Terça, 24 Fevereiro 2026
A prefeitura de Hamburgo, na Alemanha, deve ajudar na revitalização do porto carioca. Foi assinado, ontem (18), um acordo de cooperação com o governo fluminense para que o estado adote as técnicas de recuperação da área portuária do local. Hamburgo está desenvolvendo o maior projeto portuário de toda a Europa.O governador do Rio, Sérgio Cabral, prometeu que, no segundo semestre, técnicos alemães estarão no Rio para iniciar o trabalho de ação conjunta. O governador declarou, no terceiro dia de sua viagem a Alemanha que, na prática, a revitalização com a tecnologia alemã incluirá a reurbanização da área do porto, com empreendimentos habitacionais, sociais e de entretenimento. O que significa instalar lojas, escolas, restaurantes e comércio em geral, sempre preservando o meio ambiente criando áreas verdes. A revitalização da Zona Portuária era uma das promessas de campanha de Cabral. O projeto está entre os 30 itens de um documento assinado entre governo estadual, quando Cabral assumiu, em 2007, e o municipal, que prevê uma série de melhoria para a cidade.Há anos a prefeitura anuncia projetos para a revitalização Zona Portuária, mas a maioria nunca foi adiante. Entre as idéias que não saíram do papel, estão o Museu Guggenheim e a criação de um píer com lojas e espaços culturais. Um dos projetos no local, de 2001, incluía até um estádio de futebol do Flamengo. No mesmo documento previa-se um mergulhão que começaria na Avenida Rio Branco e passaria por baixo da Praça Mauá. Com isso, a Avenida Rodrigues Alves desapareceria, sendo substituído por uma esplanada de pedestres que iria até o Armazém 4.O mesmo projeto previa a implantação na Praça Mauá do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), com financiamento do BNDES. A prefeitura também tinha projetos que incluíam a reurbanização da Avenida Rodrigues Alves com construção de calçadão e ciclovia e a abertura ao público do Píer da Praça Mauá, que seria pavimentado com pedras portuguesas.Mais parceriasFoi anunciado em 2002 que a prefeitura, o Ministério do Meio Ambiente e o governo de Portugal assinariam um convênio para a realização de um estudo de viabilidade e concepção de um aquário na Praça Mauá. A intenção era inaugurá-lo ao público em 2004. Em 2007, foi aprovado o projeto de construção do aquário. Neste ano, o projeto foi entregue à prefeitura.Em 2003, o prefeito Cesar Maia publicou no Diário Oficial um decreto suspendendo os projetos de revitalização do porto, caso o Museu Guggenheim não saísse do papel. Ele justificou a decisão alegando que revitalizações dependiam de um empreendimento âncora.Além de alemães e portugueses, os franceses também se interessaram em ajudar na revitalização do espaço. Em 2004, um grupo francês se reuniu no Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos para discutir a parceria. Entre os projetos estavam a recuperação do casario colonial português, a construção de jardins e, novamente, a implantação do VLT, reunindo seis linhas que juntas cobririam 42 quilômetros de extensão na região, atendendo à Praça XV, a Lapa, o porto e a Leopoldina.

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Duas outras instituições devem seguir os passos do Banco Itaú e colocar à disposição de aplicadores estrangeiros fundos de investimento com ativos brasileiros. O DCI entrou em contato ontem com cinco instituições, das quais o Banco Bradesco e o Banif informaram estudar essa possibilidade. "Estamos olhando para o mercado off shore há algum tempo e identificamos de que de uns tempos para cá o interesse por fundos de gestores especialistas em Brasil, que era muito pequeno, passou a existir", afirmou o gestor da Banif Nitor Asset Management, Julio Erse. A instituição pretende oferecer, até o final de julho, aproximadamente, um fundo de equity hedge com operação long and short, de fundos alavancados com operações em ações. "A captação inicial deve ser de US$ 10 milhões, devendo evoluir porque estará na prateleira de produtos da gama de asset management global, atingindo Portugal, Espanha, Nova York e Londres", continuou.O Banco Bradesco analisa lançar diversos fundos de investimento - agregando várias modalidades, como de ações e renda fixa - também em Tóquio, no Japão. A concretização do acordo, feito com o maior banco privado daquele país, o Bank of Tokyo - Mitsubishi UFJ, aguarda, segundo a instituição financeira "um bom momento econômico". A gestão dos ativos deve ficar com o Bradesco Asset Managment. O Bradesco atua com parcerias no Japão há alguns anos, oferecendo, a brasileiros, serviços como emissão de remessas e máquinas de auto-atendimento para saque.O Itaú, o maior gestor de recursos de terceiros do setor privado, com mais de US$ 100 bilhões de em ativos, lançou, nesta semana, o primeiro fundo brasileiro no Japão, o Brazil Equity Fund. O produto, criado em parceria com a Nikko Asset Management, um dos maiores gestores de recursos do país, é composto por ações de empresas brasileiras, com distribuição pelo banco Sumitomo Mitsui Banking Corporation (SMBC). A expectativa é captar cerca de US$ 500 milhões até o fim do ano. O Itaú atua no Japão desde 2004 e espera atrair com este lançamento parte dos US$ 7 trilhões de dólares que os japoneses têm em poupança, com rendimentos inferiores a 0,5% ao ano. Este é o terceiro fundo que o Itaú lança no mercado asiático. Em agosto de 2007 foi lançado na Coréia o Brazil Samba Fund, fundo composto por empresas brasileiras, resultado da parceria com as coreanas Daewoo Securities e KDB Asset Management. O fundo captou mais de US$ 100 milhões em menos de um ano. Em maio foi lançado o KDB Samba Latin America Equity Fund, fruto da mesma parceria.Para o professor e pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi) Luiz Jurandir Simões de Araújo, é natural que as instituições comecem a oferecer produtos aos brasileiros residentes no Japão."Com a ramificação dos bancos, a tendência é de que estes produtos apareçam lá fora. O brasileiro que foi trabalhar no Japão e tem família no Brasil pretende voltar para cá, e ao invés de investir direto aqui, já que tem o problema do câmbio, é mais fácil aplicar em companhias brasileiras direto do Japão", explicou o acadêmico, indicando que esse é o principal motivador.TendênciaSegundo especialistas, a iniciativa é uma tendência natural. "As ações brasileiras têm-se tornado muito atrativas pela rentabilidade", explicou o diretor e analista da Intelect Gerenciamento Financeiro, Alexandre Lignos. Atrelados a isso, os dois importantes graus de investimento concedidos recentemente ao Brasil - primeiro pela Standard and Poor’’s e depois pela Fitch Ratings - estimulam ainda mais as aplicações no País. "Os títulos trouxeram uma confiança maior", continuou. Para Erse, do Banif, os investment grades não são fator principal. "No mundo, é verificada uma procura por outros mercados, principalmente emergentes, e o Brasil foi privilegiado dentro desse movimento por causa da economia relativamente estável e por ser um grande produtor de commodities", disse. "Outros bancos devem entrar nesse mercado e, futuramente, começar a vender caderneta de poupança e títulos do governo. A maioria dos brasileiros que trabalham no Japão voltará para passar a aposentadoria no Brasil, e estes produtos se tornam interessantes", finalizou Araújo, da Fipecafi.

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SÃO PAULO - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu que o eleitor também poderá ver a foto do candidato a vice-prefeito na tela da urna eletrônica. De acordo com o TSE, o propósito é informar melhor sobre os candidatos. Segundo o ministro Carlos Ayres Britto, presidente do TSE, a inclusão atende ao direito dos eleitores de serem melhor informados.

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PARIS (AFP) — O presidente francês, Nicolas Sarkozy, confirmou que a França se integrará em breve ao comando militar integrado da Otan, mas que a dissuasão nuclear continuará sendo "estritamente nacional". Também afirmou que a França não colocará suas tropas sob a autoridade da Aliança em tempos de paz, ao apresentar o Livro Branco da Defesa.

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“Enrolação”. É desta forma que o presidente da Delegacia Sindical da Baixada Santista do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, Newton Güenaga Filho, define os quatro meses em que manteve reunião com a direção da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) onde foram tratadas as demissões sem justa causa de engenheiros da empresa, no início deste ano. “Durante esse tempo apresentamos várias propostas para a empresa”.

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