A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) estebeleceu um plano estratégico que visa a criação de um novo segmento de atuação da empresa, o de soluções ambientais, mercado com um movimento estimado em R$ 1 bilhão por ano e crescimento anual de R$ 20 milhões. O objetivo da empresa é recuperar áreas de concessões e ganhar mercado entre os grandes clientes comerciais, industriais e residenciais, além de desenvolver novos mercados ligados à preocupação ambiental.
A Central Energética Monte Alegre de Minas (Cemam), a Usina Platina Bionergia, a Companhia Energética Vale do São Simão e a Destilaria Vale do Paracatu Agroenergia vão investir R$ 1,3 bilhão na instalação de quatro usinas de açúcar e álcool em Minas Gerais. A expectativa é de que nos próximos três anos, em pleno funcionamento, as usinas passem a produzir 493 milhões de litros de álcool por safra, gerando 8.800 empregos diretos e indiretos.
Recém-empossado na presidência da “nova” Cia. Docas de São Sebastião, criada a partir de convênio firmado entre o governo do Estado de São Paulo e o governo federal, o engenheiro Frederico Victor Moreira Bussinger falou com exclusividade para o PortoGente. Ele, que já passou pelo Porto de Santos e deu consultoria a outros portos brasileiros, agora atraca o seu navio em São Sebastião. E vem pronto para fazer uma gestão eficiente. Sabe das (grandes) diferenças entre os portos de Santos e São Sebastião, mas não se importa com o tamanho, “quem não é o maior tem que ser o melhor”.
A grande fonte das falhas de segurança nas estradas brasileiras, segundo ele, reside na matriz de transportes do País. Mesmo com melhoras na infra-estrutura dos modais ferroviário e hidroviário, 62% das cargas ainda são movimentadas nas rodovias. Países como Rússia, Canadá e Austrália têm essa matriz elaborada de forma mais racional, com pelo menos 40% de participação das ferrovias.
Os estivadores pararam suas atividades. Reivindicam melhores condições de trabalho e mais emprego. Foram cinco dias sem movimentação no porto. Não estamos falando dos estivadores brasileiros, mas os da terra de Cabral. Os estivadores portugueses deram um basta à exploração do seu trabalho. Foi no Porto de Lisboa. Greve com 100% de adesão, segundo o sindicato da categoria.