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Com maior fluxo de caixa e garantia de bom retorno, as empresas brasileiras aumentam as aplicações financeiras. Em levantamento feito pelo DCI, oito das maiores empresas de capital aberto do País tinham R$ 17,6 bilhões em aplicações financeiras dentro de seus ativos. Este número é 87,2% maior que o registrado ao fim de 2007, quando o valor era de R$ 9,4 bilhões. Na comparação com o primeiro trimestre de 2007, o crescimento é de 29,4%. O volume em aplicações financeiras encerrou o mês de março do ano passado em R$ 13,6 bilhões.
As empresas pesquisadas foram Petrobras, Abyara, Ipiranga, Companhia Brasileira de Distribuição, CCR, Sul América Seguros, UOL e Gafisa. Todos os dados foram tirados das Informações Trimestrais enviadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pelas próprias empresas.
Entre todas as companhias pesquisadas, o destaque fica para a Petrobras. Em dezembro de 2007, a estatal tinha em seus ativos um total de R$ 6,981 bilhões aplicados no mercado financeiro. Em três meses, a empresa duplicou esse valor, passando a ter R$ 14,669 bilhões de seus ativos em aplicações financeiras. No primeiro trimestre de 2007, esse número estava em R$ 12 bilhões.
De acordo com o coordenador de Relações com Investidores da estatal, Lucas Tavares de Mello, o fenômeno é resultado da política da controladora de aplicar os volumes, auferidos por cada uma das subsidiárias, de uma só vez. "A Petrobras acredita que a gestão unificada do caixa garante maior rendimento e que há uma melhor aplicação dos recursos", explicou. Quando observados os dados consolidados, sem levar em consideração apenas o desempenho da controladora, houve uma ligeira queda nas aplicações, passando de R$ 10,7 bilhões para R$ 9,8 bilhões no período. "A tendência é que a holding continue com essa estratégia de unificar a administração do caixa", concluiu.
Outra companhia que apresentou alta acentuada foi a Companhia Brasileira de Distribuição, controladora do Grupo Pão de Açúcar. No primeiro trimestre de 2007, a empresa tinha R$ 51,3 milhões aplicados. Ao final de 2007, esse número passou para R$ 478,9 milhões. E ao final de março desse ano, esse volume passou para R$ 824,8 milhões. Um aumento de 72,2%.
As outras seis companhias, somadas, são responsáveis por R$ 2,117 bilhões do valor aplicado no
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O fundo Matlin Patterson e o escritório de Roberto Teixeira são acusados de falsificar a ata de uma assembléia geral da VarigLog de 8 abril de 2008. Nela, é contabilizada a presença de um acionista que diz não ter sido convocado. A assembléia foi realizada para destituir os sócios brasileiros Marco Audi, Marcos Haftel e Luiz Gallo, além do conselheiro Harro Fouquet, do Conselho de Administração, e eleger novos sócios.
Segundo a ata, a Fundação Ruben Berta Participações (FRB Par), detentora de 0,5% das ações, foi representada por seu vice-presidente, João Luis Bernes de Sousa. A ata é assinada pela advogada Larissa Teixeira, filha de Roberto Teixeira, e por Santiago Born, executivo do Matlin Patterson.
Procurado, Sousa negou ter aprovado a destituição e nomeação de conselheiros. "Não aprovei a destituição de ninguém e muito menos nomeei ninguém", disse Sousa, que é ex-presidente da VarigLog. Ele conta que a última vez que entrou na sede da VarigLog em São Paulo foi no dia 4 de abril.
A falsificação de uma ata de assembléia é crime de falsidade ideológica. Segundo o artigo 299 do Código Penal, por ser um documento publico, a pena prevista é de um a cinco anos.
O presidente da Fundação Ruben Berta, César Cury, confirma que a FRB Par não participou nem deu procuração para ninguém representá-la na assembléia. "Não fomos avisados da assembléia nem aprovaríamos o conteúdo dela", disse.
Ele conta que ficou sabendo da assembléia "há poucos dias", quando foi procurado por advogados do escritório de Teixeira para homologar o resultado da assembléia. "Nos procuraram e dissemos que não íamos homologar. No nosso entendimento, isso é ilegal e queremos a anulação do registro dessa assembléia", disse Cury. Ele afirmou ter advogados analisando as medidas cabíveis.
Procurada pelo Estado, a assessoria do Matlin Patterson e do escritório Teixeira, Martins e Advogados declarou que a FRB Par compareceu à reunião, representada por Bernes de Sousa. "Não é verdadeira a afirmação de que não havia ninguém representando a Fundação Rubem Berta. O sr. João Luís Bernes de Sousa, além de ex-presidente da VarigLog, também é membro da fundação e a representou no ato."
O advogado dos sócios brasileiros da VarigLog, Marcello Panella, do escritório Thiollier Advogados, afirmou que pretende enviar a ata da reunião para a 17ª Vara Cível de São Paulo, onde tramita o processo de dissolução societária dos sócios brasileiros e estrangeiros da VarigLog. "A comprovação da falsificação anula todos os atos praticados por essa nova diretoria." A assembléia nomeou para o conselho os empresários Paulo de Tarso Vianna Silveira e Ricardo Vastella Júnior e o consultor Eduardo Artur Rodrigues Silva.
Segundo a ata, a Fundação Ruben Berta Participações (FRB Par), detentora de 0,5% das ações, foi representada por seu vice-presidente, João Luis Bernes de Sousa. A ata é assinada pela advogada Larissa Teixeira, filha de Roberto Teixeira, e por Santiago Born, executivo do Matlin Patterson.
Procurado, Sousa negou ter aprovado a destituição e nomeação de conselheiros. "Não aprovei a destituição de ninguém e muito menos nomeei ninguém", disse Sousa, que é ex-presidente da VarigLog. Ele conta que a última vez que entrou na sede da VarigLog em São Paulo foi no dia 4 de abril.
A falsificação de uma ata de assembléia é crime de falsidade ideológica. Segundo o artigo 299 do Código Penal, por ser um documento publico, a pena prevista é de um a cinco anos.
O presidente da Fundação Ruben Berta, César Cury, confirma que a FRB Par não participou nem deu procuração para ninguém representá-la na assembléia. "Não fomos avisados da assembléia nem aprovaríamos o conteúdo dela", disse.
Ele conta que ficou sabendo da assembléia "há poucos dias", quando foi procurado por advogados do escritório de Teixeira para homologar o resultado da assembléia. "Nos procuraram e dissemos que não íamos homologar. No nosso entendimento, isso é ilegal e queremos a anulação do registro dessa assembléia", disse Cury. Ele afirmou ter advogados analisando as medidas cabíveis.
Procurada pelo Estado, a assessoria do Matlin Patterson e do escritório Teixeira, Martins e Advogados declarou que a FRB Par compareceu à reunião, representada por Bernes de Sousa. "Não é verdadeira a afirmação de que não havia ninguém representando a Fundação Rubem Berta. O sr. João Luís Bernes de Sousa, além de ex-presidente da VarigLog, também é membro da fundação e a representou no ato."
O advogado dos sócios brasileiros da VarigLog, Marcello Panella, do escritório Thiollier Advogados, afirmou que pretende enviar a ata da reunião para a 17ª Vara Cível de São Paulo, onde tramita o processo de dissolução societária dos sócios brasileiros e estrangeiros da VarigLog. "A comprovação da falsificação anula todos os atos praticados por essa nova diretoria." A assembléia nomeou para o conselho os empresários Paulo de Tarso Vianna Silveira e Ricardo Vastella Júnior e o consultor Eduardo Artur Rodrigues Silva.
Fonte: O Estado de S. Paulo - 13 JUN 08
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