• Diante das eternas promessas de que as companhias docas brasileiras serão geridas por profssionais de alto gabarito, causa espanto o teor da ata da 1918ª reunião da diretoria executiva da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) indicando para o cargo comissionado de gerente de Contratos de Arrendamento uma pessoa, de acordo com o próprio documento, que não detém "integralmente os requisitos necessários" para exercer a função

  • Resultado positivo foi de R$ 63,5 milhões. Aumento de receita e controle de custos garantiram o desempenho

  • A diversificação das cargas movimentadas em Natal e a construção de um retroporo com integração rodo-ferroviária estão entre os principais desafios do almirante de esquadra Elis Treidler Öberg, nomeado para o comando da Companhia em fevereiro deste ano, como parte da estratégia do Ministério da Infraestrutura em selecionar profissionais aptos para "coordenar pessoas na execução de projetos complexos"

  • Importante observar que, por lei, a licença solicitada por Parsifal não pode ser remunerada. Nos meses de maio e junho, conforme arquivos publicados no espaço de Acesso à Informação no site da CDP, a remuneração bruta do então diretor-presidente foi de R$ 28.268,22 

  • O engenheiro da Prefeitura de Santos, Adilson Luiz Gonçalves, falou ao Esquenta WebSummit Portogente 2017 sobre vantagens e desvantagens de regionalizar a gestão dos portos brasileiros

  • Ele já esteve à frente do Conselho de Administração da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) e em maio de 2016 integra o quadro do entrão Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, hoje Ministério da Infraestrutura

  • O engenheiro eletricista e secretário-adjunto de Assuntos Portuários, Indústria e Comércio da Prefeitura de Santos (SP), José Antônio Oliveira de Rezende, falou ao Portogente que a descentralização da gestão dos portos brasileiros precisa contemplar autonomia administrativa e resolução definitiva para os passivos existentes, como o do Portus, o fundo de previdência dos portuários

  • O artigo utilizou estudos de caso para explicar a privatização dos portos de Brisbane, Botany, Kembla, Newscatle e Melbourne, processos realizados desde 2010. O modelo adotado foi o "private landlord port", ou seja, com a autoridade portuária sendo administrada pela iniciativa privada e o Estado mantendo o controle do território portuário (landlord) e a responsabilidade pela regulação da atividade

  • O modelo ideal, ou pelo menos mais eficiente, de gestão dos portos brasileiros é alvo de debates acalorados por todo o País. Para contribuir e subsidiar os interessados no tema, o Blog apresenta hoje o competetente estudo comparado "A governança dos portos brasileiros", de autoria de José Tavares de Araujo Jr., publicado pelo Centro de Estudos de Integração e Desenvolvimento (Cindes), em julho de 2018

  • É realmente boa a intenção do presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Casemiro Tércio Carvalho, de lançar um edital de chamamento público para recebimento de doações de estudos portuários

  • A denúncia consiste na inexistência de um projeto básico delimitando as atividades que seriam praticadas pela contratada, no caso a Fubrás. A empresa tem um histórico quase inexistente de prestação de serviços e, de acordo com o Ministério Público, foi utilizada para apropriação indevida de verbas do Estado

  • Em seu discurso oficial, Falcão ressaltou a importância do trabalho exercido pelos práticos para a segurança da navegação e para a proteção ambiental nos municípios costeiros e também na Bacia Hidrográfica do Amazonas

  • Em nota enviada pela assessoria de comunicação, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) apresenta sua posição com relação ao Editorial do Portogente, de 4 de novembro último.

  • O diretor-presidente da Una Marketing de Eventos, Fabrício Julião, afirma que a programação do evento irá abordar as discussões que envolvem o modelo de gestão dos portos brasileiros, seja ele de controle público ou privado. "Precisamos de um canal de discussão para trazer esse debate e inovação ao setor, falar de temas importantes como tecnologia, gestão, regulamentação. Queremos um evento proativo que possa contribuir para iluminar todas essas questões"

  • Único porto brasileiro entre os 50 melhores do mundo e o mais importante do País, o Porto de Santos recepcionou, no dia 17 último, o secretário Nacional de Portos e Transportes Hidroviário Diogo Piloni com batedores, circunstância e rififi.

  • Mesmo sem ter tido a nomeação publicada, até o dia 16 de janeiro, no Diário Oficial da União, o indicado à diretor-presidente da Companhia Docas de São Paulo (Codesp), Casemiro Tércio Carvalho, já está convocando profissionais para apresentar as situações atuais das gerências e superintendências da empresa. As convocações foram realizadas em email enviado pela assessora da presidência, Renata Paim

  • Na entrevista, o diretor de relações governamentais da Toyota do Brasil, Ricardo Bastos, destacou os custos adicionais da montadora com o transporte de veículos e de autopeças, causados pelo péssimo estado de conservação, em geral, da malha rodoviária brasileira. Ele também abordou questões burocráticas ligadas à gestão dos portos e a dificuldade para que instalações portuárias obtenham as licenças necessárias para operação. Bastos lamentou, ainda, a quase inexistência de integração entre os modais de transporte em todas as regiões do País

  • Investimentos na ordem de bilhões de reais foram postos em espera sem um horizonte definido, renovações de contrato, expansões e adensamento de terminais se arrastaram por anos, perdendo todos os prazos e trazendo insegurança aos investidores

  • O futuro superministro da Economia do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), Paulo Guedes, já sinalizou ser favorável à privatização da maior parte das estatais brasileiras, mesmo as administrações portuárias decentralizadas. É o caso do Porto de Itajaí, em Santa Catarina, que pertence à União mas está sob administração municipal há mais de duas décadas.

  • A devolução da autonomia deliberativa dos Conselhos de Autoridade Portuária (CAPs) seria uma das principais ações para garantir a participação da comunidade local na gestão das companhias docas, avalia o representante dos trabalhadores no Conselho de Admnistração (Consad) da Companhia Docas do Pará (CDP), Cileno Santos Borges, em entrevista ao Portogente