• Profissional com ampla experiência no mercado de O&G, Tadeu participou da criação da Dome, subsidiária do Grupo Prumo, em 2016, e esteve à frente do desenvolvimento do seu plano de negócios. Ele liderou o início da operação da empresa em 2017, quando assumiu os cargos de CEO e membro do Conselho de Administração

  • A grande vedete do 1º leilão (02, 03) na vigência da Nova Lei dos Portos (Lei nº 12.815/13) foi o terminal graneleiro da Ponta da Praia - Santos; arrematado pelo consórcio LDC Brasil BSL (Louis Dreyfus Commodities e Cargill) que se comprometeu a pagar uma outorga de R$ 303 milhões: 70% dos R$ 430 milhões arrecadados pelo Governo Federal com os 3 lotes (R$ 115 milhões da Fíbria, pela área do Macuco + R$ 12,5 milhões da Marimex, pela de Paquetá; ambas destinadas à movimentação de papel e celulose)

  • A autarquia viculada ao estado do Rio Grande do Sul recorreu das penalidades, mas os pedidos de reconsideração foram negados em votação durante a 454ª Reunião Ordinária da diretoria colegiada da Antaq, realizada no dia 19 de dezembro de 2018, e agora o poder público local terá que arcar com o prejuízo.

  • De acordo com a diretora-presidente do Porto de Cabedelo (PB), Gilmara Temóteo, a retomada do processo de descentralização da gestão dos portos públicos e a não privatização integral dos terminais foram os principais pontos discutidos

  • Na análise de Barbosa, a descentralização da gestão dos portos, por si só, não resolve as pendências que têm travado o desenvolvimento do setor portuário no País, pois resultaria apenas na transferência de responsabilidade entre instâncias de governo. "É preciso alterar a regulação e aperfeiçoar o processo de escolha dos executivos que estarão à frente dos portos", opina

  • Se há mal que vem para o bem, isto pode ser dito do Decreto nº 9.759 de 11 último, extinguindo todos os Conselhos com composições e competências não definidas em lei. Assim, ameaça também aniquilar os Conselhos de Autoridade Portuária (CAP), que há muito precisam ser aprimorados.

  • Ao completar os cem primeiros dias da arrastada indicação política de Casemiro Tércio Carvalho para assumir a presidência da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a administradora do Porto de Santos, o que mais marcou esse período foi o descompasso da Autoridade Portuária com a sua comunidade.

  • O objetivo, segundo a Gerência de Comunicação da Autoridade Portuária, é destacar as principais ações realizadas e aquelas previstas para o segundo semestre.

  • O diretor-presidente da Autoridade Portuária ressaltou, em tom de orgulho, o lucro líquido de R$ 68 milhões registrado pela Companhia no primeiro quadrimestre de 2019, para o qual contribuiu ao ter a nomeação aprovada pelo Conselho de Administração (Consad) em 25 de fevereiro

  • A direção da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) anunciou, durante a Intermodal South America - maior evento de logística do continente americano - as intenções de conceder pacotes de serviços à iniciativa privada, agilizar o lançamento de editais para arrendamento de quatro áreas, reduzir o passivo do Portus, melhorar a eficiência de compliance da estatal e, até mesmo, estudar a abertura de capital por meio de uma Oferta Pública Inicial (IPO) de ações ao mercado

  • Os Conselhos de Autoridade Portuária (CAPs) correm sério risco de extinção no Brasil após a publicação do Decreto 9.759/2019 pelo Governo Federal. Antes independente de outras entidades e regulamentados pela Lei de Modernização dos Portos (8.630/1993), com a criação da Lei 12.815/2013 os CAPs deixaram de ser deliberativos para se tornarem instituições meramente consultivas, sem definição de competências. Caso não sejam realizadas alterações na definição da natureza jurídica dos Conselhos, a tendência é que sejam extintos

  • O Porto de Santos, avalia Rosana, não cumpre o papel de ser um indutor de desenvolvimento e empregos na Baixada Santista, pois historicamente sofre com a centralização do poder da gestão da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) em Brasília

  • Ao abordar o modelo de gestão para os portos brasileiros, o foco inexorável é a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Autoridade Portuária do Porto de Santos, por sua dimensão e complexidade. O único dos portos brasileiros a figurar no Top 50 da movimentação de contêineres no mundo

  • O Conselho de Administração (CONSAD) empossou, nesta segunda-feira (10), a nova conselheira Mariana Pescatori e o novo diretor de Relações com o Mercado e Planejamento (DIRMEP), Jean Paulo Castro e Silva, em sessão realizada no edifício-sede da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ)

  • Diante das eternas promessas de que as companhias docas brasileiras serão geridas por profssionais de alto gabarito, causa espanto o teor da ata da 1918ª reunião da diretoria executiva da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) indicando para o cargo comissionado de gerente de Contratos de Arrendamento uma pessoa, de acordo com o próprio documento, que não detém "integralmente os requisitos necessários" para exercer a função

  • A diversificação das cargas movimentadas em Natal e a construção de um retroporo com integração rodo-ferroviária estão entre os principais desafios do almirante de esquadra Elis Treidler Öberg, nomeado para o comando da Companhia em fevereiro deste ano, como parte da estratégia do Ministério da Infraestrutura em selecionar profissionais aptos para "coordenar pessoas na execução de projetos complexos"

  • Importante observar que, por lei, a licença solicitada por Parsifal não pode ser remunerada. Nos meses de maio e junho, conforme arquivos publicados no espaço de Acesso à Informação no site da CDP, a remuneração bruta do então diretor-presidente foi de R$ 28.268,22 

  • O engenheiro da Prefeitura de Santos, Adilson Luiz Gonçalves, falou ao Esquenta WebSummit Portogente 2017 sobre vantagens e desvantagens de regionalizar a gestão dos portos brasileiros

  • Ele já esteve à frente do Conselho de Administração da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) e em maio de 2016 integra o quadro do entrão Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, hoje Ministério da Infraestrutura

  • O engenheiro eletricista e secretário-adjunto de Assuntos Portuários, Indústria e Comércio da Prefeitura de Santos (SP), José Antônio Oliveira de Rezende, falou ao Portogente que a descentralização da gestão dos portos brasileiros precisa contemplar autonomia administrativa e resolução definitiva para os passivos existentes, como o do Portus, o fundo de previdência dos portuários