Terça, 24 Fevereiro 2026
Com o início da operação do primeiro terminal público de álcool do Brasil, haverá uma redução de até 50% no custo da exportação do produto pelo Porto de Paranaguá. Atualmente, as três empresas que operam com álcool em Paranaguá praticam tarifas que variam de US$ 6 a US$ 12 o metro cúbico armazenado.O terminal público terá tarifas entre US$ 3 a US$ 6.

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O pólo automotivo do Paraná, que tem se destacado na produção e exportação de veículos, contará com uma nova estrutura no Porto de Paranaguá. A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) vai transformar uma área de 33 mil metros quadrados, em frente ao prédio administrativo e próximo ao portão principal, em um novo pátio de veículos. A entidade informa que cobrará aluguel para a utilização do estacionamento, que estará disponível para qualquer montadora. O pátio deve começar a ser utilizado em três meses.

Atualmente, o porto possui duas áreas de apoio à importação e exportação de veículos, que totalizam cerca de 150 mil metros quadrados, em área vizinha ao TCP. A movimentação de automóveis pelo Porto de Paranaguá cresceu de forma acelerada em 2007. Do início do ano até o início desta semana, foram exportadas 86 mil unidades e importadas 44,5 mil, contra 58,8 mil e 21 mil no mesmo período do ano passado, respectivamente.

As vendas externas da Renault, por exemplo, totalizaram 22,5 mil veículos entre janeiro e setembro deste ano, quase o dobro registrado em 2006. A montadora, que teria interesse em uma área própria no Porto de Paranaguá, preferiu não fazer comentários sobre o novo pátio. De acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a produção paranaense de automóveis e comerciais leves aumentou 28% até setembro.

Fonte: Gazeta do Povo - 25 OUT 07
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Representantes do Ministério dos Transportes realizam em Maceió, nesta quinta, 25, a rodada final de discussões para elaboração do Plano Nacional de Logística & Transportes (PNLT). O debate será na Sala dos Conselhos do Palácio do Governo, na Praça dos Mártires, a partir das 8h30, e reunirá autoridades do governo de Alagoas, empresários e agentes do setor de transportes.

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Uma das principais transportadoras de veículos zero quilômetro do País, a Tegma Logística anuncia iniciar suas operações fora do País. A empresa começou a operar em um dos mercados automotivos que mais crescem na América Latina, a Venezuela, que teve 302.853 veículos comercializados de janeiro a agosto deste ano - um aumento de 52,5% em relação ao mesmo período de 2006, segundo dados da Câmara Automotiva da Venezuela.

Para atuar na região, a companhia criou uma nova empresa: a Tegma Venezuela. A operadora, que recentemente passou a negociar ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), detém 25% do capital da nova companhia e será responsável pela gestão administrativa e operacional.

As operações da Tegma Venezuela envolvem no começo 22 conjuntos cavalo-mecânico e carreta-cegonha. Até o primeiro trimestre de 2008, a meta é operar com 60 conjuntos - capacidade para transportar 10 mil veículos por mês. Inicialmente, a Tegma vai atender a General Motors. No entanto, a previsão é ampliar a atuação para outras montadoras.

Fonte: DCI - 25 OUT 07
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O engenheiro agrônomo e pesquisador de assuntos ferroviários, Marcello Tálamo, possui um acervo infindável que contempla diferentes épocas da história. Após mostrar, em reportagem, aos leitores de PortoGente o trabalho que desenvolve com o site Ferrovias & História, ele volta a cena para explicar e apresentar - com fotografias de grande valor - parte da história do transporte de cargas por ferrovias.O modal apresentou várias mudanças de características ao decorrer do tempo. Segundo Tálamo, esse comportamento foi ditado, em grande parte, pela "evolução da sociedade, seus usos, costumes e necessidades". Vagão da Fepasa exclusivo para o transporte de couro em Dois Córregos, 1987.Inicialmente, explica o pesquisador, as ferrovias transportavam de tudo. "Nos primórdios do vapor e de uma sociedade praticamente rural, onde São Paulo, por exemplo, não possuía nem 60 mil habitantes, os trilhos eram as únicas estradas seguras, levando os ’’trens’’ das pessoas para cima e para baixo".Tudo passava pelo trilhos, como mudanças, produtos agrícolas, tijolos, madeira, frutas (carga registrada na imagem acima), enfim, tudo o que fosse necessário para a vida cotidianaVagão da extinta Companhia Mogiana transporta bagagens e animaisTambém havia os vagões que transportavam doentes e mortos em locais onde não existiam estradas ou cidades grandes, como por exemplo, esse acima, da Madeira Mamoré

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