Terça, 24 Fevereiro 2026
Os representantes dos trabalhadores presentes à audiência pública “A situação dos Ogmos nos portos brasileiros” alegaram que a classe operária não é contemplada pelos Órgãos Gestores e querem que o conselho de cada unidade seja administrado em uma gestão tripartite paritária local, com poderes divididos entre governo federal, empresários e trabalhadores. Além de dar voz aos trabalhadores, o intuito é que essa comissão avalie os conflitos de capital-trabalho antes dos trabalhadores acionarem a Justiça. Assim, a quantidade de ações que tramitam nas diversas varas seria reduzida.

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Se os representantes do governo, do empresariado e dos trabalhadores não chegam a um consenso de como os Órgãos Gestores de Mão-de-Obra (Ogmos) deveriam funcionar, em um ponto todos eles concordam: os Ogmos não funcionam e nunca funcionaram conforme prevê a Lei 8.630. Por isso, avaliam, a forma de administração precisa ser repensada. Esse ponto de vista ficou explícito na audiência pública "A situação dos Ogmos nos portos brasileiros", realizada na última terça-feira (02) no Plenário 12 da Câmara dos Deputados e que contou com acompanhamento na íntegra da reportagem de PortoGente.

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Anunciadas para começar em 1º de dezembro, as obras de construção do Terminal de Múltiplo Uso (Tmut) do Porto do Pecém ainda levarão uns 60 dias para serem efetivamente iniciadas. O consórcio formado pelas cearense Marquise e paranaense Assaí Engenharia, responsável pelo empreendimento, aguarda as licenças ambientais prévias e de instalação do canteiro de obras e de exploração da pedreira Jucurutu, para iniciar o enrocamento do quebra-mar e a cravação das estacas do novo píer.´Aguardamos apenas a concessão das licenças prévia e de instalação das obras no Porto (do Pecém) e a renovação da licença de exploração da pedreira, para que as obras sejam iniciadas´, explicou ontem, o gestor do Contrato de Construção do Tmut e coordenador de Transportes e Obras, da Secretaria Estadual de Infra-Estrutura (Seinfra), Gerardo Santos Filho. Segundo ele, as licenças já foram requisitadas à Semace e ao Ibama pelas empreiteiras.O diretor comercial da construtora Marquise, Aristarco Sobreira, confirmou ontem, que as licenças já foram requeridas. ´Estamos nas tratativas para obter as licenças, mas a responsabilidade para agilizá-las é do governo do Estado´, afirmou Sobreira.Ele esclareceu, no entanto, que neste meio tempo, desde o recebimento da ordem de serviço, no dia 22 de novembro, representantes do consórcio construtor, do governo Estadual e da CearáPortos (empresa que administra o terminal portuário) estiveram fazendo as vistorias ´in loco´ para fiscalização e instalação do canteiro de obras e discutindo o projeto de execução das obras para o inicio das atividades. Segundo ele, o entendimento é necessário para que as obras aconteçam sem que haja prejuízos para o fluxo de navios do porto, nem para o empreendimento.Para a construção dos mil metros do quebra-mar, que passará a contar com 2.770 metros de comprimento, serão necessários 3,6 milhões de toneladas de pedra. Segundo Santos Filho, a rocha será escavada da pedreira Jucurutu, em Caucaia, a mesma de onde foi retirada o material para construção do Porto do Pecém.Ele disse ainda que a empresa pernambucana GM- 5 foi a vencedora da licitação no valor de R$ 37 milhões, para produção das 996 camisas metálicas, que irão dar forma aos pilares de concreto armado do novo terminal. O Tmut total está orçado em R$ 350 milhões e deve ser concluído em 24 meses.

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Os aprovados vão desempenhar atividades de formulação, implementação e execução dos atos de análise técnica e gestão administrativa necessários ao desenvolvimento da política externa brasileira. O teste será dividido em duas fases, sendo que na primeira etapa, prevista para o dia 8 de fevereiro, o candidato vai responder questões relativas a conhecimentos básicos de língua portuguesa e inglesa, e conhecimentos específicos em noções de direito, contabilidade, raciocínio lógico e informática. Na segunda etapa serão aplicadas as provas de redação em língua português e língua inglesa também.

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O país pode não alcançar a meta de exportações de US$ 202 bilhões neste ano, admitiu ontem (1º) o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Welber Barral. Segundo ele, a queda acentuada no preço do petróleo nas últimas semanas e a destruição do porto de Itajaí, danificado pelas chuvas em Santa Catarina, criarão dificuldades para o Brasil atingir o valor previsto.Mesmo que as exportações fiquem abaixo do estimado, o secretário disse que o resultado, de qualquer forma, será positivo. "Se não alcançarmos a meta, chegaremos muito perto. Devemos encerrar o ano com pelo menos US$ 200 bilhões em vendas externas, o que já será recorde", afirmou Barral, ao comentar o resultado da balança comercial em novembro.De janeiro a novembro, as exportações somaram US$ 184,125 bilhões. Para alcançar a meta de US$ 202 bilhões, o país necessitaria vender para o exterior US$ 16 bilhões neste mês. Para isso, o Brasil precisaria exportar cerca de US$ 2 bilhões a mais que os US$ 14,2 bilhões registrados em dezembro do ano passado, em pleno cenário de queda no nível de comércio internacional, tanto nas exportações como nas importações.No mês passado, o país registrou saldo positivo de US$ 1,613 bilhão na balança comercial, resultado de exportações de US$ 14,753 bilhões e importações de US$ 13,140 bilhões. Para novembro, os valores são recordes, mas representaram menos que o esperado pelo Ministério do Desenvolvimento.Levando em conta os fatores sazonais, que consideram as oscilações típicas de índices conforme a época do ano, o governo esperava queda de 2% nas exportações de outubro a novembro. As vendas externas, no entanto, caíram 12,3% no mês. Em relação às importações, o ministério estimava alta de 6%, mas a queda foi de 16,5%.Segundo Barral, o maior fator para a diminuição das exportações foi a queda abrupta no preço do petróleo, cujo barril passou de US$ 99,7 em outubro para US$ 65,1 em novembro e trouxe impacto negativo de US$ 600 milhões. Ele também apontou a redução nos embarques de minério de ferro, provocada principalmente por uma disputa entre a mineradora Vale do Rio Doce e importadores chineses, que reduziu as vendas em US$ 490 milhões.O secretário também destacou a paralisação do porto de Itajaí, de onde saem 4% das exportações brasileiras, por causa da enchente em Santa Catarina. Inoperante desde o último dia 21, a unidade deixou de exportar US$ 370 milhões em apenas dez dias. De acordo com a Secretaria Especial de Portos, será preciso de 30 a 60 dias para que o porto volte a funcionar em 50% da capacidade. A reconstrução completa levará pelo menos um ano e meio.Barral evitou fazer projeções para 2009, mas admitiu que o país terá mais dificuldade em manter o ritmo das vendas externas no próximo ano. "Uma queda nas exportações em 2009 dependerá justamente do segundo semestre do próximo ano. O primeiro semestre será muito difícil. Esperamos que com o processo de liberalização comercial que o semestre seguinte seja melhor", avaliou. MG, MT E MS VOLTAM A EXPORTAR CARNE PARA EUROPAOs estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais já podem exportar carne bovina in natura para a União Européia. De acordo com publicação oficial do bloco, a liberação do comércio com essas regiões começou a valer ontem (1º).No início do ano, o país sofreu com falhas no Sistema de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov), que foram responsáveis pelo embargo da carne bovina brasileira decretado pela União Européia. Com a habilitação dos três estados aumenta em 40 milhões de cabeças o rebanho que pode ser comercializado para a Europa, contanto que as propriedades de origem sejam Estabelecimentos Rurais Aprovados no Sisbov (Eras).O país tem, a partir de agora, aproximadamente 130 milhões de bovinos com exportação aprovada. Até ontem, eram 608 propriedades certificadas nos estados de Espírito Santo, Goiás , Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. Com a decisão do bloco, serão incluídas as regiões norte e sul mato-grossenses, mais 287 municípios mineiros que não estavam habilitados e o estado de Mato Grosso. Neste último, continua excluída a faixa de 15 quilômetros ao longo de toda a fronteira com o Paraguai.O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Inácio Kroetz, ressaltou que "a decisão representa o reconhecimento dos esforços do serviço veterinário brasileiro". De acordo com o Ministério, as auditorias realizadas nas propriedades de criação de gado bovino foram intensificadas, assim como os serviços estaduais de Defesa Agropecuária, o que tem levado à habilitação de novas eras para o comércio com a União Européia. CRESCIMENTO DE APENAS 0,5% EM 2009A economia brasileira pode crescer apenas 0,5% no próximo ano, de acordo com relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado ontem (1º). Num cenário otimista, o crescimento brasileiro seria de 3% em 2009. As informações são da BBC Brasil.O cenário pessimista traçado pela ONU prevê a manutenção da turbulência nos mercados financeiros mundiais e um declínio ainda maior na concessão de empréstimos nos países desenvolvidos, além de uma crise de confiança prolongada na economia global.As previsões do relatório para a economia mundial têm como base dois cenários econômicos. No cenário básico, pessimista, os mercados financeiros voltam ao normal no prazo de até nove meses e os países desenvolvidos anunciam novos pacotes de estímulo à economia. No segundo cenário, chamado de otimista, mantêm-se as condições do primeiro e acrescentam-se previsões com pacotes de estímulo econômico de 1,5% a 2% do PIB (Produto Interno Bruto - a soma de bens e serviços produzidos mundialmente) e novos cortes nas taxas de juros.A economia mundial teria um crescimento de 1% em 2009 no cenário básico, e de 1,6% no cenário otimista. O documento diz que no cenário pessimista as economias dos países desenvolvidos podem cair 1,5% no ano que vem, com queda de 1,9% no PIB dos Estados Unidos, 1,5% no da Zona do Euro e 0,6% no Japão. As economias dos países em desenvolvimento teriam um crescimento entre 2,7%, no cenário pessimista, e de 5,1% no cenário otimista.O documento adverte que a comunidade internacional ignorou o impacto da crise financeira sobre os países mais pobres, que agora enfrentam custos mais altos para o crédito e menor crescimento das exportações.O relatório com as previsões econômicas, publicado em janeiro, foi antecipado neste ano para coincidir com a Conferência da ONU sobre Financiamento e Desenvolvimento, que termina hoje (2/11), em Doha, capital do Catar.

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