Frederico Bussinger

Consultor. Foi presidente da Companhia Docas de São Sebastião (CDSS), SPTrans, CPTM e Confea. Diretor da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), do Departamento Hidroviário de SP e do Metrô de SP. Presidiu também o Conselho de Administração da CET/SP, SPTrans, Codesa (Porto de Vitória), RFFSA, CNTU e Comitê de Estadualizações da CBTU. Coordenador do GT de Transportes da Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC-SP). Membro da Comissão Diretora do Programa Nacional de Desestatização e do Conselho Fiscal da Eletrobrás.

“Estou sempre disposto a aprender, mas nem sempre gosto que me ensinem” [Winston Churchill]

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Como foi o maior valor de outorga que acabou decidindo os 3 recentes leilões para arrendamentos portuários no Porto de Santos, as outras parcelas (02, 03) praticamente passaram despercebidas. Rigorosamente, o comprometido para pagamento das outorgas representa, somente, menos de 21% do total:

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A grande vedete do 1º leilão (02, 03) na vigência da Nova Lei dos Portos (Lei nº 12.815/13) foi o terminal graneleiro da Ponta da Praia - Santos; arrematado pelo consórcio LDC Brasil BSL (Louis Dreyfus Commodities e Cargill) que se comprometeu a pagar uma outorga de R$ 303 milhões: 70% dos R$ 430 milhões arrecadados pelo Governo Federal com os 3 lotes (R$ 115 milhões da Fíbria, pela área do Macuco + R$ 12,5 milhões da Marimex, pela de Paquetá; ambas destinadas à movimentação de papel e celulose).

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O local é o mesmo (a Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA). Também o são o objetivo (arrendamento portuário) e o instrumento (leilão). Curiosamente será também numa quarta-feira (9/DEZ) o 1º certamente do novo ciclo de outorgas nos portos organizados (portos públicos) brasileiros.

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Não fica claro se o editorial de PG da última quarta-feira (“Porto de Santos como paradigma”), analisando planos do Ministro Helder Barbalho, é uma profecia ou uma bandeira. Numa ou noutra hipótese, porém, como CODESP (administradora do Porto) acaba de empossar uma diretoria inteiramente nova e, também, o Ministério dos Portos (SEP) vem de reformular seus escalões superiores, vale à pena revisitar alguns aspectos/momentos modernizadores do Porto de Santos.

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