• Causou muita preocupação nos acionistas da Santos Brasil a divulgação da notícia, na última semana, referente a uma investigação do Ministério Público Federal (MPF), que observa suspeitas de irregularidades na licitação do terminal de contêineres que é operado pela companhia no Porto de Santos

  • O prazo de exploração da Malha Paulista pela Rumo termina em 2028 e o contrato assinado prevê uma prorrogação por mais 30 anos. A Rumo, todavia, quer antecipar a renovação para ter tempo de amortizar investimentos necessários no ativo.

  • Sete terminais portuários entram na lista de entrega à iniciativa privada no segundo semestre deste ano. Dois terminais de granéis líquidos (STS-13 e STS-13A) no Porto de Santos (SP), dois no Porto de Suape (PE) - um de contêineres (SUA-05) e um de veículos (SUA XX) – e três de combustíveis (AI-01, AE-10 e AE-11) no Porto de Cabedelo (PB).

  • Nesta quarta-feira (11), os advogados do Sindaport, Cleiton Leal Dias Júnior e Eraldo Aurélio Franzese ingressaram no Tribunal de Justiça de São Paulo com uma Ação Civil Pública contra o Portus. A ação foi distribuída na 10º Vara Cível de Santos, na qual foi nomeado o juiz José Alonso Beltrame Júnior

  • Um trecho do relatório elaborado pelo MP chama muita atenção, ao avaliar a renovação das concessões mesmo diante da dívida de cerca de R$ 2,8 bilhões com a Codesp: "o poder concedente se despiu de todas as suas prerrogativas e responsabilidades para atender de modo servil aos interesses da arrendatária"

  • O Esquenta WebSummit Portogente 2017 convidou a vereadora e ex-prefeita de Santos, Telma de Souza, para comentar a respeito do modelo de gestão dos portos, da eterna ingerência política em assuntos técnicos e sobre a presença tímida de profissionais mulheres no universo portuário

  • O jornalista Maurício Dias, em sua coluna no semanário CartaCapital, não tem dúvida: "Atropelaram Temer." Ele se refere ao movimento dos caminhoneiros, que ainda repercute na vida de brasileiras e brasileiros.

  • O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou procedente o pedido de um guarda portuário da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) de recebimento de indenização decorrente da redução parcial das horas extras habitualmente prestadas por ele, ainda que a alteração tenha sido decorrente do cumprimento de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Trabalho (MPT).

  • Em obediência aos princípios constitucionais da publicidade e transparência, cabe ao diretor-presidente Casemiro Tércio Carvalho, da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), esclarecer a nomeação de comissionado que "não detém integralmente os requisitos necessários", sejam lá quais forem esses requisitos, para ganhar salário mensal bruto de R$ R$ 25.966,55, conforme revela o Blog do Bruno Merlin, neste Portogente