Terça, 24 Fevereiro 2026
A Petrobrás deve fazer novos investimentos na Bolívia no valor de US$ 750 milhões, informou o assessor de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, em entrevista publicada ontem pelo jornal La Razón, de La Paz. Esse investimento permitirá, a médio prazo, “um grande crescimento da produção de gás” na Bolívia, segundo ele. Garcia reuniu-se na sexta-feira, em La Paz, com representantes do governo boliviano para planejar a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país. Lula chega à Bolívia no domingo para se reunir com os presidentes Evo Morales e a chilena Michelle Bachelet. O encontro, no qual serão anunciadas obras de um corredor bioceânico, estava previsto para quarta-feira, mas foi adiado a pedido de Lula. Bolívia e Brasil prevêem anunciar no dia 17 a sociedade entre as estatais Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos e Petrobrás. Desde a nacionalização dos setores de gás e petróleo na Bolívia, em maio de 2006, a Petrobrás só investe o necessário para manter suas atividades no país.

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O plano da Gerdau de investir US$ 400 milhões em uma usina de aços planos no Brasil já suscita intensa disputa entre governos estaduais para levar o empreendimento. Nessa briga, a principal arma para conquistar os "açodólares" da multinacional gaúcha devem ser os incentivos fiscais. A expectativa é de que diversos estados ofereçam propostas de benefícios à siderúrgica, e o Rio Grande do Sul já se coloca como candidato natural.

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"O Estado de São Paulo é o maior mercado de contêineres do Brasil e a região de Paulínia e Campinas é uma grande concentradora de empresas exportadoras e importadoras", destacou o gerente da unidade de Produtos Industrializados da ALL em São Paulo, Bruno Lino.

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A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) fechou dois novos contratos, no valor de R$ 495 milhões, para manutenção de 78 trens nos consórcios Comafer e Cobraman II, do qual a Alstom é parceira. A participação da empresa, líder mundial em energia e transporte, nos dois contratos, é de aproximadamente R$ 123 milhões.

No primeiro contrato, o Comafer foi escolhido pela CPTM para a manutenção de 48 trens (144 carros). Fazem parte do grupo a Alstom (17,3%), a CAF (17,3%), a Bombardier (17,3%), a MPE (16%), a Tejofran (16%) e a Temonisa (16%). O valor é de R$ 282 milhões e trabalharão cerca de 30 profissionais da Alstom Transporte neste projeto.

No segundo contrato, no valor de R$ 213 milhões, a CPTM assinou com o consórcio Cobraman II para a manutenção de 30 trens (120 carros). O grupo é composto pela Alstom (35%), CAF (35%) e Bombardier (30%). Os trens operam na Linha E, ligando o Centro da cidade à Zona Leste. Aproximadamente 35 funcionários da Alstom estão trabalhando no projeto.

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) fechou dois contratos, no valor de R$ 495 milhões, para manutenção de 78 trens em consórcios do qual a Alstom é parceira.

Fonte: DCI - 07 DEZ 07
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Segundo Marcelo Parodi, co-presidente da Comercializadora Comerc, para os consumidores que migraram este ano ao mercado livre, a economia sobre o preço da tarifa cativa caiu de 30% para 5% a 10%. "Para os que entraram em 2003, no período pós-apagão, essa vantagem se reduzirá em até 5% a partir de 2012, quando a maioria dos contratos vencerá." A redução das margens deve-se à escassez de oferta de energia, o que resultou em preço maior cobrado pelas geradoras.

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