Terça, 24 Fevereiro 2026
O presidente da Associação dos Agricultores de Serraria, José Luiz dos Santos, diz que a comunidade abriga 600 famílias e reclama da demora no andamento do Projeto Morador (coordenado pela Companhia Estadual de Habitação e Obras), que vai regularizar as habitações em Suape. Hoje, pelo menos 10 mil pessoas habitam o território do complexo.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
O Supremo Tribunal Federal pressiona o Congresso a reajustar os salários dos ministros da Corte dos atuais R$ 24.500 para R$ 27.716, o que representaria um reajuste de 13,12%. Os gastos extras com o aumento - que provocaria efeito cascata em toda a magistratura federal - já foram até incluídos no Orçamento da União deste ano. O subsídio de ministro do Supremo é o teto da remuneração de todo o setor público brasileiro, uma vez que nenhum servidor pode ganhar mais do que esse valor.Se aprovado no Congresso, o reajuste da magistratura federal representará um gasto adicional de R$ 347 milhões. O Ministério Público da União também tem previsão de aumento no Orçamento de 2009, no valor de R$ 129 milhões. Juntos, STF, Justiça Federal e Ministério Público terão R$ 476 milhões para reajustes salariais neste ano.A discussão sobre a revisão do salário da magistratura da União já começou na Câmara e algumas lideranças manifestaram preocupação, em conversas reservadas, com a despesa extra neste momento de crise econômica, quando se esperam mais demissões de trabalhadores e queda da receita tributária, o que dificultará o fechamento das contas públicas.A votação do projeto vem sendo barrada há três anos, mas agora, com a posse do deputado Michel Temer (PMDB-SP) na presidência da Câmara, o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, repôs o assunto nas conversas entre os dois Poderes. O constitucionalista Temer tem simpatia pelas demandas do Judiciário.O subsídio de ministro do STF está sem correção desde 2006, quando foi fixado em R$ 24,5 mil. Naquele ano, a então presidente do STF, Ellen Gracie, encaminhou ao Congresso o Projeto de Lei 7.297, prevendo correção de 5%. O novo valor passaria a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2007.O porcentual foi reduzido pelos deputados para 3,14%, que foi o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro a dezembro de 2006. Mas o projeto não foi votado até hoje.No final do ano passado, a pedido de Mendes, o projeto foi colocado na pauta de votação da Câmara, mas terminou excluído em 17 de dezembro, por decisão dos líderes partidários.RETROATIVOO projeto 7.297 choca-se com um dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2009, que proíbe o pagamento de diferenças salariais de forma retroativa. Assim, mesmo que o reajuste seja aprovado, ele não poderá ser pago a partir de janeiro de 2007, conforme determina o projeto.Para contornar esse obstáculo, e diante da perspectiva de que o texto não fosse aprovado em 2008, o Departamento de Acompanhamento Orçamentário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) elaborou uma planilha prevendo a correção do subsídio de ministro também pelo IPCA de 2007 e 2008. Essa planilha, à qual o Estado teve acesso, serviu de base para a definição, no Orçamento da União deste ano, do montante de recursos destinados ao pagamento de salários de toda a magistratura federal.De acordo com a planilha, a correção do subsídio de ministro, dos atuais R$ 24,5 mil para R$ 26.396 (reajuste com base no IPCA de 2006 e 2007, que ficou em 7,74%), custaria R$ 204,2 milhões aos cofres públicos. A elevação do subsídio de R$ 26.396 para R$ 27.716 (reajuste feito com base na previsão de 5% para o IPCA em 2008) custaria R$ 142,8 milhões.Os dois valores foram incluídos no Orçamento da União para este ano, ou seja, o Judiciário dispõe de R$ 347 milhões para reajustar os salários dos ministros do STF e de toda a magistratura federal (STF, Conselho Nacional de Justiça, Superior Tribunal de Justiça, Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Justiça Militar da União, Justiça do Distrito Federal e Territórios e Justiça Eleitoral).CARONAPegando uma "carona" na proposta do STF, o Ministério Público da União apresentou projeto que reajusta salário de procurador-geral da República. A remuneração dos demais membros é vinculada à do procurador-geral. No final de dezembro, o projeto do Ministério Público também foi retirado da pauta de votação da Câmara, por decisão dos líderes.No Orçamento da União deste ano, porém, existe dotação suficiente para elevar o salário do procurador-geral da República com o mesmo reajuste a ser aplicado aos vencimentos do ministro do Supremo. O mesmo expediente orçamentário do CNJ foi utilizado pelo Ministério Público, pois constam dois valores para que se possa fazer a alteração do subsídio do procurador-geral.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
O presidente da Fricon, Fernando Romaguera, diz que as demissões foram motivadas pela retração do consumo. “Nosso clientes são em grande parte multinacionais, que colocaram o pé no freio e estão repensando seus investimentos”, observa. Na carteira de clientes estão companhias como Unilever (Kibon), Nestlé e Häagen-Dazs, além de empresas regionais e nacionais, como Zeca’s, Nobel e Schincariol. O empresário explica que mesmo estando na temporada de verão, quando as indústrias de sorvetes e cervejarias aumentam as vendas, as encomendas dos freezers para esse período já aconteceram. “Agora deveriam começar os pedidos para a temporada pós-verão, que sazonalmente já têm uma diminuição, mas fatores como a crise e a própria lei seca agravaram a situação”, analisa. Nessa mesma época do ano passado, a Fricon não dispensou funcionários, mas em 2007 também ocorreram cortes.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
A cada dia que passa, mais empresas divulgam demissões em massa e assustam ainda mais a multidão de profissionais desempregados no País. A atual crise financeira afetou companhias em todo o mundo, refletindo nos recursos humanos de multinacionais e, até mesmo, de pequenas empresas, obrigadas a demitir funcionários experientes e valiosos para o dia-a-dia empresarial. Para auxiliar o processo de demissões e não prejudicar a imagem construída pela companhia ao longo dos anos, muitas empresas têm utilizado consultorias de outplacement como estratégia, um serviço responsável por recolocar os profissionais demitidos em outras firmas.
Conhecidas por desligamento assistido ou demissão responsável, as empresas contratam o serviço de uma consultoria como forma de reconhecimento pelo trabalho realizado por seu antigo profissional. Em tempos de demissões, nada mais razoável que garantir uma boa imagem da companhia, além de oferecer ao empregado demitido uma oportunidade de recolocação no mercado de trabalho. "Está havendo nesse momento um grande número de demissões e a maior parte das dispensas ocorre devido à crise", afirma Nair Martinez, diretora da Estratégia RH. "Outras demissões também ocorrem por definição de estratégia de negócio, sendo talvez apenas antecipadas pela crise", analisa.
Em meio a um momento de incertezas, quem agradece são os profissionais, que têm a oportunidade de encontrar um novo posto de trabalho sem custo algum - quando a empresa é quem contrata o serviço da consultoria. No entanto, pode acontecer o contrário, quando o empregado é quem busca a recolocação. Isso ocorre muitas vezes quando se almeja uma troca funcional, já pensando em uma remodelação da carreira. O executivo José Luiz Von Helden foi um desses casos. Ele foi à procura de uma consultoria por entender que, atualmente, quem tem de buscar a recolocação é o próprio profissional. "Há todo um planejamento de carreira, no qual se busca a autonomia financeira. Não é só a recolocação no mercado, pois existe um enfoque no profissional e um acompanhamento, mesmo depois da recolocação", garante ele, que hoje é diretor-financeiro da Claro.
Os executivos e os profissionais de Nível Superior são a maioria dos que passam pelas mãos de uma consultoria de outplacement, justamente porque tiveram uma posição importante dentro da empresa. De acordo com a diretora de recursos humanos da Springer Carrier, Adriana Assis, o desligamento é um processo que precisa ser feito com muita responsabilidade. "Não é uma situação fácil nem para a empresa e nem para o profissional. Assim, podemos minimizar os efeitos oferecendo o benefício de recolocação no mercado", considera.

Estudo da realidade ajuda na busca por vaga
Em um processo complicado como o desligamento, a consultoria é quem fica responsável por oferecer ao profissional serviços que possibilitem uma nova contratação, como apoio a todo processo de demissão e também auxílio a que a pessoa seja capaz de enxergar sua carreira dentro do mercado. O diretor de Operações da Produtive, Elizeu Ordakowski, afirma que é importante que o profissional saiba minimizar os riscos e possa fazer um estudo de como se movimentar. "A consultoria oferece auxílio no processo reflexivo de qual melhor decisão tomar em seu próximo passo profissional, somando informações que não estão em foco", salienta.
Segundo dados da Fundação de Economia e Estatística do Estado (FEE), o tempo médio de procura por trabalho na Região Metropolitana de Porto Alegre foi de 8,25 meses em 2008, índice que é reduzido em mais de 75% com algumas consultorias de outplacement, podendo chegar a rápidos dois meses de média. Com a demora em conseguir um emprego e a redução de contratações, é importante estar preparado para possíveis seleções, diferenciando-se como profissional e sendo uma alternativa atraente.
Os consultores de recursos humanos dão a dica: qualificação e identificação. "As empresas buscam por um profissional bem preparado e identificado com o que faz", recomenda Nair Martinez, da Estratégia RH. "Toda pessoa que tiver uma direção bem clara e uma estratégia organizada sobre como explorar o melhor do que possui é visto como um profissional de qualidade", garante ela. Para Ordakowski, da Produtive, o profissional precisa estar atualizado e alinhado com a realidade do mercado. "A pessoa não pode ter sua carreira apoiada no know-how de uma função", ressalta. Segundo ele, profissionais conservadores e resistentes a mudanças são os que encontram maior dificuldade na busca de emprego.
 
Fonte: Jornal do Comércio
0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
Até agora, a Caixa Econômica Federal já liberou mais de R$ 5,11 bilhões em pagamentos e beneficiou 12,58 milhões de trabalhadores em todo o país. Neste exercício, foi registrado o maior pagamento da história do programa. Mais de 13,3 milhões de Abonos foram liberados, 10,55% a mais do que no calendário passado. O pagamento do PIS está disponível até 30 de junho de 2009.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s

topo oms2

Deixe sua opinião! Comente!