Terça, 24 Fevereiro 2026
Em uma ação conjunta de policiais da Delegacia Patrimonial de Vitória e da Delegacia Anti-Sequestro (DAS), cinco integrantes de uma quadrilha de assaltantes foram presos na terça-feira (26). De acordo com a polícia, os bandidos pertencem ao mesmo bando que pretendia roubar R$ 37 milhões da Secretaria de Educação (Sedu) em dezembro do ano passado. Contra a quadrilha ainda pesam as acusações do roubo de um equipamento de som avaliado em R$ 300 mil e de seqüestros. As prisões aconteceram nos bairros Central Carapina e Vila Nova de Colares, na Serra, e no bairro Porto de Santana, em Cariacica. Após a ação dos bandidos contra a Sedu, ocorrida no dia 28 de dezembro do ano passado, a polícia passou a investigar o caso e, na manhã da terça-feira (26), 21 policiais foram às ruas para prender os criminosos. Durante a operação, foram presos Rhalf Hudson Ferreira Fagundes, 22 anos, Vivaldo Moreira Borges, o cabelo, 27 anos, Alexandre Pessoa de Gama, 22 anos, Amauri Jader Baison, 22 anos, e um adolescente de 16 anos. No dia anterior, os policiais prenderam Diergue de Oliveira Gonçalves Júnior, 28 anos, que também fazia parte da quadrilha. Com ele, a polícia encontrou os aparelhos de som roubados de um empresário no dia 26 de dezembro do ano passado. O criminoso foi detido e confessou o roubo. Na época, o proprietário chegou a oferecer recompensa de R$ 20 mil para quem encontrasse os equipamentos.Com o bando, a polícia apreendeu, ainda, 70 pedras de crack, aparelhos celulares, uma motocicleta, um telefone fixo, 60 cartões de crédito e R$ 6,7 mil provenientes do roubo à Sedu – no dia do crime, os assaltantes levaram a quantia de R$ 95 mil. Os bandidos foram encaminhados para a Delegacia Patrimonial de Vitória, onde prestaram esclarecimentos à polícia. De acordo com o titular da Delegacia Patrimonial, Danilo Bahiense, os criminosos foram autuados e vão responder processo por tráfico de drogas, seqüestro e formação de quadrilha. À exceção do menor de idade, que foi levado para a Unidade de Internação Provisória (Unip), os outros integrantes da quadrilha permanecem na Delegacia Patrimonial, onde aguardam decisão da justiça.Fonte: Gazeta Online -  27 FEV 08

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A mudança de método construtivo de uma ponte de 1.800 metros de extensão do Trecho Sul do Rodoanel aterrou cerca de 30 mil metros quadrados da Represa Billings, entre a Ilha do Bororé, na altura do Jardim Miami, em São Bernardo do Campo, região do ABC paulista, e a outra margem, no território da capital. No dia 23 de novembro, o Estado havia mostrado que duas estradas de terra paralelas, com 300 metros, foram construídas para o transporte de um bate-estacas. Na época, segundo a Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa), as duas intervenções estavam previstas no Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto no Ambiente (EIA-Rima). Desde o início deste mês, o espaço passou a ser preenchido com terra, mas essa alteração não consta do projeto.O aterramento criou uma barragem na represa, não citada no EIA-Rima, feito antes do licenciamento da obra pelo Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental (Daia), órgão da Secretaria de Estado do Meio Ambiente. "O relatório não previa essa barragem. Não aceitaríamos, se estivesse no texto", disse Carlos Bocuhy, integrante do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) e diretor do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam). O estudo previa maior vão livre entre as estacas de sustentação da ponte e menor impacto possível ao ambiente.Bocuhy acredita que a barragem não será removida. "Se essa terra for retirada, o que duvido, movimentará o sedimento que está no fundo. O lodo está contaminado com metais pesados, mercúrio e até organoclorados (substâncias que contêm carbono e cloro) depositados durante três décadas de bombeamento da poluição pesada da indústria de São Paulo desde o Rio Pinheiros."De acordo com o engenheiro da Dersa José Fernando Bruno, responsável pelo licenciamento ambiental do Rodoanel, a mudança de método respeita o EIA-Rima e não provoca aumento de custos para o governo. "É claro que se gasta um pouco a mais para fazer a transposição dessa terra, mas não mexe no custo da obra." Ele afirmou que o Daia autorizou a modificação que provocou a criação da barragem. Bruno disse também que a mudança de metodologia construtiva ocorreu porque a represa perdeu volume de água e a barca que sustenta o bate-estacas não podia navegar. A Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), segundo o engenheiro, baixou o nível da água em 1,6 metro e o aterramento foi a única saída para evitar que a obra ficasse parada. O objetivo do governo do Estado é inaugurar o Trecho Sul até 2010.A Dersa promete a retirada da terra em 30 meses, quando a ponte for concluída. "Foram colocados tubos de 50 milímetros de diâmetro debaixo da água para manter mobilidade. E é feita análise da água todo dia", disse Bruno. "Optaram pelo método construtivo mais rápido e mais barato. Ninguém consegue acompanhar se as medidas compensatórias são cumpridas", disse Malu Ribeiro, coordenadora da Rede de Águas da Fundação SOS Mata Atlântica.

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RIO - Pelo menos uma pessoa morreu e quatro pessoas estão desaparecidas após um acidente com um helicóptero Super Puma, que prestava serviços a Petrobras, nesta terça-feira, 26. A aeronave havia acabado de decolar da plataforma P-18 em direção a Macaé, no norte fluminense, com 20 pessoas a bordo - 17 passageiros e três tripulantes.

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A demissão sem justa causa, imotivada ou arbitrária é um dispositivo usado de forma perversa pelo empregador. Que o digam, nos últimos dias, os funcionários de carreira da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). Em menos de 20 dias, seis foram vítimas da demissão sem justa causa.

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O governo do Estado marcou, para 26 de março, o leilão de privatização da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), a última grande estatal paulista. O preço mínimo pedido, de R$ 49,75 por ação ou R$ 6,6 bilhões, caracteriza-o como o maior leilão de uma empresa de energia elétrica no País.Corretores e interessados na empresa acharam que o preço é alto, mas, ao fixá-lo, o governo Serra mostrou confiança em que a hidrelétrica despertará grande interesse. Saneada e lucrativa, a empresa atua na região mais desenvolvida do País e tem boas perspectivas de rentabilidade, pois, dado o equilíbrio instável entre oferta e demanda de eletricidade, prevê-se elevação dos preços. Além disso, com um preço mínimo elevado evita-se a crítica fácil dos adversários da desestatização, que repetem sempre o mesmo refrão - vendida por preço vil.Como empresa estatal, a Cesp se transformou, de uma empresa pioneira e diversificada, num cabide de empregos e em prestadora de favores políticos, desde o início dos anos 90. Uma de suas usinas mais problemáticas, Porto Primavera, ficou conhecida como a geradora da energia mais cara do País, tal a demora para sua conclusão - 20 anos - e os custos financeiros resultantes.Na gestão Mário Covas a empresa foi saneada, com o corte de centenas de funcionários fantasmas e com o governo do Estado assumindo dívidas de R$ 11 bilhões, com juros de até 30% ao ano e das quais R$ 2 bilhões estavam vencidos.O saneamento exigiu que a empresa fosse fatiada. A geração foi dividida em três: a Cesp propriamente dita, a Companhia de Geração do Paranapanema e a Companhia de Geração Elétrica do Tietê, estas duas já privatizadas, por R$ 1,239 bilhão e R$ 938 milhões, respectivamente. Foram vendidas, também, as distribuidoras Elektro, por R$ 1,47 bilhão, com ágio de 98,9% sobre o preço mínimo, e Eletropaulo Bandeirante, por R$ 1,014 bilhão, além da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica (Cteep), por R$ 1,193 bilhão.Mas nem a soma de todos esses recursos, quase totalmente canalizados para a Cesp, sanearam integralmente a empresa, que, em 2007, fez uma securitização de dívida para se preparar para a privatização, retomada pelo Decreto 51.760/2007, que revitalizou o Programa Estadual de Desestatização (PED).Não faltam, ao que tudo indica, interessados na Cesp. Ela é controlada na proporção de 43,3% das ações ordinárias pela Secretaria da Fazenda, a Companhia do Metrô e a Companhia Paulista de Parcerias (CPP), mas já tem grandes sócios privados - os bancos Santander-Banespa, Credit Suisse e Opportunity (que, juntos, têm cerca de 17% do capital da Cesp).Com capacidade instalada de 7,456 mil MW, em seis usinas - a gigantesca Ilha Solteira, com 3,4 mil MW de capacidade, Jupiá, Porto Primavera e Três Irmãos, de grande porte, além de Paraibuna e Jaguari, de pequeno porte -, a Cesp gera 58% da energia de São Paulo e é vista como a última oportunidade de investimento maciço em energia no Sudeste, inclusive por grupos derrotados na licitação da Usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, em 2007.Entre os interessados estariam a Endesa, da Espanha; EDP, de Portugal; Suez, da Bélgica, presente no Brasil por intermédio da Tractebel; grandes consumidores como Vale, Votorantim e CSN; e o grupo CPFL. Além disso, as estatais Cemig (MG) e Copel (PR) anunciaram a disposição de participar, o que não seria permitido pela legislação estadual. O mais provável é que se formem consórcios, dado o vulto dos valores envolvidos.O governador José Serra pretende investir os recursos apurados na venda da Cesp em transportes, habitação e saúde. Comprometeu-se a recuperar 12 mil km de estradas vicinais, transformar 162 km de linhas da CPTM num metrô de superfície e implantar o trem expresso entre a capital e o Aeroporto de Guarulhos. Além disso, está prevista a construção de 51.170 casas e de 40 unidades de atendimento médico.Privatizar a Cesp é uma iniciativa sensata, sem viés ideológico. Significa transferir para a iniciativa privada o que ela pode administrar melhor. E propicia ao Estado recursos para obras em setores onde ele é insubstituível, como transporte, habitação e atendimento médico gratuito.

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