Terça, 24 Fevereiro 2026
O prefeito de Itaqui (RS) criticou a ausência de fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Porto de Itaqui. Gil Marques Filhos disse ao G1 que a falta de controle sanitário na entrada e saída de caminhões e passageiros por meio da balsa entre a cidade gaúcha e Alvear, no país vizinho, pode colocar em risco a saúde de moradores da região.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
Em meio à forte redução na demanda mundial por produtos siderúrgicos, a Usiminas volta suas atenções e investimentos para o setor de logística. A empresa dará início nas próximas semanas a um plano de estudos para a expansão de seu terminal marítimo de Cubatão, com ênfase na movimentação não só de carga, própria, mas também de terceiros. "Nossa avaliação é de que a indústria nacional já começa a dar sinais de recuperação, como é ocaso do setor automotivo. Acreditamos que a economia, aos poucos, retome seu ritmo", diz o diretor de Logística da Usiminas, Paulo Fraga. A expectativa da empresa é de que os estudos de engenharia sejam finalizados ainda este ano e a expansão do terminal esteja concluída em até quatro anos. "Temos de estar prontos para quando as economias voltarem a crescer." Fraga calcula que somente com a compra de equipamentos, construção de novos píeres e novas áreas para estocagem, a Usiminas desembolse de R$ 400 milhões a R$ 500 milhões. O montante não inclui, porém, a realização de obras na parte marítima do terminal, nem desembolsos na área ambiental. Além da expectativa futura de retomada da economia, o grupo acredita que, mesmo atravessando uma crise, há demanda reprimida de carga em alguns segmentos. "Já há demanda reprimida de 20 milhões de toneladas de minério de ferro e de 1 milhão de toneladas de coque de petróleo", diz Fraga. Atualmente, o movimento anual no porto é de 12 milhões de toneladas de produtos. Os planos de expansão para o Terminal Marítimo de Cubatão, que foi inaugurado há 40 anos, contrasta com a realidade vivida no parque produtivo da siderúrgica. Com a crise, o grupo se viu obrigado a abafar, em dezembro, o primeiro alto-forno, e hoje ainda mantém três de seus cinco altos-fornos desligados. Uma ação já em curso no Terminal Marítimo de Cubatão é a dragagem , que permitirá aprofundar o Canal de Piaçaguera para 12 metros. A previsão é que este trabalho - um investimento de R$ 63 milhões - seja concluído até o final de 2010. A meta da Usiminas é de que, com as obras de expansão, esta profundidade atinja 15 metros, permitindo a circulação de navios ainda maiores. A Usiminas também está investindo em um terminal de minério de ferro no Porto de Itaguaí. A área foi arrematada em leilão pela empresa em meados do ano passado, por R$ 72 milhões, e receberá outros R$ 40 milhões somente com recuperação ambiental. O terreno, que abrigou por anos resíduos químicos da Ingá Mercantil, ainda passa por um processo de descontaminação. A capacidade inicial de embarque do porto será de 25 milhões de toneladas por ano.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
Destaque no agronegócio paraense, o desempenho do cacau, no último ano, chamou a atenção na Frutal Amazônia, maior feira de frutas da região Norte, encerrada no domingo, 28/6. Das 160 mil toneladas de amêndoas secas produzidas anualmente no país, o Pará já responde por 60 mil toneladas, recorde que permitiu injetar R$ 300 milhões na economia estadual. O crescimento de 65% da produtividade em relação ao ano anterior (a safra de 2007 foi de 36 mil toneladas) levou a Secretaria de Agricultura a reduzir, de 10 para 5 anos, a meta de tornar o Pará o maior produtor de cacau do país.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
Marcos Damásio, diretor da Just in Time Logistics, empresa que atua com logística integrada nos setores da indústria e do comércio, com presença marcante nos ramos de eletrônico, automotivo, farmacêutico e alimentício, relata que o transporte internacional de cargas tem grande expressividade na carteira de várias seguradoras espalhadas pelo mundo e no Brasil. “Cerca de 90% do mercado global de transportes de carga é realizado pela navegação marítima, é por isso que movimenta tantas áreas”, explica.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s
Depois que começou a utilizar a linha da Ferroeste para transportar soja da região de Cascavel para Guarapuava, onde tem uma fábrica de óleo, a Coamo – maior cooperativa da América Latina e segunda maior exportadora do Paraná – teve uma redução superior a 30% no valor do frete quando comparado com o transporte por caminhão. “Este é um caso concreto”, observa o presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, “de como a ferrovia pública é mais barata do que o transporte convencional por rodovia”. O frete mais barato pago pela Coamo somente é possível porque neste caso a Ferroeste domina todos os processos logísticos da operação, desde a sua origem, em Cascavel, até o destino, em Guarapuava, utilizando vagões, locomotivas e linhas próprios. “É um projeto-piloto que está funcionando bem”, disse o presidente da Coamo, Aroldo Gallassini, e que está apresentando um bom desempenho operacional. “À medida que for se viabilizando economicamente” – acrescentou – “barateando o frete, a operação poderá atingir um volume maior”. Gallassini lembrou a construção de um ramal da Ferroeste de Guarapuava a Paranaguá, poderá “viabilizar todo o volume de cargas do Oeste”, com a redução de custos. Para Samuel Gomes, o exemplo de economia da Coamo nos custos do frete, superior a 30%, como conseqüência do transporte da soja sobre trilhos, é indicador seguro das vantagens que a construção do ramal ferroviário da Ferroeste, ligando Guarapuava ao Porto de Paranaguá, trará aos produtores, cerealistas, importadores e exportadores do interior do Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e, inclusive, Paraguai. Também neste caso, a empresa dominará toda operação logística, de Cascavel até o porto, o que lhe permitirá ofertar um custo de transporte mais barato. “Quando o ramal da Ferroeste se estender de Guarapuava ao Porto de Paranaguá – argumenta Gomes – haverá maior ganho de escala em contratos de longo prazo com o escoamento da produção”. Segundo o presidente da Ferroeste, o frete mais barato com o novo ramal decorrerá também da redução da distância entre Cascavel e o Porto de Paranaguá em 125 km e da diminuição do ciclo dos trens de 10 para 2 dias. Segundo Gomes, a gestão pública da ferrovia garante menores custos de transporte no setor ferroviário. Além disso, Ferroeste pode implementar políticas voltadas para o desenvolvimento econômico-social, transferindo ganhos de produtividade para os usuários, diferentemente do que acontece com empresas privadas que visam, em primeiro lugar, o lucro de seus acionistas. “Todas essas vantagens poderão trazer uma economia de até 40% para os produtores e cooperativas agrícolas do Oeste e Sudoeste do Paraná, Mato Grosso do Sul, Oeste de Santa Catarina, e Paraguai que transportarem pela Ferroeste”, enfatiza Gomes. O volume de soja da Coamo transportado até agora pela Ferroeste, experimentalmente, é de 15 mil toneladas úteis por mês, mas a previsão da empresa, para junho, já é de movimentar 20 mil toneladas contratadas pela cooperativa paranaense. A área de Produção da ferrovia, por outro lado, trabalha com a perspectiva de que o volume de cargas triplique no transcorrer dos próximos meses. O volume de soja da região Oeste, destinado à fábrica de óleo em Guarapuava, é estimado em 170 mil toneladas. A Ferroeste está pronta a transportar até 100 mil toneladas dessa produção, a partir do ano que vem. FÁBRICA DE ÓLEO DE SOJAA soja transportada nos vagões da Ferroeste pela Coamo vem de dez unidades da cooperativa distribuídas nas localidades de Toledo, Tupãssi, Bragantina, São Pedro do Iguaçu, Ouro Verde do Oeste, Brasiliana, Brasilândia, Vila Nova, Dez de Maio e Dois Irmãos, todas no Oeste do Estado. O destino da carga, em Guarapuava, é uma indústria de óleo de soja da Coamo, que arrendou a fábrica da Cooperativa Agrária Agroindustrial, de Guarapuava. A unidade fica a um quilômetro do terminal da Ferroeste. A carga de soja da Coamo que vem da região Oeste é descarregada no terminal da Cooperativa Agrária, que fica no Terminal da Ferroeste, e depois é levada de caminhão até a fábrica. A operação ferroviária teve início no dia 10 de maio, com um contrato de transporte de cargas entre a Ferroeste e a Coamo. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o óleo de soja Coamo é o 4º mais vendido do Brasil. Na região Sul, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o óleo de soja da cooperativa paranaense aparece em 2º lugar na preferência dos consumidores.

0
0
0
s2sdefault
powered by social2s

topo oms2

Deixe sua opinião! Comente!