• Mar de lama da classe política chega ao Porto de Santos e compromete Grupo Rodrimar; Michel Temer já dominou as indicações à Codesp; alemães estudam criação de vagões ferroviários autônomos e com propulsão própria; Índia adotará energias renováveis em seus 12 portos públicos; Placar da Demurrage do Porto de Aratu

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  • Embora seja difícil de escrever e de falar, Odebrecht passou a ser uma palavra muito presente no cotidiano dos brasileiros. Ainda que não seja a única companhia corruptora do País, no momento passou de expoente dos negócios para vilã da sociedade

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  • Difícil listar-se todas as ideias para travessia seca do Estuário. A mais antiga é da antevéspera da “Grande Depressão” (1929). Na época, cerca de 3Mt/ano passavam pelo Porto (hoje 133Mt), a população santista era de 150mil (hoje 1,8M na RM), e 270 mil pessoas/ano cruzavam o Estuário. A euforia modernista e do centenário talvez gestara o sonho de túnel RJ-Niterói. Por que não Santos-Guarujá?

  • O setor portuário brasileiro perdeu um dos seus grandes nomes. Sérgio Matte, falecido no dia 20 de fevereiro último, foi o primeiro presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) a partir de 1980, permanecendo no comando do maior porto da América Latina até 1985. Recentemente, em dezembro de 2015, em comemoração ao Dia do Engenheiro, o atual presidente da companhia, José Alex Botêlho de Oliva, prestou homenagem ao grande homem dos portos. “Tive o privilégio de conviver com Matte e tenho certeza que seu comprometimento com a profissão, sua seriedade e sua dedicação para que o Porto de Santos se consolidasse como o maior da América Latina jamais serão esquecidas e pela qual seremos eternamente gratos”, ressaltou Oliva.


    Sergio Matte Codesp
    A professora e especialista em logística, Hilda Rebello, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), também prestou sua homenagem pelas redes sociais, ao transcrever uma das mais repetidas frases de Matte: “A história das nações é escrita com o trabalho de seus filhos, com a riqueza do seu solo e com o movimento dos seus portos.”

  • Criada pela Lei 10.233/2001, durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) terá que comprovar, por meio de sua diretoria, a necessidade de ser independente na gestão do próximo Governo Federal

  • É preocupante o entusiasmo para aprofundar o canal de acesso ao Porto de Santos focado na movimentação de carga, ante um quadro de assoreamento em um crescendo que se vive no seu estuário, onde se situam as praias da cidade. O estudo contratado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) à Universidade de São Paulo (USP) tem como objeto responder ao Ministério Público na ação pública sobre o tema – dragagem em que a Codesp e a Secretaria de Portos (SEP) figuram como réu. Qualquer que seja o projeto para dragar de 15 metros para 17 metros, sua elaboração não pode prescindir de uma visão de desenvolvimento em todos os níveis, integrando o econômico, social e ambiental.

  • O mundo do agronegócio festeja o que eles chamam de "esforço do ministro dos Portos, Helder Barbalho, em definir as poligonais e liberar licitações de terminais portuários para movimentar os investimentos privados e públicos no Arco Norte, região que compreende os estados de Rondônia, Amazonas, Amapá, Pará e segue até o Maranhão, garantirá ao país, em 10 anos, um equilíbrio entre a oferta de soja e milho e a capacidade de movimentação de carga nos portos brasileiros". Essas são as palavras do especialista em logística e infraestrutura, Luiz Fayet, que prossegue reluzente: "Com a definição das poligonais, os investimentos privados para a construção de Terminais de Uso Privado tornam-se possíveis, e, com a construção do Terminal Público de Outeiros possibilitarão a diminuição do “Custo Brasil” para a exportação das safras localizadas nas novas fronteiras: Mato Grosso, Brasília e Bahia, principalmente."

    Ele explica que, atualmente, a maior parte da plantação de soja e milho dessas regiões é transportada via rodovia até o Porto de Santos (SP). Ele conta na ponta do lápis tal "caminho" do produto: “Gasta-se hoje cerca de US$ 130,00 a US$ 140,00 por tonelada para exportar pelo Sudeste. Ao fazermos pelo Norte, conseguiremos diminuir entre US$ 50,00 e US$ 60,00 esse custo."

    Outeiros terminal

    Segundo Fayet, os maiores benefíciados com a ampliação da capacidade dos portos do Arco Norte serão os produtores e exportadores de milho. Além disso, beneficia-se também toda a cadeia de prestadores de serviços e equipamentos para infraestrutura portuária, que deverá testemunhar um aumento na demanda por soluções aplicadas à operação nos portos e terminais.

  • Poemas, gravuras, esculturas, artes plásticas. Não são poucas as áreas em que o versátil poeta Alberto Martins aplica suas experiências. A obra de Martins é repleta de referências e de inspirações ligadas à Cidade e ao Porto de Santos

  • A Brasil Terminal Portuário (BTP) anuncia a contratação de Marcio Guiot como novo diretor de Operações. Com larga experiência no mercado portuário, o executivo acumula passagens, em cargos de liderança executiva, por importantes companhias do setor

  • O terminal registrou 46,94 MPH (movimentos por hora por equipamento) durante a operação do navio MSC Maureen. No total, foram realizados 2.427 movimentos na embarcação de bandeira panamenha

  • A Brasil Terminal Portuário (BTP) atingiu, em maio último, a produtividade média de 34,11 MPH/STS (movimentos por hora por guindaste). Esse foi o maior índice alcançado desde o início de suas operações no Porto de Santos

  • No movimento acumulado do primeiro quadrimestre, os embarques caíram 4,6%

  • Um dos principais objetivos do recém nomeado diretor do CENEP será o incremento dos cursos de aperfeiçoamento. "Estamos diante de um mercado que se revela cada vez mais competitivo, o que impõe aos trabalhadores do setor uma capacitação contínua e sempre atual, sobretudo em razão dos modernos equipamentos, máquinas e procedimentos de manipulação de cargas que exigem habilitações específicas"

  • Santos, cidade onde situa-se o maior porto do País, cediou um encontro que aprovou protocolo de intenções para a criação do que foi definido como a Federação dos Estivadores e Portuários do Brasil (FEPB).

  • O diretor-presidente, Rondon Brandão do Vale, garantiu que irá aplicar milhões de recursos financeiros em projetos, obras, manutenção de equipamentos, retomada da ampliação do quebra-mar, execução de dragagens, dentre outros

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  • A direção da empresa planeja uma seleção de pessoas jurídicas para "a execução de obras e serviços de recuperação estrutural do cais e dolfins existentes, contenção de talude, instalação de passarelas metálicas e construção de um dolfim de amarração, na Ilha Barnabé" e também para "assessoria técnica à fiscalização no gerenciamento e acompanhamento da qualidade" dessas mesmas obras

  • Há um estranho confronto de informações entre a diretoria da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e a Granel Química envolvendo a capacidade de movimentação de líquidos no Porto de Santos.

  • O projeto básico precisa atender ao disposto no projeto funcional elaborado pela Codesp. As obras fazem parte de um conjunto de melhorias na entrada de Santos, executadas em uma parceria entre o Município, o Estado e o Governo Federal

  • Mensagens trocadas entre Gonçalo Torrealba e o João Baptista Lima Filho, protagonista da atual fase da Lava Jato, possibilitaram à Polícia Federal obter indícios de irregularidades e pedir a prisão preventiva dos três comandantes da Libra

  • A direção da Ultracargo se manifestou oficialmente após a assinatura de acordo para a compensação de parte dos danos causados pelo incêndio que atingiu o terminal da empresa instalado no Porto de Santos em abril de 2015