bilhões na ampliação. O pacote de tecnologias asiáticas visava a ampliar a capacidade instalada do alto-forno, da sinterização e da coqueria. Uma das empresas é a MinMetals, que também faz parte do grupo que assinou contrato com a siderúrgica mineira.

Auto-suficiência

A nova coqueria garantirá a auto-suficiência da empresa em coque, um dos principais insumos utilizados pelas siderúrgicas, e que vem sofrendo muitas oscilações de preço no mercado internacional. Ela terá capacidade de produzir 750 mil toneladas por ano de coque. A primeira coqueria construída pela empresa, que já está em atividade a 44 anos, será desativada após a construção da nova unidade.

A construção da nova coqueria faz parte do plano de expansão da capacidade de produção de aço da Usiminas, anunciado neste ano. Até 2015 deverão ser aportados US$ 8,4 bilhões nas usinas de Ipatinga e Cubatão (SP), que adicionarão 2,2 milhões toneladas de aço por ano.

Há também planos de construção de uma nova usina, provavelmente em Cubatão, onde serão produzidos 3 milhões de toneladas de placas de aço por ano, destinadas ao mercado externo. O objetivo da Usiminas é encontrar algum parceiro para laminar estas placas, embora não descarte também a possibilidade de instalar ou adquirir um laminador próprio no exterior.

A Usiminas assinou contrato de 30 meses com os fornecedores chineses MinMetals, MCC e ACRE para construir sua 3ª coqueria, que ficará na usina de Ipatinga (MG). O investimento total é de US$ 250 milhões.

Fonte: DCI - 30 JUL 07
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O presidente da Organização Desportiva Pan-americana (Odepa), Mario Vazquez Ranã, decretou o fim dos XV Jogos Pan-americanos Rio 2007, com um discurso em que agradecia aos governantes, aos atletas e aos voluntários do Pan e prometeu: "Nos vemos em 2016" - fazendo referência à vontade da cidade em se candidatar aos Jogos Olímpicos desse ano.

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“Nenhum acidente advém de um único fator, normalmente uma seqüência. Então uma tripulação que por acaso não tenha um descanso suficiente ou a pista que tenha tido alguma influência, isso tudo são fatores que podem ter contribuído”, afirmou Kersul.

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Os servidores estaduais do Pará ganharam uma vantagem extra do governo local. Um decreto da governadora Ana Júlia Carepa (PT) estabeleceu ponto facultativo para os funcionários públicos nas sextas-feiras de julho. A medida já valeu para os dias 13 e 20 de julho e será adotada novamente depois de amanhã. O governo admite que a decisão facilita as viagens até as praias paraenses.A petista já tomou outras medidas polêmicas, como a nomeação de parentes para empregos na administração local. Em maio, teve de exonerar o irmão Luiz Roberto de Vasconcelos Carepa, diretor de Saúde Pública. Já tinha indicado outro irmão, José Otávio Carepa, para a subsecretaria de Esportes. Outras nomeações controvertidas foram a de sua cabeleireira Manuella Figueiredo Barbosa e da esteticista Franciheli da Costa, como assessoras especiais. Ambas já foram demitidas.O decreto de número 262 da governadora foi publicado no Diário Oficial do Pará, no dia 4. Com apenas três artigos e quatro linhas de extensão, o texto é direto. O artigo primeiro torna “facultativo o expediente nos órgãos estaduais da Administração Direta e Indireta nos dias 13, 20 e 27 de julho de 2007”. O artigo 2º prevê salvaguardas para evitar prejuízos à prestação de serviços essenciais. Diz que “os órgãos estaduais das áreas de arrecadação, saúde pública e defesa social estabelecerão (...) escalas de serviço de servidores, a fim de que o atendimento à população não sofra solução de continuidade”. A assessoria de Comunicação Social do governo do Pará explicou a decisão afirmando que “é um costume o funcionalismo público estadual negociar o facultamento das sextas-feiras de julho, período de férias escolares e verão no Pará”. E justifica: “Nesta época, grande parte da população se desloca para balneários. Anteriormente, a negociação era feita por órgãos. O decreto normatiza uma prática comum. Ressalte-se que a medida não interrompe a prestação de serviços essenciais pelo governo.”PRESTÍGIOApesar das medidas polêmicas, Ana Júlia está com prestígio alto no governo.No dia 3 de agosto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai ao Pará para fazer o lançamento local do PAC do saneamento e da habitação. O programa prevê investimentos de cerca de R$ 800 milhões para cidades paraenses. Lula decidiu antecipar sua ida ao Pará justamente na estratégia de trocar eventos no Centro-Sul, privilegiando Estados do Norte e Nordeste, onde deve ter uma recepção popular melhor.

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BRASÍLIA – O erro técnico de um único militar, e não uma sabotagem patrocinada por controladores, teria provocado a pane que no fim de semana impediu a chegada ao Brasil de vôos dos EUA e provocou um novo caos nos aeroportos brasileiros com reflexos até a noite de ontem. A hipótese de sabotagem não foi totalmente descarta, mas ficou esvaziada, segundo a Aeronáutica, que investiga o caso. Mesmo assim, a vigilância sobre os militares também aumentará, com a instalações de mais câmeras no centro de controle responsável pela região amazônica. O responsável pelo curto-circuito nos geradores do Cindacta-4 (Manaus) deverá ser punido e pode ser preso. Ontem, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, informou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que um sargento do Cindacta-4 teria admitido que cometeu um erro quando tentava consertar uma falha elétrica no sistema de geradores. A pane deixou aviões que vinham dos EUA e da América Central voando às cegas e impediu, por três horas, novas entradas e saídas de aeronaves do País por aquela região. Segundo explicações de Saito ao presidente, a bateria do nobreak do sistema teria caído enquanto o sargento trabalhava na parte elétrica. Lula decidiu mandar para Manaus um grupo de especialistas para fazer uma avaliação técnica dos problemas em Manaus. O diretor do Cindacta-4 disse que dificilmente uma pane como a ocorrida sábado voltará a acontecer. Mas ele citou a Lei de Murphy (aquela que diz que, se alguma coisa pode dar errado, dará) para dizer que ninguém está livre de imprevistos. Ao comandante da Aeronáutica, Lula disse que não admitirá nova pane no Cindacta-4 e nem em outros locais estratégicos. A Aeronáutica está fazendo convênios com companhias elétricas regionais para que acompanhem a manutenção nos Cindactas. Saito disse que o técnico que estava de plantão na madrugada de sábado admitiu ter cometido um “erro grave”. Mas o Planalto ainda não está totalmente convencido disso, porque a manutenção foi realizada sem a indicação de que havia qualquer problema e, principalmente, porque foi realizada em um horário de pico. No momento da pane, mais de 40 aviões sobrevoavam a região coberta pelo centro. Já está decidido que o militar será preso (prisão administrativa no quartel), podendo ainda ser transferido para outra unidade por ter deixou de seguir normas básicas no momento da manutenção, e ser negligente e desleixado. A investigação deve ser concluída ainda esta semana.Fonte: Jornal do Commercio - 24 JUL 07

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