Terça, 24 Fevereiro 2026
Uma visita rápida, mas importante. O presidente do Porto de Louisiana – nos Estados Unidos –, Joel Chaisson, esteve no Ceará para apresentar ao Estado a infraestrutura de um dos mais importantes escoadouros do Hemisfério Ocidental. A intenção é ampliar laços comerciais com empresas cearenses interessadas em se instalarem na área industrial do porto. De concreto, nada foi fechado, de duas semanas para cá. Mas a passagem de Chaisson foi avaliada como importante para ampliar os negócios entre Ceará e os EUA. “O leque industrial cearense é muito amplo. Qualquer indústria pode ir para Louisiana. Depende só do capital”, comentou o superintendente do Centro Internacional de Negócios (CIN), Eduardo Bezerra. Ele afirma que o interesse do presidente do porto foi despertar os empresários cearenses para que se associem a empresários norte-americanos e instalem novas indústrias nos EUA. O porto possui cerca de oito segmentos fortes de atuação. O Estado sai perdendo para Pernambuco, porque o maior interesse do empreendimento é o etanol. O Ceará não produz etanol. Mesmo assim, Bezerra insiste que é possível participar mais ainda da economia norte-americana. “De qualquer forma, temos como instalar indústrias de outra natureza. A Santana têxtil, por exemplo, tem um projeto no estado do Texas. Outra indústria cearense, então, poderá estar também nos EUA ”, lembrou. Os representantes do Porto de Louisiana não realizaram nenhum contato direto com empresas. Houve um encontro com o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Roberto Macêdo, e uma visita ao Porto do Pecém. A defesa do superintendente do CIN é de que só se vence uma crise realizando negócios. A retomada e a ampliação dos negócios foram os principais motivos para a visita de Chaisson ao Ceará. “Uma das bandeiras para os EUA superarem a crise econômica, com competência, é a realização de novos negócios. Obama não faz milagre, mas trabalha com muita racionalidade”, argumenta Bezerra. É estratégico para os EUA ampliar a movimentação dos portos, particularmente, os da Costa Leste, que se interligam à América Latina e à Europa.

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Teve início na manhã de ontem o acondicionamento em contêineres do lixo inglês armazenado na estação aduaneira de Caxias do Sul. Ontem, três contêineres receberam parte das 144 toneladas de resíduos importados irregularmente da Inglaterra e enviados para lá. Em cada unidade foram colocadas em torno de 15 toneladas. À tarde, as unidades já carregadas saíram de Caxias em direção ao Porto do Rio Grande. Nesta quarta-feira, mais uma parte do material será colocada em contêineres. No total, deverão ser carregadas dez caixas de metal. Conforme o chefe do Escritório Regional do Ibama, com sede em Rio Grande, Sandro Klippel, até sexta-feira as 144 toneladas da carga irregular deverão estar no porto rio-grandino. O embarque no navio que fará a devolução deste lixo para a Inglaterra deverá ocorrer em 10 ou 11 deste mês. Estes resíduos vieram para o Brasil junto com outras dezenas de contêineres com a indicação de que eram polímeros de etileno para reciclagem. No entanto, ao abrir as caixas de metal, a Receita Federal descobriu que no interior delas estava lixo doméstico e tóxico. Os 40 contêineres retidos no Tecon e os 41 que chegaram ao Porto de Santos (SP) foram embarcados no navio MSC Oriane em 1º de agosto e já chegaram ao Reino Unido.

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A Multilog SA, porto seco com área alfandegada de 331 mil metros e área total de 436,4 mil metros quadrados, em Itajaí, divulgou plano de investimentos para os próximos doze meses no valor de R$ 20 milhões. O anúncio foi feito pelo diretor superintende da empresa, Rogério Fortunato, ao superintendente do Porto de Itajaí, Antonio Ayres dos Santos Júnior, na manhã desta quarta-feira [02]. “Independente dos problemas passageiros que o Porto de Itajaí enfrenta, os acionistas do grupo continuam acreditando no potencial econômico e no crescimento da atividade portuária na cidade e região”, disse Fortunato.

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Se decidir disputar os gaseiros, o EAS vai enfrentar empreendimentos nordestinos (e ainda virtuais). A Transpetro enviou, ontem, cartas convite para dez estaleiros brasileiros e outros nove estrangeiros, que terão que construir as embarcações em território nacional, respeitando um índice de nacionalização de 70% na compra de equipamentos e serviços.

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A Usiminas está operando com algo entre 85% e 90% de sua capacidade instalada, devendo terminar o ano com 15% de ociosidade em suas unidades produtivas, já que um de seus alto-fornos ficará paralisado no mínimo até o fim do ano. Segundo o presidente da empresa, Marco Antônio Castello Branco, a companhia não está contratando neste momento porque ainda tem ociosidade. Além disso, o mercado ficará atento ao risco de excesso de oferta no mercado com o religamento de altos-fornos ao redor do globo. O executivo participou hoje (25) do 2º Encontro Nacional da Siderurgia, promovido pelo Instituto Aço Brasil (IABr), novo nome do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS)."Você tem uma série de instalações que pode entrar em operação no mundo inteiro. No Brasil, por exemplo, temos um alto-forno que está parado: não o colocamos em operação porque ainda não tem mercado", explicou. "Existe o risco de ter excesso de oferta, principalmente de o consumo não se sustentar no nível que esperamos."Preços - Ele afirmou também que os preços do aço já estão apresentando uma "pequena recuperação" no Brasil e no exterior. "Mas não espero que os níveis alcançados em 2008 no mercado brasileiro voltem a ocorrer este ano ou mesmo no ano que vem", disse o executivo.Ele lembrou que o excesso de oferta no mercado de aço, especialmente no à vista (spot), provocou uma queda muito grande nos valores das commodities. "Mas na medida em que os estoques se regulam, os preços tendem a voltar a níveis normais", ressaltou.Ele também vê melhora gradual de suas demonstrações financeiras. "Mas o grande efeito vai ser quando terminarem os estoques de matérias-primas a preços antigos, o que deve ocorrer no último trimestre do ano", disse, observando que espera fechar o próximo trimestre com o balanço no azul.

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