Terça, 24 Fevereiro 2026
A empresa brasileira Bandeirantes recomeçou nessa quarta-feira a dragagem do canal de acesso aos portos instalados na foz do Rio Itajaí-Açu, entre Itajaí e Navegantes, no Litoral Norte.Nos próximos 20 dias, a draga Copacabana vai permanecer mobilizada na retirada dos últimos sedimentos trazidos pela enchente de novembro do ano passado ao ponto do rio utilizado por embarcações de grande porte.O serviço da Bandeirante vai custar R$ 4 milhões, pagos pelos dois maiores terminais privados do complexo portuário, o Terminal de Contêineres do Vale do Itajaí (Teconvi), e a Portonave — Terminais Portuários de Navegantes S/A, administradora do Porto de Navegantes.De acordo com o superintendente do Porto de Itajaí, Antônio Ayres dos Santos Júnior, a remoção de cerca de 300 mil metros cúbicos de areia, próximo à barra do Rio Itajaí-Açu, permitirá que os portos voltem a movimentar, em média, 800 contêineres por navio atracado. Após a enchente, a média, no período mais produtivo, foi de 400 contêineres por atracação. — Com a conclusão da dragagem, o início das operações do berço 1, programada para esta semana, e a chegada de dois guindastes tipo portêiner para o Teconvi, ainda este mês, o Porto de Itajaí já deverá operar com capacidade igual à anterior à enchente — explicou o superintendente. Ayres dos Santos ponderou, no entanto, que a crise econômica mundial pode impedir a equiparação da movimentação com o mesmo período do ano passado no complexo portuário — que engloba os portos de Itajaí e Navegantes. Conforme o superintendente, o pagamento da dragagem pelos terminais privados não refletirá nos valores das tarifas portuárias, visto que o benefício da obra deverá compensar rapidamente o investimento. A contratação do Consórcio Draga Brasil, que iniciou a dragagem do canal portuário com dragas chinesas, foi descartada pela necessidade de uma draga mais potente, que demoraria muito mais do que a da empresa brasileira para chegar a Itajaí. — A urgência para iniciarmos a obra foi o ponto determinante para a contratação de uma empresa — disse Ayres dos Santos. O Porto informou que a draga Copacabana, com capacidade de armazenamento de 5 mil metros cúbicos, será operada 24 horas por dia, sete dias por semana. A embarcação veio do Rio de Janeiro.

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Partindo pela primeira vez para a realização de operação-padrão e retrancando o andamento dos processos de concessão de benefícios previdenciários, os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ocupam hoje lugar de destaque na realização de greves, atingindo em cheio a população que tanto precisa dos serviços. Um levantamento feito pelo próprio Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais da Saúde e Previdência Social do Estado de Pernambuco (Sindsprev), a pedido da reportagem, apontou que de 2000 até hoje foram 323 dias parados no Estado. Um novo movimento com paralisação total das atividades deve ser votado na assembleia do próximo dia 22, quando a categoria se reune para avaliar os rumos da mobilização atual.

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O argumento do Governo de São Paulo para descartar o túnel como ligação seca entre as duas margens do Porto de Santos, ou seja, que esta opção custaria cinco vezes mais do que a ponte estaiada, não procede, segundo especialistas em engenharia e geologia. Para eles, exemplos internacionais apontam que os custos de construção de ambos os tipos de soluções técnicas são compatíveis.

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A Petrobras realiza, no dia 16 de junho às 8h30, a inauguração do Simulador de Operação de Guindastes Offshore, na sede do Senai em Macaé. Pioneiro na América Latina, o simulador é um projeto desenvolvido totalmente no Brasil pela Petrobras e inserido no Fórum Regional do Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo & Gás) na Bacia de Campos.

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SÃO PAULO - Os fabricantes de geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos - produtos conhecidos também como linha branca - estão tendo que correr para atender a demanda que aumentou em média 20% na base de comparação entre o mês de maio do ano passado e de 2009. Uma empresa que acelerou o ritmo de produção foi a Whirlpool, que fabrica as marcas Brastemp e Consul. Ela precisou contratar 400 trabalhadores temporários durante um período de três meses. Na Mabe, que além da marca própria, produz os equipamentos GE e Dako, o nível de atividade voltou ao mesmo do período pré-crise.

Segundo o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, a medida de incentivo do governo foi a responsável direta pelo ótimo desempenho, lembrando que a base de comparação do aumento de dois dígitos foi feita entre meses em que a crise ainda não havia abalado a economia mundial.

"O mês de maio foi surpreendente, o crescimento do setor foi de mais de 20%, o varejo vendeu seu estoque e fez novos pedidos e junho segue o mesmo caminho", destacou Kiçula.

A comemoração do desempenho do setor no mês maio, feito pelo presidente da entidade, foi confirmado por Armando Ennes, diretor de relações institucionais da Whirlpool. "Sem a redução do tributo a produção do setor poderia ter caído 25% em relação ao mesmo mês do ano passado e o dia das mães corria o risco de ser o pior dos últimos anos em 2009", afirmou o executivo. Além disso, ele relembrou que o incentivo teve um reflexo contrário na perspectiva da indústria que vinha se desenhando desde o início do ano. Segundo o executivo o cenário do setor era negativo até abril, mudou e passou de uma expectativa de redução de jornada e até mesmo de demissões, para contratações e mais produção.

Renovação

Em função justamente dessa reação do consumo é que os associados e a Eletros se reúnem nesta semana para discutir a estratégia para convencer o governo a prorrogar a redução do IPI para a linha branca, assim como fez com os automóveis, em março. Dentre os argumentos serão apresentados números como o nível de atividade industrial, que voltou aos níveis de pré-crise com a utilização de 70% da capacidade instalada, o baixo valor da renúncia fiscal, estimada em R$ 170 milhões em três meses, além, é claro do aumento da produção. Para Kiçula, o ideal é que essa medida fosse renovada por mais 90 dias e a partir de então o setor poderia seguir sozinho, pois o novo período terminaria no início da temporada de pedidos de Natal.

Já na opinião de Ennes, se o governo não renovar a isenção do tributo o setor terá uma redução tanto em vendas quanto na produção e que isso refletiria em toda a cadeia de produção, "implicando em perda de empregos em uma indústria tão importante quanto a automobilística", comparou ele. Na Mabe, a posição defendida pelo seu presidente, Patrício Mendizábal, é de que as alíquotas reduzidas refletem a "essencialidade dos produtos de linha branca" e que por isso o tributo está normalizado e não reduzido, isto porque considera o nível atual, mais adequado. Segundo o executivo, a indústria deverá recorrer de uma decisão que não seja a manutenção dessa medida.

Em breve, o governo deverá enfrentar uma nova batalha, dessa vez com a linha marrom, que também deverá pedir redução de tributos, segundo defendeu o vice-presidente de novos negócios da Samsung, Benjamim Sicsu.
 
Fonte: DCI

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